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Tecnologia

Gemini Code Assist: o Google parou de vender e o prazo para migrar

Gemini Code Assist saiu de venda em 09/10/2026 e o plano individual parou em junho. As datas para renovar e o que levantar antes de migrar.

Resposta rápida

O Google está encerrando o Gemini Code Assist em duas etapas. Desde 18 de junho de 2026, as extensões de IDE e o Gemini CLI deixaram de atender o plano individual gratuito e os planos Google AI Pro e Ultra; desde 9 de outubro de 2026, não é mais possível comprar assinaturas Standard e Enterprise. Quem já assina pode adicionar licenças e renovar o plano anual até 31 de janeiro de 2027, e o mensal até 31 de dezembro de 2027, com suporte até o fim do contrato. A rota indicada pelo Google é o Antigravity, incluído nas edições do Gemini Enterprise.

Quem procura o Gemini Code Assist hoje ainda encontra, nos primeiros resultados da busca, tutoriais de instalação e tabelas de planos que falam de um assistente gratuito para qualquer pessoa com conta do Google. Esse retrato envelheceu. A própria documentação do Google registra que o plano individual parou de funcionar nas extensões em junho de 2026 e que, desde 9 de outubro, as assinaturas pagas saíram do catálogo.

Este artigo é o calendário de decisão para duas pessoas: a empresa que já usa o Gemini Code Assist e precisa saber até quando ele vale, e a que ia contratar e agora precisa de outro caminho. Ele explica o que o produto é, organiza as quatro datas que importam, mostra o que o Google indica no lugar e lista o que levantar antes de migrar. Todas as datas foram conferidas nas páginas oficiais do Google em 12/10/2026.

O que é o Gemini Code Assist?

O Gemini Code Assist é o assistente de programação com IA do Google. Ele funciona como extensão dentro do editor de código, com suporte a VS Code, IDEs da JetBrains (como IntelliJ e PyCharm) e Android Studio, além de ferramentas do próprio Google Cloud, como o Cloud Shell Editor e o Cloud Workstations. No editor, ele completa código enquanto a pessoa digita, gera funções a partir de comentários, escreve testes unitários e ajuda a entender e documentar trechos existentes.

Nas versões mais recentes, ganhou também um modo agente, que recebe uma tarefa de várias etapas e usa ferramentas do sistema e servidores MCP para executá-la, e uma cota para o Gemini CLI, o agente de linha de comando do Google. Por isso, quando se fala em encerramento, não é só a extensão que está em jogo: o terminal também entra na conta.

O produto existia em três formas. Havia o Gemini Code Assist for individuals, a versão gratuita para pessoa física, e duas edições pagas para empresa, vendidas pelo Google Cloud: a Standard e a Enterprise. Os planos de consumidor Google AI Pro e Google AI Ultra também davam acesso às extensões. Essa divisão importa porque cada grupo tem um prazo diferente.

O Gemini Code Assist foi descontinuado?

Foi, em duas etapas, e é aqui que a maior parte do que está publicado em português ficou para trás. A primeira etapa atingiu as contas de consumidor. A segunda atingiu a venda para empresas.

A partir de 18 de junho de 2026, as extensões de IDE do Gemini Code Assist pararam de atender os planos Gemini Code Assist for individuals, Google AI Pro e Google AI Ultra. O mesmo vale para o Gemini CLI, e a opção de login com a Conta do Google deixou de dar acesso às extensões e ao CLI.
Fonte: Google for Developers, Gemini Code Assist consumer accounts (página de descontinuação, consultada em 12/10/2026)

Na segunda etapa, o Google fechou a porta para novos contratos. Desde 9 de outubro de 2026, não é mais possível comprar assinaturas Standard ou Enterprise. As assinaturas que já existem continuam funcionando, mas com prazo para acabar. Em outras palavras: o produto não foi desligado para quem paga, foi colocado em fim de vida.

Houve sinais antes. As notas de versão oficiais registram que, em 20 de agosto de 2026, acabaram os créditos do primeiro mês para novos clientes, e que, em 4 de setembro, novas assinaturas deixaram de ser vendidas pelo console do Google Cloud para contas de faturamento que não tinham uma assinatura ativa; quem quisesse contratar precisava falar com o time comercial. O anúncio de 9 de outubro só completou o movimento.

Quais são as datas que a empresa precisa marcar?

São quatro, e elas valem para públicos diferentes. A tabela abaixo junta o que está espalhado em duas páginas da documentação oficial.

