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Imprensa & Reputação

Press kit: o que o jornalista usa da caixa e o que o influenciador declara

Press kit não é caixa bonita. Veja o que o jornalista aproveita, o que o influenciador precisa declarar pelo CONAR e o que a empresa deve pôr dentro.

Resposta rápida

Press kit é o conjunto de materiais que a empresa envia à imprensa ou a criadores de conteúdo para apresentar um produto, um lançamento ou a própria marca. Ele serve a dois destinatários com lógicas diferentes. Para o jornalista, o que vira matéria é o conteúdo: no State of the Media 2025 da Cision, 72% dos jornalistas apontaram o press release como o recurso mais útil que uma assessoria pode oferecer. Para o influenciador, o kit é o próprio produto, e o post de agradecimento precisa mencionar a relação com a marca, como o #recebido indicado pelo guia do CONAR. Por isso, monte o kit pensando em quem recebe, não na embalagem.

Quem procura "press kit" no Google encontra quase só guias de plataformas de loja virtual. Todos tratam o kit como uma caixa caprichada, com fita, cartão escrito à mão e um mimo, enviada para alguém postar. Faz sentido para quem vende no Instagram. Para uma empresa que quer sair no jornal, a mesma caixa pode ser dinheiro jogado fora e, em alguns casos, um constrangimento para quem recebe.

O problema é que "press kit" virou um nome só para duas coisas diferentes. Uma é o material que ajuda um jornalista a escrever uma matéria. A outra é o produto que a marca entrega a um criador de conteúdo para ele experimentar. Os destinatários têm regras, interesses e limites distintos, e o kit certo para um costuma ser o kit errado para o outro. Este guia separa os dois casos, mostra o que cada um aproveita de fato e termina com o que pôr dentro da caixa (ou do link).

O que é press kit?

Press kit, ou kit de imprensa, é o conjunto de materiais que uma empresa prepara para apresentar um fato, um produto ou a própria marca a quem pode divulgá-lo. A tradução literal é "kit para a imprensa", e por muito tempo o termo significou exatamente isso: uma pasta com o comunicado, fotos, a ficha técnica do produto e o contato da assessoria, entregue em coletivas e lançamentos.

Com as redes sociais, o nome se esticou. Hoje "press kit" também designa a caixa de produtos que uma marca envia a influenciadores, e é esse o sentido que domina a busca. No meio musical, existe ainda o EPK (electronic press kit), que reúne biografia, fotos, músicas e vídeos de um artista para produtores e casas de show. Os três usos convivem, e a confusão começa quando a empresa usa a lógica de um com o destinatário do outro.

O formato também mudou. O kit pode ser físico, digital (um link com arquivos para baixar) ou os dois. Na assessoria de imprensa, a versão digital costuma morar dentro da sala de imprensa do site, de onde o jornalista baixa o que precisa sem depender de ninguém.

Para que serve um press kit, e para quem?

Um press kit serve para reduzir o trabalho de quem vai falar da sua empresa. Essa é a definição útil, porque obriga a perguntar: que trabalho essa pessoa tem? A resposta muda tudo.

O jornalista tem o trabalho de apurar, checar e escrever uma matéria que interesse ao público dele, em geral com prazo curto. O kit que serve a ele é o que entrega fatos, números confiáveis, imagens que podem ser publicadas e alguém que responda rápido. O produto em si raramente importa, exceto quando a matéria é justamente sobre o produto.

O influenciador tem o trabalho de mostrar uma experiência a uma audiência que confia na opinião dele. O kit que serve a ele é o produto pronto para uso, com informação suficiente para falar dele sem errar. Aqui a embalagem pesa, porque ela aparece no vídeo. Mas também pesa uma regra que a maioria dos guias ignora: o post de quem recebe um produto da marca precisa deixar essa relação clara.

Diagrama com os dois destinatários do press kit: o jornalista, que usa release, dados próprios, fotos em alta, porta-voz e link da sala de imprensa, e o influenciador, que recebe o produto e precisa mencionar o recebido ou identificar a publicidade
O mesmo nome cobre dois envios com lógicas diferentes. Do lado do jornalista, conta o conteúdo; do lado do influenciador, o produto e a transparência.

