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Quem somos: o que escrever na página da empresa que o Google e a lei conferem

O que colocar no quem somos da empresa: o que o avaliador do Google procura nessa página, o que a lei exige de quem vende online e como provar cada frase.

Resposta rápida

A página Quem somos de uma empresa precisa dizer quem responde pelo site, desde quando a empresa atua, onde fica, o que já entregou e como falar com alguém de verdade. As diretrizes dos avaliadores de qualidade do Google mandam começar a avaliar a confiança de um site justamente por essa página e, em seguida, conferir o que fontes independentes dizem da empresa. Quem vende online ao consumidor ainda tem obrigação legal: o Decreto 7.962/2013 exige nome empresarial, CNPJ e endereço físico e eletrônico em local de destaque. Por isso, o Quem somos funciona melhor como página de prova do que como peça de adjetivos.

Quase toda empresa tem uma página Quem somos, e quase todas foram escritas do mesmo jeito: um parágrafo sobre a fundação, uma frase de missão, três valores com letra maiúscula e a promessa de “excelência” e “compromisso com o cliente”. A página existe porque todo site tem uma, e ninguém volta a ela depois da aprovação do layout.

Os guias que aparecem no topo da busca tratam essa página como storytelling: contar a história, emocionar, mostrar a equipe. Isso tem valor, mas deixa de fora a pergunta mais útil: quem lê o Quem somos para conferir se a empresa existe e é confiável? A resposta inclui o comprador desconfiado, o avaliador de qualidade do Google e, para quem vende online, a lei brasileira. Este guia mostra o que cada um procura e como escrever uma página que aguente a conferência.

O que é a página Quem somos de uma empresa?

A página Quem somos (também chamada de Sobre, Sobre nós ou A empresa) é a parte do site em que a organização se apresenta: quem é, o que faz, desde quando, para quem e com quem. Em inglês ela se chama About us, e é por esse nome que aparece nos documentos do Google.

Ela não é a página de serviços nem a de contato, embora converse com as duas. A página de serviços diz o que a empresa vende; a de contato diz como falar com ela; o Quem somos diz quem está por trás e por que alguém deveria acreditar no resto do site. Em empresas pequenas, é comum as três caberem em uma página só, e não há problema nisso desde que nenhuma das três funções fique de fora.

Para que serve o Quem somos, além de contar a história?

A história de fundação é a parte mais escrita e a menos procurada. Quem chega ao Quem somos raramente quer saber da garagem onde tudo começou: quer saber se a empresa é real, se tem gente responsável, se vai estar lá amanhã e se alguém já comprou dela e ficou satisfeito. É uma página de verificação, lida no momento em que a pessoa está decidindo se confia.

Essa leitura não é só do comprador. O Google publica as diretrizes que entrega aos seus avaliadores humanos de qualidade, e o roteiro de confiança que elas descrevem começa exatamente nessa página.

As diretrizes dos avaliadores de qualidade da Pesquisa Google (versão de 11 de setembro de 2025) orientam o avaliador a usar a página “About us” do site, ou o perfil do criador do conteúdo, como ponto de partida para avaliar experiência, especialidade, autoridade e confiança (E-E-A-T) e, em seguida, procurar o que outros dizem do site: avaliações independentes, referências, notícias e outras fontes confiáveis.
Fonte: Google, Search Quality Rater Guidelines (General Guidelines, 11/09/2025), seção 3.4 — E-E-A-T

Repare na ordem: primeiro o que a empresa diz de si, depois o que os outros dizem dela. As mesmas diretrizes, na seção sobre reputação do site, pedem que o avaliador seja cético com o que os sites afirmam sobre si mesmos, sobretudo quando há conflito de interesse, e que não aceite informação de uma ou duas páginas do próprio site sem confirmação independente. O Quem somos, portanto, é o ponto de partida da conferência, não a palavra final.

O que o Google diz sobre a página Quem somos?