DataO que aconteceQuem é afetado
18/06/2026Extensões de IDE e Gemini CLI param de atender as contas de consumidor; o login com Conta do Google deixa de funcionar nelasPlano individual gratuito, Google AI Pro e Google AI Ultra
09/10/2026Fim da venda de novas assinaturas Standard e EnterpriseQuem ainda não tinha contrato
31/01/2027Último dia para adicionar licenças e para a renovação automática do plano anualAssinantes Standard e Enterprise, plano anual
31/12/2027Último dia para a renovação automática do plano mensalAssinantes Standard e Enterprise, plano mensal
Fim do contratoFim do suporte da assinatura existenteTodos os assinantes

Google Cloud, Gemini Code Assist Standard and Enterprise subscriptions, e Google for Developers, página de descontinuação das contas de consumidor, consultadas em 12/10/2026.

Quem já assina o Gemini Code Assist Standard ou Enterprise pode adicionar licenças até 31 de janeiro de 2027. O plano anual renova automaticamente até a mesma data; o mensal, até 31 de dezembro de 2027. Depois disso, as assinaturas não podem mais ser renovadas, e as existentes seguem com suporte até o fim do contrato.
Fonte: Google Cloud, Gemini Code Assist Standard and Enterprise subscriptions (consultada em 12/10/2026)
Linha do tempo do encerramento do Gemini Code Assist: 18/06/2026, fim do plano individual e dos planos AI Pro e Ultra nas extensões e no Gemini CLI; 09/10/2026, fim da venda de Standard e Enterprise; 31/01/2027, último dia para somar licenças e renovar o plano anual; 31/12/2027, última renovação do plano mensal
O detalhe que muda o planejamento: o limite para somar licenças é o mesmo do plano anual. Quem contrata gente nova depois de janeiro de 2027 já não consegue dar a ela um assento.

Repare na terceira linha. O prazo para adicionar licenças vale também para quem paga mensal. Uma empresa no plano mensal pode renovar até o fim de 2027, mas, se o time crescer depois de 31 de janeiro, os novos contratados ficam sem acesso. Na prática, o calendário real de quem está crescendo é o de janeiro, não o de dezembro.

Quem é afetado em cada plano?

Vale separar os casos, porque a conversa dentro da empresa costuma misturar todos eles.

Quem usava o plano gratuito ou o Google AI Pro e Ultra

Para esse grupo, o assistente já parou. Se alguém do time ainda tem a extensão instalada e entra com a conta pessoal, ela não responde mais desde junho. O Google indica migrar para a família de produtos Antigravity, que tem plano próprio para pessoa física. Para a empresa, o ponto é outro: se havia gente usando conta pessoal no código da empresa, essa prática vai se repetir na próxima ferramenta, a menos que alguém decida o contrário.

Quem assina Standard ou Enterprise

Para esse grupo, nada para de funcionar agora. O que existe é um prazo. A página oficial orienta a planejar a transição para o Gemini Enterprise antes que o plano chegue à última renovação ou ao fim do contrato. Isso dá uma janela de alguns meses no caso do anual e de pouco mais de um ano no mensal, tempo suficiente para fazer a troca com calma, desde que alguém comece.

Quem ia contratar

Para quem ainda não tinha contrato, o Gemini Code Assist deixou de ser opção. Os comparativos que ainda recomendam contratá-lo estão desatualizados. A escolha agora é entre o Antigravity, pela rota do Google, e as alternativas de outros fornecedores.

Quanto custa o Gemini Code Assist?

Para quem já assina, a referência continua sendo a tabela do Google Cloud. O preço é publicado por hora de licença, com desconto para compromisso de 12 meses, e a cobrança é mensal nos dois casos.

EdiçãoCompromisso mensalCompromisso de 12 mesesEquivalente em 730 horas
StandardUS$ 0,031232877 por horaUS$ 0,026027397 por horacerca de US$ 22,80 (mensal) e US$ 19,00 (anual)
EnterpriseUS$ 0,073972603 por horaUS$ 0,061643836 por horacerca de US$ 54,00 (mensal) e US$ 45,00 (anual)

Google Cloud, Gemini for Google Cloud pricing, consultada em 12/10/2026. A última coluna é conta nossa: preço por hora multiplicado por 730 horas, a média de um mês (8.760 horas do ano divididas por 12).

Dois cuidados ao usar essa tabela. O primeiro é que ela serve para orçar a renovação e as licenças extras de quem já é cliente, e não para uma compra nova, que deixou de existir. O segundo é que o preço do sucessor não é o mesmo: o Antigravity para empresas vem dentro das edições do Gemini Enterprise, que é outro produto, com outra tabela e outra negociação. Comparar só o valor por pessoa vai dar uma conta errada.

