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Case de sucesso: o que o cliente precisa autorizar antes de você publicar

Case de sucesso é testemunhal para o CONAR: quem assina pela empresa citada, como provar o número e o que fazer quando o cliente não libera o nome.

Resposta rápida

Antes de publicar um case de sucesso, a empresa precisa da autorização escrita do cliente, dada sobre o texto final e assinada pelo depoente e por quem responde pela empresa citada — não só pelo contato do projeto. O Código do CONAR trata o depoimento de cliente como testemunhal: exige autorização escrita antes da veiculação, nome verdadeiro quando o cliente é identificado e obriga anunciante e agência a comprovar a veracidade quando pedido. Por isso o número do resultado precisa de base, período, fonte e conferência guardados. Se o cliente não libera o nome, o caminho é o case setorial ou anônimo.

Todo time comercial B2B pede a mesma coisa ao marketing: “precisamos de cases”. O marketing escolhe um cliente satisfeito, marca uma entrevista, escreve a história com problema, solução e resultado, e o PDF sai bonito. O que quase ninguém faz é a parte menos glamourosa: guardar a autorização certa, assinada pela pessoa certa, e a prova do número que está no título.

Este guia não ensina a escrever o case — isso os primeiros resultados do Google já fazem bem. Ele trata do que vem antes da publicação: por que o case é um testemunhal aos olhos do Código do CONAR, quem assina pela empresa citada, de onde sai o número, o que fazer quando o cliente não libera o nome e como pedir a autorização sem constranger ninguém.

O que é case de sucesso?

Case de sucesso é a história documentada de um cliente que resolveu um problema com o produto ou serviço da empresa, contada com a situação de partida, o que foi feito e o resultado obtido. O termo vem do inglês case study; em português também se diz “caso de sucesso”. No B2B, ele é a peça que mais se aproxima de uma recomendação: um comprador que ainda não conhece a empresa vê alguém parecido com ele relatando o que aconteceu.

É justamente essa força que muda a natureza da peça. Um case não é um relatório interno: ele existe para convencer quem ainda não comprou. Quando a empresa publica no site, anexa na proposta ou impulsiona num anúncio, o case passa a ser comunicação comercial que usa a voz de um terceiro — e isso tem regra própria.

Case de sucesso é publicidade?

Na prática, sim, quando é usado para vender. O Código do CONAR define testemunhal como o depoimento, endosso ou atestado em que alguém diferente do anunciante dá sua opinião ou relata experiência própria com um produto. Um case com fala do cliente, logo do cliente e resultado atribuído ao fornecedor se encaixa nessa definição — e o Código separa quatro tipos de testemunhal.

O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária define testemunhal como “o depoimento, endosso ou atestado através do qual pessoa ou entidade diferente do Anunciante exprime opinião, ou reflete observação e experiência própria a respeito de um produto”, e o classifica em quatro tipos: de especialista/perito, de pessoa famosa, de pessoa comum ou consumidor, e atestado ou endosso (emitido por pessoa jurídica).
Fonte: CONAR, Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, Anexo Q — Testemunhais, Atestados, Endossos (versão 2026)

O case B2B costuma juntar dois desses tipos na mesma página. A frase entre aspas do diretor do cliente é um depoimento de pessoa. O logo do cliente com a legenda “reduzimos o custo de aquisição com a agência X” é um endosso da empresa. Cada um tem a sua exigência, e é por isso que “o contato gostou do projeto” não basta para publicar.

Além do Anexo Q, o próprio corpo do Código, no artigo 27, parágrafo 9º, diz que o anúncio só abriga depoimentos personalizados e genuínos, ligados à experiência de quem depõe, e que o testemunho utilizado deve ser sempre comprovável. Isso vale para qualquer peça publicitária; no case, é a frase que justifica todo o resto deste artigo.

Qual a diferença entre case de sucesso, depoimento e prova social?

Os três usam a experiência do cliente para convencer o próximo, mas pedem cuidados diferentes. A avaliação com estrelas é curta e vem do consumidor; o depoimento é uma fala atribuída a uma pessoa; o case é a peça mais longa, com dados do negócio do cliente. Quanto mais informação do cliente a peça carrega, mais coisas precisam ser autorizadas.