Antes de tudo, um cuidado: as diretrizes são instruções para pessoas que avaliam a qualidade dos resultados, não o código do algoritmo. O próprio Google deixa isso claro ao explicar como trabalha com esses avaliadores.

O Google afirma que trabalha com avaliadores externos de qualidade para monitorar continuamente os resultados da Pesquisa e que essas avaliações não afetam diretamente a classificação, mas ajudam a avaliar a qualidade dos resultados.
Fonte: Google, Como funciona a Pesquisa — Melhorando a Pesquisa com testes rigorosos (página consultada em 12/10/2026)

Então não existe “fator Quem somos” no ranqueamento, e desconfie de quem prometer subir posições porque reescreveu essa página. O que existe é um alinhamento: o Google usa os avaliadores para medir se os sistemas automáticos estão trazendo conteúdo confiável, e no guia de conteúdo útil ele pergunta, entre os critérios de autoavaliação, se o conteúdo traz “dados sobre o autor ou site da publicação (como links para uma página de apresentação)”.

No mesmo guia, o Google esclarece que o E-E-A-T em si não é um fator de classificação específico, e sim um conceito que uma combinação de sinais tenta capturar. E faz um alerta que vale para qualquer Quem somos: fabricar perfis, com fotos de rosto geradas por IA, nomes inventados ou credenciais falsas, é uma forma de enganar as pessoas e um sinal de página de baixa qualidade. A leitura completa está em Como criar conteúdo útil, confiável e que prioriza as pessoas, do Google Search Central.

O Quem somos não faz o site subir. Ele faz o site aguentar a conferência de quem já chegou até ele.

Qual a diferença entre um Quem somos que conta e um que prova?

A maioria das páginas mistura dois tipos de frase. A frase que conta é uma afirmação que só a empresa pode fazer sobre si: “somos referência”, “atendimento humanizado”, “paixão pelo que fazemos”. A frase que prova é uma afirmação que outra pessoa consegue conferir: o ano de abertura, a cidade, o nome de quem responde, o cliente que autorizou ser citado, a reportagem que mencionou o trabalho.

Quem somos que contaQuem somos que prova
Quem está por trás“Uma equipe apaixonada”Nome e função de quem responde, razão social e CNPJ
Tempo de mercado“Anos de experiência”Ano de abertura, que bate com o registro público
Onde atua“Atendemos todo o Brasil”Cidade da sede, endereço e regiões onde já entregou
Resultado“Clientes satisfeitos”Clientes nomeados com autorização e links para os cases
Reconhecimento“Referência no setor”Links para matérias, prêmios ou associações que citam a empresa
ContatoFormulário genéricoCanal que leva a uma pessoa, com prazo de resposta

Comparativo elaborado pela Alliance Comunicação a partir das seções 2.5.3, 3.3.1 e 3.4 das diretrizes dos avaliadores do Google (11/09/2025).

A coluna da esquerda não é proibida; ela só não tem o que ser conferido, e por isso pesa pouco para quem desconfia. As diretrizes vão além: na seção sobre informação exagerada ou levemente enganosa a respeito do site ou do autor, mandam dar nota baixa quando as alegações parecem infladas só para impressionar o visitante, e basear a avaliação no conteúdo, na pesquisa de reputação e em credenciais verificáveis, não em frases como “sou especialista”.

Diagrama em duas colunas: à esquerda, o que a empresa diz de si na página quem somos (quem responde, desde quando, onde fica, o que entregou); à direita, onde o avaliador do Google confere (avaliações independentes, imprensa, clientes que citam a empresa e registros públicos)
A página é o ponto de partida; a confiança vem do que alguém de fora consegue confirmar.

O que a lei exige de quem vende online?

Aqui o Quem somos deixa de ser recomendação e vira obrigação, mas só para um tipo de site: o que oferece ou fecha contrato de consumo pela internet. Loja virtual, venda de curso, assinatura, agendamento com pagamento online. O decreto que regulamenta o Código de Defesa do Consumidor para o comércio eletrônico lista o que precisa estar visível.

