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Windsurf AI: o que é, quanto custa e o que mudou com o Devin Desktop

Windsurf AI virou Devin Desktop em junho de 2026. Veja quanto custa cada plano, quem manteve o preço antigo, o fim do Cascade e o que o admin precisa revisar.

Resposta rápida

O Windsurf AI é um editor de código com agentes de inteligência artificial que, desde 2 de junho de 2026, se chama Devin Desktop: é o mesmo IDE, comprado pela Cognition em julho de 2025. Hoje há plano Free (US$ 0), Pro (US$ 20 por mês), Max (US$ 200) e Teams (US$ 80 pelo plano mais US$ 40 por assento completo); SSO ficou só no Enterprise. Quem assinava o Pro a US$ 15 ou o Teams a US$ 30 por assento manteve o preço por tempo indeterminado. Os créditos viraram cota diária e semanal, e o agente Cascade deu lugar ao Devin Local.

Quem procura “Windsurf AI” hoje encontra, nos primeiros resultados em português, a descrição de uma ferramenta que já não existe do mesmo jeito: créditos de prompt, plano Teams a US$ 30, SSO no pacote de equipe e o Cascade como agente principal. Tudo isso mudou entre julho de 2025 e julho de 2026 — de dono, de modelo de cobrança, de nome e de agente.

Este guia é para quem já usa o editor ou está decidindo se assina. Ele explica o que o Windsurf é agora, quanto custa cada plano na tabela atual, quem ficou com o preço antigo congelado, o que o administrador perdeu no plano Teams e o que migrar antes que o agente antigo saia de vez do caminho.

O que é o Windsurf AI?

O Windsurf é um IDE com agentes de IA embutidos: um editor de código derivado do VS Code em que a IA não só completa a linha, mas lê o projeto, propõe um plano, edita vários arquivos e roda comandos no terminal. Durante 2025 ele ficou conhecido pelo Cascade, o agente que conversava com o desenvolvedor dentro do editor.

Desde 2 de junho de 2026, o Windsurf se chama Devin Desktop. Segundo a Cognition, é o mesmo IDE, o mesmo editor e os mesmos recursos, agora sob a marca Devin. A mudança chegou como atualização automática, e as configurações do Windsurf foram levadas para o novo aplicativo. Por isso o nome antigo ainda aparece no endereço de login, no painel de assinatura e em parte da documentação.

Na prática, quem abre o Devin Desktop encontra duas camadas. A primeira, que agora é a tela principal, é o Agent Command Center, com espaços, visão em kanban e gestão de vários agentes ao mesmo tempo. A segunda é o editor clássico do Windsurf — extensões, atalhos, fluxos e servidores de linguagem —, que continua lá e acessível.

Quem comprou o Windsurf e por que o nome mudou?

A compradora foi a Cognition, empresa que desenvolve o Devin, um agente autônomo de engenharia de software. O anúncio foi publicado pelo CEO, Scott Wu, em texto no blog da Cognition em 14 de julho de 2025.

A Cognition assinou acordo definitivo para comprar o Windsurf em 14 de julho de 2025, levando o IDE, a marca, a propriedade intelectual e um negócio com US$ 82 milhões de receita recorrente anual e mais de 350 clientes corporativos.
Fonte: Scott Wu, “Cognition’s acquisition of Windsurf” (Cognition, 2025)

A troca de nome veio quase um ano depois. A explicação oficial, no FAQ do Devin Desktop, é que a empresa decidiu unificar os produtos sob uma marca só: Devin Cloud, Devin Desktop, Devin CLI e Devin Review. A aposta declarada é que o trabalho do desenvolvedor passa a ser coordenar equipes de agentes, locais e na nuvem, e que o desktop é a central de comando disso.

Para quem usa, a consequência prática é que o Windsurf deixou de ser um produto isolado e virou a porta de entrada de uma plataforma maior. O plano Pro atual, por exemplo, já inclui acesso aos agentes em nuvem (Devin Cloud), o que não fazia parte da proposta original do editor.