Qual a diferença entre press kit, mídia kit e sala de imprensa?

Os três termos aparecem misturados, inclusive em agências. A tabela abaixo separa cada um pela função, que é o que interessa na hora de decidir o que produzir.

Press kitMídia kitSala de imprensa
Quem preparaA empresa ou a assessoriaO veículo ou o criador de conteúdoA empresa
Para quemJornalistas ou influenciadoresAnunciantes e agênciasJornalistas, a qualquer hora
ObjetivoFacilitar a cobertura de um fato ou produtoVender espaço publicitário ou parceriaSer a fonte oficial e permanente da empresa
Conteúdo típicoRelease, fotos, ficha, contato, às vezes o produtoAudiência, perfil do público, formatos e condiçõesContatos, dados, porta-vozes, imagens, arquivo de releases
DuraçãoLigado a um momentoAtualizado de tempos em temposContínua

Comparativo elaborado pela Alliance Comunicação.

A confusão mais comum é entre press kit e mídia kit. O mídia kit vai no sentido oposto: é o material com que um veículo ou um criador de conteúdo se apresenta a quem quer anunciar. Se um influenciador manda à sua empresa um PDF com número de seguidores e formatos de publicação, aquilo é mídia kit. Se a sua empresa manda a ele uma caixa com o lançamento, aquilo é press kit. Há quem use os termos como sinônimos, mas separar os dois evita pedidos trocados entre marketing e fornecedores.

Já a sala de imprensa é a casa permanente do kit digital. Se você quer entender como organizá-la, há um guia sobre o que o jornalista procura na sala de imprensa e em que ordem colocar cada item.

O que o jornalista realmente usa de um press kit?

A resposta curta: o que ajuda a escrever. Pesquisas com jornalistas apontam sempre na mesma direção, e não é a da embalagem.

No State of the Media 2025 da Cision, que ouviu mais de 3.000 jornalistas em 19 mercados, 72% dos jornalistas apontaram o press release como o recurso mais útil que as equipes de relações públicas podem oferecer. O mesmo comunicado registra que o impacto cresce quando o release vem acompanhado de multimídia.
Fonte: Cision, "Cision's 2025 State of the Media Report Reveals a Tipping Point for Trust, Technology, and PR-Journalist Partnerships" (2025)

Ou seja, o coração do press kit para imprensa é um texto. Não um texto qualquer: um release que conte um fato de interesse do público do veículo, com números, uma citação de quem pode responder por ele e o contato direto. Se o release é fraco, o resto do kit não salva. Vale ler o que faz o jornalista apagar um press release sem ler antes de pensar em embalagem.

Na leitura do mesmo relatório publicada pela PR Newswire, empresa do grupo Cision, a maioria dos jornalistas disse ter usado uma ou mais imagens fornecidas por profissionais de PR em suas matérias, e 55% disseram usar, no trabalho, releases sobre pesquisas conduzidas pela própria organização.
Fonte: PR Newswire, "3 Important Takeaways from the 2025 State of the Media Report" (2025)

Esses dois números dizem o que mais merece espaço no kit. Primeiro, imagens que o jornalista possa publicar: em alta resolução, com crédito e com autorização de uso clara. Segundo, dados que a empresa produziu, como uma pesquisa com clientes, um levantamento do próprio setor ou números de operação que ninguém mais tem. Pesquisa própria com método explicado é o tipo de material que transforma um lançamento comum em pauta.

Repare no que não aparece em nenhuma dessas listas: o brinde. Isso não significa que o jornalista nunca deva receber um produto. Significa que o produto entra no kit quando ele é a notícia, e não como forma de agradar.

Brinde para jornalista ajuda ou atrapalha?

Na maior parte dos casos, atrapalha. A lógica do kit de influenciador, em que a experiência de receber faz parte do conteúdo, não se aplica a quem cobre a sua empresa com independência. E existe uma razão ética, além da prática.