Standard ou Enterprise: o que muda entre as edições?

Para quem precisa decidir o que renovar até o fim, a diferença é concreta. Pela visão geral oficial, as duas edições têm o mesmo núcleo no editor: completar e gerar código, chat com o contexto dos arquivos abertos, modo agente, cota do Gemini CLI, citação de fontes e indenização de propriedade intelectual sobre as sugestões.

O Enterprise acrescenta duas coisas. A primeira é a personalização de código: a empresa conecta repositórios privados no GitHub, no GitLab ou no Bitbucket, e as sugestões passam a seguir o código e os padrões da casa. A segunda são as integrações com mais serviços do Google Cloud, como Apigee, Application Integration e Gemini Cloud Assist, além de limites diários maiores para o modo agente e o CLI.

Isso pesa na migração. Quem usa a personalização de código tem um trabalho a mais: descobrir como reproduzir esse contexto na ferramenta seguinte. Quem só usa o autocompletar e o chat tem uma troca bem mais simples.

O que substitui o Gemini Code Assist?

O Google diz isso com todas as letras: a assistência de programação com agentes passa a ser oferecida pelo Antigravity, que está incluído nas edições do Gemini Enterprise. As notas de versão de 9 de outubro também citam o Gemini Enterprise Agent Platform como caminho. Para quem usava o Gemini CLI, existe o Antigravity CLI, com um guia de migração próprio.

O Antigravity tem extensões para Visual Studio Code, Visual Studio, JetBrains, Zed e Xcode. Segundo a documentação, o suporte corporativo nas extensões de JetBrains, Zed e Xcode ainda está em prévia. Esse detalhe importa para empresa: se o time trabalha em IntelliJ ou PyCharm, confirme o estado do suporte antes de marcar a data da troca, porque a extensão pode funcionar com conta pessoal antes de funcionar com a conta da empresa.

O ponto de maior atenção está no login. A documentação do Antigravity descreve dois caminhos: a pessoa física entra com qualquer Conta do Google pessoal, inclusive no nível gratuito; o time corporativo escolhe entrar com o Gemini Enterprise, usando a identidade da empresa e um projeto do Google Cloud. Para as contas corporativas, a documentação afirma que código, prompts e transcrições do agente não são usados para treinar os modelos de base do Google, e que as políticas de IAM e o VPC Service Controls da organização são respeitados.

A ferramenta nova aceita os dois logins. Qual deles o seu time vai usar é uma decisão da empresa, não do desenvolvedor.

Qual a diferença entre o Gemini Code Assist e o Antigravity?

Para quem decide, a comparação útil não é de recursos, que mudam a cada versão, e sim de situação comercial e de controle.

Gemini Code Assist Standard e EnterpriseAntigravity
SituaçãoFora de venda desde 09/10/2026; renovação com prazoRota indicada pelo Google para assistência de programação
Como a empresa contrataAssinatura própria, anual ou mensalIncluído nas edições elegíveis do Gemini Enterprise
Onde rodaExtensões para VS Code, JetBrains e Android Studio; ferramentas do Google CloudExtensões para VS Code, Visual Studio, JetBrains, Zed e Xcode; app próprio; CLI
TerminalGemini CLIAntigravity CLI, com conversão das configurações do Gemini CLI
LoginLicença atribuída pela empresa (o login de consumidor parou em 18/06/2026)Conta pessoal ou Gemini Enterprise: depende do que a empresa exigir
Ponto de atençãoPlanejar a saída antes da última renovaçãoSuporte corporativo em prévia em JetBrains, Zed e Xcode

Documentação do Google Cloud (Gemini Code Assist overview, sunset e release notes) e do Antigravity (IDE extensions e Migrating from Gemini CLI), consultadas em 12/10/2026.

O que levantar antes de migrar?

Antes de pedir proposta do Gemini Enterprise ou de comparar com outra ferramenta, vale fazer um inventário. Ele leva poucos dias e evita a pior surpresa da troca: descobrir, depois de desligar o produto antigo, que alguma coisa dependia dele.

Checklist em quatro blocos para migrar do Gemini Code Assist: contas e acessos, extensões e terminal, regras e contexto, e contrato e prazo, com as perguntas de cada bloco
O inventário serve para qualquer destino, seja Antigravity ou outro fornecedor: a lista de contas, configurações e prazos é a mesma.

1. Contas e acessos

Liste quem tem licença Standard ou Enterprise atribuída e compare com o quadro atual de pessoas. Licença de quem saiu é custo e é risco. Depois, pergunte quem usava o Gemini com conta pessoal: essas pessoas perderam o acesso em junho e provavelmente já foram para outra ferramenta, por conta própria.