Linha do tempo com quatro marcos: compra do Windsurf pela Cognition em julho de 2025, troca dos créditos por cota em março de 2026, mudança de nome para Devin Desktop em 2 de junho de 2026 e saída do agente Cascade em julho de 2026
Em doze meses mudaram o dono, o modelo de cobrança, o nome e o agente — e cada mudança pede uma revisão diferente de quem administra a ferramenta.

Quanto custa o Windsurf AI hoje?

A tabela em vigor, publicada na página de planos da Devin e consultada em 22 de outubro de 2026, tem quatro planos com preço aberto e um sob consulta. Os valores são em dólar e cobrados por mês.

PlanoPreçoO que incluiPara quem faz sentido
FreeUS$ 0Cota leve para usar agentes, modelos limitados, edições inline e autocompletar (Tab) ilimitadosTestar o editor ou programar de vez em quando
ProUS$ 20/mêsCota maior, modelos de ponta de vários fornecedores, uso livre do SWE-2, acesso ao Devin Cloud e compra de uso extraDesenvolvedor individual que usa agente todo dia
MaxUS$ 200/mêsTudo do Pro, com cota significativamente maiorQuem estoura a cota do Pro com frequência
TeamsUS$ 80/mês + US$ 40 por assento completoAté 200 usuários, cobrança centralizada, painel de administração com análises e suporte prioritárioEquipe que precisa de gestão de assentos, sem exigência de SSO
EnterpriseSob consultaSSO SAML/OIDC, controles centralizados, opção de implantação em nuvem privada (VPC) e conta dedicadaEmpresa com política de identidade, auditoria ou dados sensíveis

Devin — Plans and Pricing (devin.ai/pricing), consultado em 22/10/2026.

Dois detalhes passam despercebidos na leitura rápida. No Teams, o preço não é só por assento: há uma taxa fixa de US$ 80 pelo plano, e cada usuário completo custa mais US$ 40. É o assento completo que dá ao usuário a própria cota e o acesso ao Devin Desktop. Para uma equipe de cinco pessoas, a conta da tabela dá US$ 280 por mês.

O segundo detalhe é que nenhum plano pago é um teto. Quando a cota acaba, Pro, Teams e Max permitem comprar uso extra cobrado pelo preço de API do modelo escolhido. Quem orça a ferramenta só pelo preço do assento orça o piso, não o custo real.

Quem tem preço congelado e o que aconteceu com os créditos?

Em março de 2026 o editor abandonou os créditos de prompt e passou para um sistema de cota diária e semanal. A documentação de uso por cota descreve o que aconteceu com cada tipo de assinante na transição.

  • Pro a US$ 15: o preço ficou congelado por tempo indeterminado. O assinante foi para o sistema de cota, mas manteve o valor antigo.
  • Teams a US$ 30 por assento: o valor por assento de desenvolvedor também ficou congelado por tempo indeterminado.
  • Créditos adicionais não usados: foram convertidos em saldo de uso extra na taxa paga. Como o crédito era vendido a US$ 0,04, cada 250 créditos viraram US$ 10 de saldo — e esse saldo pode ser reembolsado pelo suporte.
  • Créditos de prompt do plano: deixaram de existir; a cota substitui o que vinha embutido na assinatura.
  • Enterprise contratado e Enterprise Self-Serve: seguem nos acordos de cobrança que já tinham.

Todo assinante pago ganhou ainda uma semana extra na data de renovação para testar o novo modelo. Quem tinha plano anual e não gostou da troca podia pedir reembolso dos meses restantes, segundo a mesma página.

A consequência para o gestor é simples de enunciar e fácil de esquecer: o preço congelado vale para a assinatura que existe. Na nossa leitura, cancelar e reassinar, ou montar uma equipe nova, tende a cair na tabela atual — e, no caso do Teams, numa tabela que não tem mais SSO. Antes de mexer no plano, confirme com o suporte da Cognition o que acontece com o valor congelado.