O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros determina, no art. 7º, inciso IX, que o jornalista não pode valer-se da condição de jornalista para obter vantagens pessoais.
Fonte: FENAJ, Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros (2007)

O texto é genérico: não fixa valor de presente nem proíbe expressamente receber um produto. Cada redação tem a sua política interna, e elas variam. Mas o princípio é claro o bastante para orientar a empresa. Um kit caro enviado a um repórter coloca nele o ônus de decidir o que fazer com aquilo, e pode soar como tentativa de comprar boa vontade. O efeito costuma ser o oposto do pretendido.

Na prática, o critério que usamos é simples: o jornalista precisa do produto para avaliar o produto? Se a pauta é um eletrônico, um cosmético, um alimento ou um livro, a amostra faz parte da apuração e pode ir, sempre com a ficha técnica e o contato. Se a pauta é o resultado trimestral, uma nova diretoria ou a abertura de uma unidade, o produto não acrescenta nada à matéria, e o kit deve ser só conteúdo.

O que muda quando o press kit vai para influenciadores?

Aqui o produto é o centro, e a embalagem passa a fazer parte da mensagem. Mas o envio também cria uma relação entre a marca e o criador, e essa relação tem regra no Brasil. É o ponto que nenhum dos guias mais lidos sobre o tema menciona.

O Guia de Marketing e Publicidade por Influenciadores Digitais do CONAR classifica as postagens de agradecimento por brindes ("recebidos"), viagens, hospedagens, experiências e convites como "mensagem ativada". Elas não configuram anúncio, mas é necessária a menção da relação que originou a referência, e recomenda-se que anunciantes e agências orientem os influenciadores. A tabela de expressões do guia sugere "#recebido" e "#conviteDeMarca".
Fonte: CONAR, Guia de Marketing e Publicidade por Influenciadores Digitais (2026), item 2

Há uma fronteira importante no mesmo guia. A mensagem ativada é a que acontece sem arranjo entre as partes para a divulgação e sem interferência da marca no conteúdo. Quando o envio vem com um compromisso de postar, uma contrapartida ou qualquer outra conexão material combinada, o item 1 do guia trata o conteúdo como publicidade por influenciador, que precisa ser identificada como tal, com expressões como #publi ou #publicidade.

Para a empresa, isso vira três cuidados práticos. Primeiro, decidir antes do envio se é um presente sem compromisso ou uma ação contratada, e não misturar as duas coisas. Segundo, incluir no kit uma orientação clara sobre transparência, porque o próprio CONAR recomenda que a marca oriente. Terceiro, não pedir o post "por fora" de um kit enviado como presente. O detalhamento do guia, incluindo o repost no perfil da marca e o conteúdo feito com IA, está no artigo sobre o que o guia do CONAR exige no marketing de influência.

O que colocar em um press kit?

Existe uma base comum aos dois destinatários e uma camada específica para cada um. O diagrama resume; os itens abaixo explicam o porquê de cada peça.

Checklist do conteúdo do press kit: base comum com release, contato, link da sala de imprensa, data de divulgação e imagens oficiais; para o jornalista, dados próprios, fotos em alta e porta-voz; para o influenciador, produto, cartão com contexto e orientação de transparência
A base comum resolve metade do trabalho. O que muda entre os dois casos é o que vem por cima dela.

1. Um release ou uma ficha que conte o fato

Para a imprensa, o release: o que aconteceu, por que importa, números e uma citação de quem responde. Para o influenciador, uma ficha curta do produto: o que é, para quem serve, como usar, cuidados e preço sugerido quando fizer sentido. Em ambos, nada de linguagem de anúncio.

2. Um nome e um contato que respondem

E-mail e telefone de uma pessoa, não o endereço geral do atendimento. O jornalista com prazo e o criador com dúvida sobre o produto precisam da mesma coisa: alguém que responda no mesmo dia.

3. Imagens oficiais em alta resolução

Logotipo em versões para fundo claro e escuro, fotos do produto ou do porta-voz em boa resolução, com crédito e indicação de uso livre para fins editoriais. No kit físico, isso vai num link ou QR code impresso no cartão, nunca num pen drive.

4. Dados próprios, com método

É o item que mais diferencia um kit para imprensa. Se a empresa tem uma pesquisa, explique como foi feita: quem foi ouvido, quantas pessoas, quando. Sem método, o jornalista não publica; com método, o número pode virar o título da matéria.