2. Extensões e terminal

Anote em quais editores a extensão está instalada e se alguém usa o Gemini CLI em scripts, automações ou pipelines. O CLI é o ponto que mais quebra em silêncio: um script que chamava o comando antigo para de funcionar sem que ninguém perceba até o dia em que ele faz falta.

3. Regras e contexto configurados

Times que usam bem um assistente de IA acumulam configuração: arquivos de regras, skills, conectores MCP. Esse acervo é o que faz a ferramenta seguir os padrões da casa, e é o que mais se perde numa troca apressada. A próxima seção mostra o que muda de lugar.

4. Contrato e prazo

Confira se o contrato é anual ou mensal, qual é a data da última renovação possível e se a empresa usa algum recurso exclusivo do Enterprise, como a personalização de código. Com isso em mãos, a conversa com o fornecedor seguinte deixa de ser sobre preço por pessoa e passa a ser sobre o que precisa continuar funcionando.

O que muda ao trocar o Gemini CLI pelo Antigravity CLI?

O guia oficial de migração do Gemini CLI é detalhado, e vale ler inteiro antes de começar. Os pontos que mais afetam um time:

  • Conversão na primeira execução: ao rodar o Antigravity CLI pela primeira vez numa máquina com configurações antigas, ele detecta os perfis existentes e oferece uma lista do que migrar.
  • Extensões viram plugins: as extensões do Gemini CLI podem ser importadas como plugins por um comando próprio de importação.
  • Arquivos de regras seguem valendo: o agente continua lendo o GEMINI.md e o AGENTS.md do projeto e o GEMINI.md global, sem mudança.
  • Skills de projeto mudam de pasta: as que estavam em .gemini/skills/ precisam ir para .agents/skills/, ou o agente não as reconhece.
  • Servidores MCP mudam de arquivo: saem do settings.json e passam para um mcp_config.json próprio, e a chave de endereço dos servidores remotos muda de nome.
  • Paridade parcial: o próprio guia avisa que temas de terminal personalizados e recursos visuais experimentais podem não ser suportados.

Nenhum desses passos é difícil. O problema é que eles acontecem máquina por máquina. Se cada desenvolvedor migra sozinho, no seu ritmo, a empresa termina com metade do time com as skills na pasta nova e metade na antiga, e ninguém sabe por que o agente se comporta diferente para cada um. Faça a migração uma vez, num repositório de referência, e documente o resultado antes de liberar para todos.

Vale ir para o Antigravity ou comparar com outras ferramentas?

Depende de quanto a empresa já vive dentro do Google. Se o time usa Google Cloud, BigQuery, Firebase e a identidade corporativa do Google, o Antigravity via Gemini Enterprise é o caminho de menor atrito: o contrato fica no mesmo fornecedor e as políticas de acesso já existem. Se o Gemini Code Assist era a única peça do Google na esteira de desenvolvimento, o fim da venda é uma boa hora para comparar com calma.

Nesse caso, a comparação certa não é qual ferramenta escreve código mais bonito. É o que cada uma deixa a empresa controlar. Já analisamos isso em três ferramentas: o que o assento do GitHub Copilot não cobre, o que ligar no Cursor antes de liberar o editor para o time e as permissões que a empresa trava no Claude Code. As perguntas são as mesmas para qualquer uma: quem controla o uso dos dados, quem pode instalar conectores e quanto custa o uso além do assento.

Uma regra vale para todas: não troque de ferramenta e de processo ao mesmo tempo. Se a empresa aproveitar a migração para também mudar o fluxo de revisão de código, fica impossível saber se um problema veio da ferramenta nova ou do processo novo.

Quais os erros mais comuns nessa transição?

  1. Esperar a última renovação. O prazo do plano anual e o limite para somar licenças caem no mesmo dia, 31 de janeiro de 2027. Deixar para dezembro é negociar o sucessor sem margem.
  2. Tratar o fim do plano gratuito como problema de cada um. Quem usava conta pessoal já mudou de ferramenta. Se a empresa não perguntar para onde, não sabe onde está o código dela.
  3. Comparar preço por pessoa com preço por pessoa. O sucessor vem dentro de outro produto, com outra lógica de contratação. A conta precisa incluir o pacote inteiro.
  4. Migrar o CLI sem olhar os scripts. Comandos chamados por automações quebram sem aviso.
  5. Perder a configuração acumulada. Regras, skills e conectores MCP mudam de lugar. Sem um inventário, o agente novo parece pior do que o antigo, quando só está sem contexto.
  6. Aceitar o login pessoal na ferramenta nova. O Antigravity aceita Conta do Google pessoal. Se a empresa não exigir o login corporativo, repete o problema que acabou de enfrentar.