Comparativo entre quem já assinava antes de março de 2026 e quem assina hoje: Pro a 15 dólares congelado contra 20 dólares, Teams a 30 dólares por assento contra 80 dólares pelo plano mais 40 por assento, e SSO mantido só para quem já tinha o adicional
O preço antigo é um ativo da assinatura atual: some quando ela é encerrada, e o SSO não volta no Teams novo.

Por que o SSO saiu do plano Teams e quando isso pesa?

A documentação é direta: os planos Teams novos não incluem SSO, que virou recurso exclusivo do Enterprise. Quem havia comprado o SSO como adicional no Teams antigo continua com ele dentro do plano congelado.

SSO é o login único pela conta corporativa (Google Workspace, Microsoft Entra, Okta e similares). Sem ele, cada desenvolvedor entra com credencial própria, e desligar o acesso de quem sai da empresa vira uma tarefa manual no painel da ferramenta, não um efeito automático do desligamento no diretório.

Isso pesa mais em três situações: quando a empresa tem rotatividade de terceirizados no time de desenvolvimento, quando passa por auditoria ou certificação que exige controle centralizado de identidade, e quando o código é de cliente sob contrato de confidencialidade. Para uma equipe pequena e estável, o Teams sem SSO pode bastar; para as outras, a conta real é a do Enterprise.

Como funciona a cota diária e semanal?

Cada plano tem um orçamento diário e um semanal que se renovam sozinhos pela data do calendário. O consumo é medido em tokens: quanto mais arquivos no contexto e mais longa a conversa, mais a requisição gasta. O custo por token muda conforme o modelo, e os modelos gratuitos não contam para a cota.

A cota diária é maior que um sétimo da semanal, de propósito: quem trabalha no fim de semana consegue usar a franquia inteira. Ao bater o limite, o plano Free espera a próxima renovação; os pagos podem comprar uso extra, cobrado pelo preço de API e encarecido por configurações de prioridade e velocidade, como as variantes rápidas de alguns modelos.

A própria documentação dá as dicas para a cota durar mais, e elas valem como política de equipe:

  1. Seja preciso no pedido e tire do contexto o que não importa.
  2. Use os modelos mais baratos da família SWE nas tarefas de rotina e guarde os modelos de ponta para o que exige raciocínio.
  3. Evite sessões longas quando um pedido curto resolve.
  4. Fique num modelo só durante a tarefa: pedidos ao mesmo modelo aproveitam cache e gastam menos tokens.

O que aconteceu com o Cascade e o que é o Devin Local?

O Cascade, agente local que fez a fama do Windsurf, foi substituído pelo Devin Local. O FAQ informava que o Cascade continuaria disponível até julho; na versão atual da documentação, conversas novas já não começam no Cascade, embora as antigas sigam acessíveis pelo histórico.

Segundo a documentação do Devin Local, o novo agente usa a mesma arquitetura do Devin CLI e, na maioria das tarefas, gasta até 30% menos tokens que o Cascade para chegar ao mesmo resultado. Ele também cria subagentes, roda em sandbox no nível do sistema operacional e trabalha em git worktree, sem tocar na pasta principal do projeto.

O que o Devin Local ainda não tem, pela lista oficial de limitações:

  • Memórias entre sessões — precisam ser migradas para skills.
  • Workflows do Cascade — também viram skills.
  • App Deploys, o publicar com um clique.
  • Arena Mode, a comparação lado a lado de modelos.

Há ainda uma mudança de comportamento que afeta segurança: diferente do Cascade, o Devin Local pede aprovação antes de chamar qualquer ferramenta MCP na configuração padrão. E o modelo de permissão mudou — saem os níveis de autoexecução do terminal, entram regras de negar, perguntar e permitir, configuráveis por projeto, usuário ou organização. Já tratamos desse tipo de decisão no post sobre as permissões que a empresa define para o Claude Code, e a lógica é a mesma.

Como migrar regras, memórias e configurações do Windsurf?

A Cognition levou as configurações do usuário para o Devin Desktop automaticamente. O que exige ação é o que mora no repositório, na política da máquina e no agente. A ordem abaixo segue o que a documentação descreve.