O Decreto nº 7.962/2013 obriga os sites usados para oferta ou conclusão de contrato de consumo a disponibilizar, em local de destaque e de fácil visualização, o nome empresarial e o número de inscrição do fornecedor no CPF ou no CNPJ, além do endereço físico e eletrônico e das demais informações necessárias para sua localização e contato (art. 2º, incisos I e II).
Fonte: Presidência da República, Decreto nº 7.962, de 15 de março de 2013 (comércio eletrônico), art. 2º

O mesmo decreto pede, no art. 2º, as condições integrais da oferta, incluindo modalidades de pagamento e prazo de entrega; no art. 4º, um serviço de atendimento eletrônico adequado e eficaz, com resposta ao consumidor em até cinco dias; e, no art. 5º, que o fornecedor informe de forma clara e ostensiva como exercer o direito de arrependimento. O art. 7º remete o descumprimento às sanções do art. 56 do Código de Defesa do Consumidor.

Duas consequências práticas. Primeira: “local de destaque” não é o Quem somos escondido no menu; para quem vende online, CNPJ, razão social e endereço costumam ir também no rodapé de todas as páginas. Segunda: uma empresa B2B que só apresenta serviços e recebe pedidos de orçamento não está, em regra, ofertando contrato de consumo pelo site, e o decreto não se aplica a ela da mesma forma. Para ela, os mesmos dados continuam úteis como prova, não como exigência legal.

As diretrizes do Google batem com a lei nesse ponto. Na seção 2.5.3, dizem que contato e informações de atendimento são extremamente importantes para sites que lidam com dinheiro, como lojas e bancos, e pedem que, em sites de compra, o avaliador procure o contato e as políticas de pagamento, troca e devolução. Na seção 5.5, observam que uma loja com apenas um e-mail e um endereço físico pode dificultar a ajuda quando a compra dá problema.

Checklist da página quem somos em duas colunas: para toda empresa, quem responde, desde quando, o que entregou, onde outros falam dela e contato real; para quem vende online ao consumidor, nome empresarial e CNPJ, endereço físico e eletrônico, atendimento, formas de pagamento e caminho de troca e arrependimento
A coluna da esquerda é recomendação; a da direita é obrigação do Decreto 7.962/2013 para quem vende ao consumidor pela internet.

O que colocar no Quem somos de uma empresa?

Sete blocos cobrem o que o comprador, o avaliador e, quando for o caso, a lei procuram. A ordem pode mudar conforme o negócio; o que não muda é que cada bloco tenha pelo menos uma informação que alguém de fora consiga confirmar.

1. O que a empresa faz, em uma frase

A abertura responde “o que é esta empresa” sem adjetivo: o que entrega, para quem e onde. “Agência de comunicação em São Paulo que atende empresas de médio porte em marca, conteúdo e mídia” diz mais do que “transformamos sonhos em realidade”. É a frase que a pessoa, e também a IA que resume o site, vai repetir.

2. Quem responde pela empresa

Nome e função dos sócios ou de quem dirige a operação, com foto real e, se fizer sentido, link para o perfil profissional. Em empresa grande, a liderança; em empresa pequena, o dono. As diretrizes esperam informação clara sobre quem é responsável pelo site, salvo motivo legítimo para anonimato, e uma empresa que vende não costuma ter esse motivo.

3. Desde quando e onde

Ano de abertura, cidade da sede e endereço. Esses dados têm uma vantagem: podem ser conferidos no registro público da empresa. Se o site diz “desde 2010” e o CNPJ foi aberto em 2019, explique (mudança de razão social, por exemplo) em vez de deixar a contradição para o visitante encontrar.

4. O que já entregou e para quem

Clientes atendidos, projetos marcantes e resultados, sempre com autorização para nomear. Logo de cliente sem permissão é um risco, não uma prova; o que o cliente precisa assinar antes está detalhado no nosso guia sobre o que o cliente precisa autorizar antes de você publicar um case. Número de resultado só entra com base, período e fonte.