5. Porta-voz disponível ou orientação de transparência

Para o jornalista, quem pode dar entrevista, sobre quais temas e em que horários. Para o influenciador, um lembrete simples de como sinalizar o recebido, e, se houver acordo de publicação, o contrato e a identificação como publicidade.

6. O link da sala de imprensa

É ali que o destinatário encontra a versão digital de tudo, inclusive depois que a caixa foi aberta e o cartão se perdeu. Um kit sem link para a sala de imprensa obriga a mais um e-mail, e cada e-mail a mais é uma chance de a pauta morrer.

Como fazer um press kit passo a passo?

O roteiro abaixo vale para empresas de qualquer porte. Ele começa pela pergunta que quase todo guia pula: para quem é o kit.

  1. Defina o destinatário. Jornalistas de quais editorias, ou criadores de quais nichos. Uma lista curta e pertinente rende mais do que um envio amplo.
  2. Defina o fato. O que há de novo, e por que interessa ao público de quem recebe. Se a resposta for "queremos aparecer", ainda não há kit.
  3. Escreva o release ou a ficha antes de pensar na caixa. O conteúdo define o formato, não o contrário.
  4. Separe o que é material editorial do que é produto. Para a imprensa, o produto só entra se for objeto da matéria. Para o influenciador, decida se o envio é presente sem compromisso ou ação contratada.
  5. Monte a versão digital primeiro. Publique tudo na sala de imprensa e use o link no kit físico, no e-mail e no convite.
  6. Combine datas. Se houver embargo ou data de lançamento, deixe-a escrita no material, e não só no e-mail.
  7. Envie com aviso e acompanhe. Uma mensagem curta antes de a caixa chegar e outra depois, sem cobrar publicação.
  8. Registre o que voltou. Matérias, posts, pedidos de entrevista e perguntas recebidas alimentam o próximo kit.

Quando o press kit físico se justifica?

O kit físico custa produção, logística e tempo. Ele se justifica quando há algo que só pode ser avaliado com as mãos, ou quando o próprio envio é parte de uma ação planejada com criadores. Nos demais casos, o kit digital entrega o mesmo resultado com menos risco. A tabela organiza as situações mais comuns.

SituaçãoPara a imprensaPara influenciadores
Lançamento de produto que precisa ser provado (cosmético, alimento, eletrônico)Amostra com ficha técnica e contatoKit físico com produto e orientação de transparência
Resultado, investimento, nova diretoriaSó digital: release, dados, fotos e porta-vozNormalmente não se aplica
Evento ou coletivaPasta ou link com release, programação e imagensConvite com indicação de que é convite de marca
Inauguração de loja ou unidadeRelease com dados da operação e fotos do espaçoConvite para a visita, com a mesma orientação de transparência
Pesquisa ou estudo próprioSó digital: relatório, método e gráficos em altaRaramente útil

Critérios elaborados pela Alliance Comunicação.

Em eventos e inaugurações, o kit costuma ser entregue no local. Mesmo assim, vale enviar a versão digital no mesmo dia: o jornalista escreve depois, longe da pasta, e o criador posta do celular, sem tempo de procurar o cartão.

Quais os erros mais comuns num press kit?

  • Caixa sem conteúdo: embalagem caprichada e nenhum fato, número ou imagem que possa ser publicado.
  • Brinde caro para jornalista: coloca o repórter numa posição delicada e não aumenta a chance de matéria.
  • Mesmo kit para todo mundo: o repórter de economia e a criadora de beleza recebem a mesma caixa, e nenhum dos dois encontra o que precisa.
  • Sem contato de pessoa: só o e-mail geral ou o perfil da marca, que não respondem no prazo da redação.
  • Imagens só impressas ou em baixa resolução: o jornalista não tem como usar e precisa pedir de novo.
  • Silêncio sobre transparência: a marca envia o produto ao influenciador e não diz nada sobre como sinalizar o recebido.
  • Presente que vira cobrança: o kit chega como mimo e, dias depois, alguém pergunta quando sai o post. Nesse momento, deixou de ser presente.

Como medir se o press kit funcionou?