Por onde começar hoje?

  1. Descubra qual é o seu caso: plano de consumidor (já parou), Standard ou Enterprise anual (prazo em 31/01/2027) ou mensal (prazo em 31/12/2027, mas licenças novas só até 31/01/2027).
  2. Faça o inventário de contas, extensões, uso do CLI, regras e conectores.
  3. Decida se o destino é o Antigravity via Gemini Enterprise ou uma comparação aberta com outros fornecedores.
  4. Migre um repositório de referência primeiro e documente o que mudou de lugar.
  5. Defina o login obrigatório e a lista de conectores aprovados antes de liberar para o time inteiro.

Se a troca de ferramenta abrir uma discussão maior sobre como o time usa IA para desenvolver, com regras, revisão e custo, é o tipo de trabalho que fazemos no serviço de desenvolvimento com IA. E, se a dúvida for onde a tecnologia se encaixa no marketing e na operação como um todo, o diagnóstico de marketing gratuito da Alliance ajuda a enxergar o quadro antes de decidir.

Gemini Code AssistGoogleIADesenvolvimento com IAGovernança

Atualizado em 12/10/2026.

Perguntas frequentes

O que é o Gemini Code Assist?+

É o assistente de programação com IA do Google, que funciona como extensão em editores como VS Code, IDEs da JetBrains e Android Studio. Ele completa e gera código, escreve testes, explica trechos e tem um modo agente para tarefas de várias etapas. Desde 9 de outubro de 2026, não é mais vendido para novos clientes.

O Gemini Code Assist é gratuito?+

Não mais. O plano gratuito para pessoa física, o Gemini Code Assist for individuals, parou de funcionar nas extensões de IDE e no Gemini CLI em 18 de junho de 2026, junto com os planos Google AI Pro e Ultra. O Google indica a família Antigravity para quem usava essas contas.

Quanto custa o Gemini Code Assist?+

Pela tabela do Google Cloud consultada em 12/10/2026, o Standard custa US$ 0,026027397 por hora no compromisso de 12 meses e o Enterprise, US$ 0,061643836 por hora, com cobrança mensal. Essa tabela só vale para renovação e licenças extras de quem já assina, porque a venda de novas assinaturas acabou em 9 de outubro de 2026.

O Gemini Code Assist foi descontinuado?+

Sim, em duas etapas. As contas de consumidor pararam de funcionar nas extensões e no CLI em 18 de junho de 2026, e a venda de novas assinaturas Standard e Enterprise acabou em 9 de outubro de 2026. Quem já assina pode renovar o plano anual até 31 de janeiro de 2027 e o mensal até 31 de dezembro de 2027.

O que substitui o Gemini Code Assist?+

O Google indica o Antigravity, incluído nas edições elegíveis do Gemini Enterprise, com extensões para VS Code, Visual Studio, JetBrains, Zed e Xcode. Para quem usava o Gemini CLI, existe o Antigravity CLI, com guia oficial de migração. A empresa também pode comparar com ferramentas de outros fornecedores.

Gemini Code Assist ou Antigravity: qual a diferença?+

O Gemini Code Assist está fora de venda e tem prazo para acabar; o Antigravity é a plataforma de agentes que o Google indica no lugar. Para empresas, o Antigravity vem dentro do Gemini Enterprise, com login corporativo, em vez de uma assinatura própria. Ele também aceita login com conta pessoal, então a empresa precisa definir qual vale.

Qual a diferença entre Gemini Code Assist Standard e Enterprise?+

As duas edições têm o mesmo núcleo no editor: completar e gerar código, chat, modo agente e Gemini CLI. O Enterprise acrescenta a personalização de código com repositórios privados no GitHub, GitLab e Bitbucket, integrações com mais serviços do Google Cloud e limites diários maiores para o agente.

Gemini Code Assist ou GitHub Copilot?+

Para quem vai contratar agora, essa comparação perdeu sentido, porque o Gemini Code Assist não é mais vendido. A escolha passou a ser entre o Antigravity e outras ferramentas, como o GitHub Copilot. Compare pelo que cada uma deixa a empresa controlar: uso dos dados, conectores e custo além do assento.

Como usar o Gemini Code Assist no VS Code?+

Quem tem licença Standard ou Enterprise atribuída pela empresa continua usando a extensão no VS Code até o fim do contrato. Quem tentava entrar com conta pessoal do Google não consegue mais, porque esse acesso parou em 18 de junho de 2026. Para essas pessoas, o caminho indicado é a extensão do Antigravity.

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