5. Onde outros falam da empresa

Links para matérias na imprensa, prêmios, associações de classe, avaliações em plataformas independentes e perfis oficiais nas redes. É a ponte que o próprio Quem somos pode oferecer para a segunda etapa da conferência: em vez de esperar que o visitante procure, a página mostra onde procurar.

6. Como falar com alguém

Telefone, e-mail, WhatsApp, endereço e, idealmente, o prazo de resposta. Para loja, também o caminho para troca, devolução e arrependimento. O link para a página de contato não substitui ter esses dados visíveis.

7. Os dados também em formato de máquina

O Google tem um tipo de dado estruturado para isso, o Organization, e recomenda inseri-lo na página inicial ou em uma única página que descreva a organização, como a página Sobre. Entre as propriedades estão legalName (a razão social), taxID (no Brasil, o CPF ou CNPJ), endereço, telefone e sameAs, com links para perfis em redes sociais ou sites de avaliação. A documentação está em Dados estruturados da organização, do Google Search Central.

Como escrever o Quem somos passo a passo?

  1. Liste os fatos antes de escrever qualquer frase. Razão social, CNPJ, ano de abertura, endereço, nomes dos sócios, clientes que podem ser citados, matérias e prêmios com link. Se a lista for curta, ela é o diagnóstico: falta prova, não texto.
  2. Escreva a frase de abertura com o que a empresa faz, para quem e onde, sem adjetivo.
  3. Conte a história em três ou quatro parágrafos curtos, cada um ancorado num fato: quando começou, o que mudou, o que a empresa aprendeu com isso.
  4. Apresente as pessoas com nome, função e foto real. Se a equipe é grande, mostre quem o cliente vai encontrar no atendimento.
  5. Mostre a prova de terceiros com links: clientes autorizados, cases, imprensa, associações, avaliações.
  6. Feche com o contato e um próximo passo coerente com a página: conhecer os serviços, pedir orçamento, falar com alguém.
  7. Releia trocando o nome da empresa pelo de um concorrente. Cada frase que continuar verdadeira serve para qualquer empresa e pode sair.
  8. Marque uma data para revisar. Endereço, equipe e clientes mudam; Quem somos desatualizado é pior do que curto.

Escrever assim exige o mesmo cuidado de qualquer texto que faz promessa ao leitor. A lógica é a do nosso guia de copywriting com promessa que precisa de prova: cada afirmação forte carrega a evidência ao lado, ou não entra.

Missão, visão e valores entram no Quem somos?

Podem entrar, desde que sirvam para alguma coisa. O problema não é a seção em si, e sim o conteúdo genérico: “ética, transparência e comprometimento” estão no Quem somos de milhares de empresas e não ajudam ninguém a escolher entre elas. Valor que não muda nenhuma decisão é decoração.

Um valor ganha peso quando vem com uma prática que o visitante consegue ver. “Transparência” vira “mandamos ao cliente o relatório de mídia com os números da plataforma, sem tratamento”. “Prazo” vira “todo projeto começa com cronograma assinado”. Se a empresa não consegue descrever a prática, talvez aquele valor ainda não exista fora do slide.

Na ordem da página, missão, visão e valores costumam funcionar melhor depois dos fatos (quem, desde quando, o que entregou) do que antes deles. Quem chega desconfiado quer primeiro saber se a empresa é real; o propósito convence depois.

Quais os erros mais comuns na página Quem somos?