Meça pelo que o kit deveria provocar, e não pelo número de caixas enviadas. Para a imprensa, os sinais são matérias e notas publicadas, pedidos de entrevista, perguntas de jornalistas e uso das imagens e dos dados enviados. Para influenciadores, os sinais são posts com a menção correta, a qualidade das informações sobre o produto e a resposta da audiência.

Dois registros simples ajudam muito: uma planilha com quem recebeu, o que recebeu e o que voltou, e um link rastreável para a sala de imprensa ou para a página do produto, com parâmetros que mostrem de onde veio cada visita. Com isso, o próximo kit fica menor, mais certeiro e mais barato. Se a empresa não sabe nem por onde começar a medir a própria comunicação, o diagnóstico de marketing gratuito da Alliance ajuda a mapear o que já existe e o que falta.

Por onde começar?

Antes de encomendar caixas, responda por escrito a três perguntas: qual é o fato, quem precisa saber dele e o que essa pessoa vai fazer com o material. Se as respostas apontam para jornalistas, comece pelo release, pelos dados e pelas imagens, e publique tudo na sala de imprensa. Se apontam para criadores, comece pelo produto, pela ficha e pela orientação de transparência, e decida se o envio é presente ou contrato.

Em muitos casos a empresa precisa dos dois kits ao mesmo tempo, por exemplo num lançamento. Aí vale tratar como duas ações coordenadas, com a mesma data e a mesma base de conteúdo, mas listas, materiais e regras separados. É esse tipo de trabalho que a assessoria de imprensa da Alliance organiza: do fato que merece ser contado ao material que o jornalista consegue usar.

Press kitAssessoria de imprensaInfluenciadoresCONAR

Perguntas frequentes

O que significa press kit?+

Press kit significa, literalmente, kit para a imprensa. É o conjunto de materiais que a empresa prepara para quem pode divulgá-la, como release, fotos, ficha do produto e contato. Hoje o termo também é usado para a caixa de produtos enviada a influenciadores.

Para que serve um press kit?+

Serve para facilitar o trabalho de quem vai falar da empresa. Para o jornalista, isso significa fatos, dados, imagens publicáveis e um contato que responde. Para o influenciador, significa o produto pronto para uso, informação correta sobre ele e orientação sobre como sinalizar a relação com a marca.

O que colocar em um press kit?+

A base é um release ou ficha do produto, o nome e o contato de quem responde, imagens oficiais em alta resolução e o link da sala de imprensa. Para jornalistas, acrescente dados próprios com método e porta-vozes disponíveis. Para influenciadores, o produto e uma orientação clara de transparência.

Qual a diferença entre press kit e mídia kit?+

O press kit é preparado pela empresa para quem pode divulgá-la, como jornalistas e criadores de conteúdo. O mídia kit vai no sentido oposto: é o material com que um veículo ou um influenciador se apresenta a anunciantes, com dados de audiência e formatos de publicação.

Quanto custa um press kit personalizado?+

Depende do formato, da quantidade, dos itens incluídos e da logística de entrega, por isso não há um valor padrão. O kit digital tem custo baixo, porque é basicamente produção de conteúdo e imagens. O físico soma produto, embalagem, impressão e frete, e só costuma valer a pena quando o produto precisa ser provado.

Como fazer press kit para empresas?+

Comece pelo fato e pelo destinatário, não pela embalagem. Escreva o release, reúna dados e imagens, publique tudo na sala de imprensa e use o link em todos os envios. O kit físico só entra quando há um produto que o jornalista precise avaliar.

Como montar press kit para influenciadores?+

Inclua o produto pronto para uso, uma ficha curta com contexto e cuidados, e a orientação sobre transparência que o guia do CONAR recomenda. Decida antes se o envio é presente sem compromisso, em que o post menciona o recebido, ou ação contratada, que precisa ser identificada como publicidade.

Press kit para evento ou inauguração de loja: o que muda?+

No evento, o kit costuma ser entregue no local, com release, programação e imagens, mas a versão digital deve seguir no mesmo dia. Na inauguração, o foco para a imprensa são os dados da operação e as fotos do espaço. Para influenciadores convidados, vale a mesma regra de transparência, como o #conviteDeMarca sugerido pelo CONAR.

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