1. Regras do projeto: de .windsurf para .devin

O Devin Desktop continua lendo o arquivo .windsurfrules e a pasta .windsurf/rules/, mas a pasta preferida agora é .devin/rules/, que tem precedência quando as duas existem. Ele também lê AGENTS.md e importa regras do Cursor (.cursor/rules). Para evitar regra duplicada com instrução conflitante, escolha uma pasta e apague a outra.

2. Memórias e workflows: rode o assistente de migração

Como o Devin Local não guarda memórias nem executa workflows, o caminho oficial é o comando Devin: Open Cascade Migration Wizard, na paleta de comandos, que transforma os dois em skills. Revise o resultado: memória antiga costuma carregar decisão que já não vale.

3. Política de dispositivos e rede

O aplicativo mudou de nome no sistema: no Windows virou Devin.exe, no macOS Devin.app. A própria Cognition aponta isso como o item mais importante para TI: política de MDM que só libera “Windsurf” pode bloquear o aplicativo renomeado. Na rede, não houve mudança obrigatória, mas a documentação passou para docs.devin.ai, que pode precisar entrar na lista de domínios liberados.

4. Controles de administrador que não existem mais

Alguns controles do Enterprise legado não funcionam com o Devin Local, como restringir chamadas de ferramenta ao workspace e desligar o uso de ferramentas por completo. O equivalente é escrever uma política de permissões. Listas de comandos permitidos e proibidos no terminal ainda valem como reserva, mas só até a empresa configurar a política nova.

O Windsurf AI funciona com o VS Code?

Funciona de dois jeitos. O próprio Devin Desktop é derivado do VS Code: usa a mesma estrutura de configurações, atalhos e extensões, e a instalação oferece importar as configurações do VS Code ou do Cursor. Quem vem do VS Code reconhece a interface do editor de imediato.

O segundo jeito são os plugins, que levam o agente para dentro de outros editores, como VS Code e JetBrains. Aqui cabe um alerta: o plugin do Windsurf para JetBrains está em modo de manutenção, e o Cascade dentro dele está sendo descontinuado. A recomendação da Cognition para quem usa IntelliJ, PyCharm e afins é conectar o Devin pelo protocolo ACP.

Quais os erros mais comuns de quem já usa o Windsurf?

  • Cancelar para reorganizar a conta e perder o preço de US$ 15 ou US$ 30 congelado.
  • Montar um Teams novo contando com SSO, que hoje só existe no Enterprise.
  • Orçar só o assento, sem prever o uso extra a preço de API quando a cota acaba.
  • Deixar regras em .windsurf e .devin ao mesmo tempo, com instruções diferentes — a pasta .devin vence, e ninguém sabe por que o agente mudou de comportamento.
  • Esquecer memórias e workflows do Cascade, que o Devin Local não lê sem a migração para skills.
  • Não avisar a equipe de segurança sobre o novo nome do executável, e descobrir no dia da atualização que o editor foi bloqueado.

Vale adotar o Devin Desktop ou olhar alternativas?

Depende menos da ferramenta e mais de onde a empresa está. A tabela abaixo é a nossa leitura, como agência que desenvolve com IA, de como a decisão muda por perfil — é opinião, não regra de fornecedor.

SituaçãoO que costuma fazer sentidoO que conferir antes
Já assina Pro a US$ 15 ou Teams a US$ 30Manter a assinatura e migrar regras e memóriasSe o time cresce, quanto custa cada assento novo
Equipe pequena, sem exigência de identidadeTeams atual ou Pro por pessoaTaxa fixa de US$ 80 e consumo de uso extra
Empresa com auditoria, terceirizados ou código de clienteEnterprise, ou ferramenta que dê SSO no plano contratadoSSO, controles centralizados e onde os dados ficam
Time que usa JetBrainsDevin pelo ACP, não o plugin antigoSe o fluxo atual depende do Cascade no plugin
Ainda decidindo entre editores com IATestar no plano Free com um projeto realComparar política de permissões, não só o preço

Leitura da Alliance Comunicação a partir da documentação e da tabela de preços da Cognition (outubro de 2026).