  • Só adjetivos. “Líder”, “referência”, “excelência” sem um fato que os sustente. Para o leitor desconfiado, é ruído; para o avaliador do Google, é o tipo de alegação que as diretrizes mandam não aceitar sem confirmação.
  • Equipe de banco de imagem. Foto de pessoas que não trabalham na empresa, ou rostos gerados por IA. O guia de conteúdo útil do Google trata a criação de perfis falsos como forma de enganar.
  • Logo de cliente sem autorização. Parece prova, mas pode virar problema com o cliente e não resiste a uma pergunta direta.
  • Nenhum nome de pessoa. A empresa fala sempre em “nós” e ninguém sabe quem responde por ela.
  • Dados que contradizem o registro. Ano de fundação, cidade ou razão social diferentes do CNPJ, sem explicação.
  • Loja sem CNPJ e endereço visíveis. Para quem vende ao consumidor pela internet, não é só falta de confiança: é descumprimento do Decreto 7.962/2013.
  • Página escrita uma vez e esquecida. Sócio que saiu, endereço antigo, cliente que deixou de ser cliente e continua no carrossel.

Boa parte desses erros nasce do mesmo lugar em que nascem as falhas do resto do site: a página é aprovada pelo visual, não pelo conteúdo. O nosso checklist do site institucional e o que um terço das páginas esquece cobre o restante das páginas, inclusive o que a LGPD pede que fique publicado.

O que muda no Quem somos por tipo de empresa?

O núcleo é o mesmo para todas: quem, desde quando, onde, o que entregou, quem confirma e como falar. O que muda é o peso de cada bloco e o que é obrigação.

Tipo de empresaO que mais pesa no Quem somosObrigação legal específica
Loja virtual e venda online ao consumidorRazão social, CNPJ, endereço, atendimento, troca e devoluçãoSim: Decreto 7.962/2013, em local de destaque
Empresa B2B de serviçosSócios nomeados, clientes autorizados, cases e tempo de mercadoEm regra não, se o site não fecha contrato de consumo
Agência de marketing ou comunicaçãoEquipe real, clientes e cases com autorização, onde a agência foi citadaEm regra não; cases seguem as regras de testemunhal do CONAR
Negócio local (clínica, restaurante, oficina)Endereço, horário, quem atende, avaliações de clientesSó se vender ou agendar com pagamento pelo site
Profissional liberal ou consultorNome, formação, registro profissional quando houver, trabalhos publicadosDepende da profissão e de vender ou não pelo site

Elaborado pela Alliance Comunicação a partir do Decreto nº 7.962/2013 e das diretrizes dos avaliadores do Google (11/09/2025). Não substitui orientação jurídica para o caso concreto.

E se a empresa é pequena, nova e não tem prêmio nem matéria na imprensa? As diretrizes tratam disso na seção 3.3.5: sites pequenos podem ter pouca ou nenhuma informação de reputação, e isso não indica qualidade alta nem baixa; muitos negócios locais vivem do boca a boca. Para eles, o Quem somos honesto e completo (quem, onde, desde quando, como falar) pesa mais do que tentar parecer maior do que é.

Como saber se o Quem somos está funcionando?

  1. Veja quem visita a página e o que faz depois. No analytics, acompanhe a navegação a partir do Quem somos: se o visitante segue para serviços ou contato, a página está cumprindo o papel; se sai do site, falta motivo para continuar.
  2. Pergunte ao comercial. Clientes que chegam já citando um case ou um sócio pelo nome leram a página. Perguntas repetidas sobre “vocês são de onde?” mostram o que ela não responde.
  3. Faça a conferência de fora. Pesquise o nome da empresa como um desconhecido faria e compare o que aparece com o que o Quem somos afirma.
  4. Confira a coerência dos dados. Razão social, CNPJ e endereço iguais no site, no rodapé, nos dados estruturados e nos perfis oficiais.
  5. Revise em data marcada. A cada mudança de equipe, endereço ou carteira de clientes, a página muda junto.

Nenhum desses sinais é posição no Google, e é bom que seja assim: a página existe para converter a desconfiança de quem já chegou. Para ver como o site da sua empresa se sai nessa e em outras frentes de confiança e presença digital, o diagnóstico de marketing gratuito da Alliance avalia a maturidade por dimensão e aponta as lacunas.