Se a decisão é entre editores, o critério que mais importa para empresa raramente é o modelo de IA, que muda todo trimestre. É o que o administrador controla: quem entra, o que o agente pode executar e quanto se gasta além do assento. Fizemos essa mesma análise para o que a empresa precisa ligar antes de liberar o Cursor e para o que o assento do GitHub Copilot não cobre.

Por onde começar hoje

  1. Descubra se o seu plano tem preço congelado e registre isso antes de qualquer mudança de conta.
  2. Liste quem precisa de SSO e decida se o Teams atual atende ou se a conversa é de Enterprise.
  3. Peça à TI para liberar o executável Devin na política de dispositivos.
  4. Rode o assistente de migração do Cascade e revise as skills geradas.
  5. Consolide as regras do projeto numa pasta só, de preferência .devin/rules.
  6. Defina a política de permissões do Devin Local, incluindo as ferramentas MCP liberadas por padrão.
  7. Acompanhe o uso extra no primeiro mês para saber o custo real por desenvolvedor.

Se a sua empresa quer usar agentes de programação sem perder o controle de custo e de acesso, esse é o tipo de projeto que fazemos no desenvolvimento assistido por IA da Alliance. E se o desafio é maior que a ferramenta, o diagnóstico de marketing gratuito mostra onde a tecnologia e a automação entram no seu plano.

WindsurfDevin DesktopProgramação com IACognitionIDE

Perguntas frequentes

O Windsurf AI é gratuito?+

Existe um plano Free, a US$ 0, com cota leve para usar agentes, modelos limitados e edições inline e autocompletar ilimitados. Quando a cota acaba, o plano gratuito espera a próxima renovação diária ou semanal, sem opção de comprar uso extra.

Quanto custa o Windsurf AI?+

Na tabela consultada em outubro de 2026, o Pro custa US$ 20 por mês, o Max US$ 200 e o Teams US$ 80 pelo plano mais US$ 40 por assento completo. O Enterprise é sob consulta. Quem já assinava o Pro a US$ 15 ou o Teams a US$ 30 por assento manteve esses valores.

O que inclui o Windsurf AI Pro?+

O Pro inclui cota maior que a do Free, acesso a modelos de ponta de vários fornecedores, uso livre do modelo próprio SWE-2, acesso aos agentes em nuvem do Devin Cloud e a possibilidade de comprar uso extra a preço de API. Custa US$ 20 por mês na tabela atual; quem assinava a US$ 15 antes de março de 2026 manteve o preço antigo.

Quem comprou o Windsurf AI?+

A Cognition, empresa criadora do agente Devin, assinou acordo definitivo para comprar o Windsurf em 14 de julho de 2025. Em 2 de junho de 2026 o editor passou a se chamar Devin Desktop.

Como funciona o Windsurf AI?+

É um editor de código derivado do VS Code com agentes de IA que leem o projeto, planejam a tarefa, editam arquivos e executam comandos. O consumo é medido por uma cota diária e semanal em tokens, que varia conforme o modelo escolhido e o tamanho do contexto.

Como usar o Windsurf AI?+

Instale o Devin Desktop, importe as configurações do VS Code ou do Cursor e abra um projeto. Descreva a tarefa para o agente Devin Local, revise o plano proposto e aprove as edições e comandos conforme as regras de permissão definidas.

Windsurf AI funciona com o VS Code?+

O Devin Desktop é derivado do VS Code e importa as configurações dele. Também há plugins que levam o agente para outros editores; no caso do JetBrains, o plugin antigo está em modo de manutenção e a recomendação é conectar o Devin pelo protocolo ACP.

Como baixar o Windsurf AI no Windows?+

O download hoje é do Devin Desktop, pela página de instalação da documentação da Devin. A versão para Windows exige Windows 10 ou superior, e o aplicativo instalado aparece como Devin.exe.

Quais as alternativas ao Windsurf AI?+

Entre as mais usadas por empresas estão o Cursor, o GitHub Copilot e o Claude Code, cada um com modelo de cobrança e controles de administrador diferentes. A comparação que mais importa é de permissões, identidade e custo além do assento, não só do preço da tabela.

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