Por onde começar hoje

Abra o Quem somos da sua empresa e faça o teste do sublinhado. Depois, monte a lista de fatos: razão social, CNPJ, ano, endereço, nomes, clientes autorizados, links de terceiros. Se a empresa vende ao consumidor pela internet, confira primeiro a coluna obrigatória: CNPJ, endereço físico e eletrônico, atendimento e caminho de arrependimento, em local de destaque.

Com os fatos na mão, reescreva a página em blocos curtos, cada um com algo que alguém de fora consiga confirmar. Se o texto da empresa precisa sair dos adjetivos para a prova, em todo o site e não só nessa página, é esse o trabalho da nossa área de conteúdo e copywriting.

CopywritingSiteE-E-A-TConfiançaQuem somos

Perguntas frequentes

O que colocar no quem somos de uma empresa?+

O que a empresa faz, quem responde por ela, desde quando atua, onde fica, o que já entregou e para quem, onde outros falam dela e como entrar em contato. Cada bloco precisa ter ao menos um fato que alguém de fora consiga confirmar, como um ano, um endereço, um nome ou um link. Quem vende online ao consumidor também precisa mostrar nome empresarial, CNPJ e endereço físico e eletrônico.

Como escrever o quem somos de uma empresa?+

Comece listando os fatos (razão social, CNPJ, ano, endereço, sócios, clientes autorizados, matérias) e só depois escreva. Abra com uma frase sobre o que a empresa faz, para quem e onde, conte a história ancorada em fatos e feche com contato e próximo passo. Uma boa revisão é trocar o nome da empresa pelo de um concorrente: o que continuar verdadeiro pode sair.

O que colocar em quem somos no site?+

No site, além do texto de apresentação, vale incluir fotos reais de quem trabalha na empresa, links para cases e matérias, contato completo e os dados da empresa. O Google recomenda colocar os dados estruturados de organização na página inicial ou numa página que descreva a empresa, como a página Sobre. Para loja virtual, os dados legais também devem ficar em destaque fora dela.

Exemplo de página quem somos: o que um bom exemplo tem em comum?+

Os bons exemplos dizem rápido o que a empresa faz, mostram pessoas reais com nome e função e trazem prova que não depende da própria empresa: clientes citados com autorização, imprensa, avaliações. Antes de copiar o tom de um exemplo famoso, verifique se a sua página tem os mesmos fatos por trás. Estilo sem fato vira apenas mais um texto bonito.

Quem somos: missão, visão e valores entram?+

Podem entrar, mas funcionam melhor depois dos fatos e quando cada valor vem com uma prática visível. “Transparência” pesa mais quando a página diz o que a empresa mostra ao cliente e quando. Valores genéricos, que caberiam em qualquer empresa, ocupam espaço sem ajudar ninguém a decidir.

Quem somos de agência de marketing: o que mostrar?+

Equipe real com nome e função, clientes e cases publicados com autorização, os serviços que a agência de fato entrega e onde ela já foi citada por terceiros. Como o case usa a voz do cliente para vender, ele segue as regras de testemunhal do Código do CONAR, com autorização escrita. Agência que pede confiança ao cliente precisa mostrar no próprio site como prova o que diz.

Como criar o quem somos de uma empresa?+

Crie uma página própria, com endereço fácil (como /quem-somos ou /sobre), ligada ao menu principal e ao rodapé. Organize em blocos curtos: o que a empresa faz, quem responde, desde quando e onde, o que entregou, quem confirma e como falar. Se a empresa é pequena e ainda não tem prêmio nem imprensa, os dados básicos bem apresentados bastam: as diretrizes do Google dizem que pouca informação de reputação não indica, por si, qualidade baixa.

Exemplo de quem somos para site: como fica na prática?+

Um modelo enxuto: “A [Empresa] é uma [atividade] em [cidade] que atende [público] desde [ano]. É dirigida por [nome], [função]. Já atendemos [clientes autorizados] e fomos citados por [veículo, com link]. Fale com a gente pelo [canal], de segunda a sexta.” Cada colchete é um fato que alguém de fora pode conferir, e é isso que faz o exemplo funcionar.

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