Avaliação / estrelasDepoimentoCase de sucesso B2B
Quem falaConsumidor, em geral anônimo ou com nome curtoUma pessoa identificadaA pessoa e, implicitamente, a empresa dela
O que expõe do clienteOpinião sobre o produtoOpinião e experiênciaDados do negócio: metas, custos, resultados, fornecedores
Tipo de testemunhal no CONARPessoa comum ou consumidorConsumidor ou especialistaPessoa + atestado ou endosso de pessoa jurídica
Quem precisa autorizarQuem avaliou (pelos termos da plataforma)A pessoa que deu a falaA pessoa e quem responde pela empresa citada
O que guardarOrigem da avaliaçãoAutorização escrita e a fala originalAutorização escrita, texto aprovado e base do número

Comparativo elaborado pela Alliance Comunicação a partir do Anexo Q do Código do CONAR (2026).

Se a sua dúvida é sobre estrelas, avaliações na página e quantas delas mudam a conversão, o tema está no nosso guia de prova social e o depoimento que precisa ser real. Aqui o foco é o case B2B, a peça em que o cliente empresta não só a opinião, mas o nome da empresa e os números dela.

O que o Código do CONAR exige do depoimento do cliente?

O Anexo Q traz regras para cada tipo de testemunhal e duas regras gerais que pesam sobre o case. A primeira é sobre a autorização; a segunda é sobre a prova. Ambas recaem sobre o anunciante ou a sua agência — ou seja, quem produz o case também responde por ele.

Anexo Q, item 6a: “O Anunciante, ou a sua Agência de Propaganda, deverá obter autorização escrita da testemunha antes de proceder à veiculação. Essa autorização poderá ser exigida pelos veículos.”
Fonte: CONAR, Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, Anexo Q — Testemunhais, Atestados, Endossos (versão 2026), item 6
Anexo Q, item 5a: “Todo Anunciante, ou sua Agência, estará obrigado a comprovar/demonstrar a veracidade do testemunhal, sempre que isto lhe for solicitado.”
Fonte: CONAR, Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, edição 2026 (PDF), Anexo Q, item 5

Para o depoimento de pessoa comum (o item 3 do Anexo), o Código pede três coisas: se o cliente for identificado, nome e sobrenome têm de ser verdadeiros; modelos profissionais e empregados do anunciante ou da agência não podem se passar por cliente; e o depoimento fica limitado à experiência pessoal, sem atestar questão técnica ou científica para a qual a pessoa não tenha habilitação. No case, isso significa que o gerente de compras pode dizer que a entrega ficou mais rápida, mas não deve “atestar” a segurança de um software que ele não tem formação para avaliar.

Para a empresa citada, vale o item 4: o atestado ou endosso emitido por pessoa jurídica deve refletir a sua posição oficial. Esse é o ponto que os guias de “como fazer case” não tocam, e é o que define quem precisa assinar.

Um case de sucesso não é a opinião do contato que gostou do projeto. É a posição da empresa dele — e quem fala pela empresa é quem assina.

Quem precisa autorizar o case na empresa cliente?

O contato do dia a dia (o analista, o coordenador do projeto) é quem conhece a história e quem topa participar. Mas ele raramente tem poder para falar pela empresa em público. Se o case traz o logo do cliente e um resultado atribuído a um fornecedor, ele funciona como endosso da empresa — e o Código pede que o endosso reflita a posição oficial dela.

Na maior parte das empresas médias e grandes, essa posição oficial passa por uma de três áreas: comunicação ou marketing (dona do uso da marca), jurídico (dono dos contratos e das cláusulas de confidencialidade) e, quando há número financeiro, a diretoria responsável pelo dado. Empresa listada em bolsa ou com política de divulgação costuma ter ainda mais filtros para números.

  • Depoente: autoriza o uso da própria fala, do nome, do cargo e, se houver, da foto ou do vídeo.
  • Comunicação ou marketing do cliente: autoriza o uso do nome e do logo da empresa e aprova o texto final.
  • Jurídico do cliente: confere se o contrato de prestação de serviço tem cláusula de confidencialidade que proíba citar o cliente ou os números.
  • Dono do número: confirma que o resultado publicado bate com o que a empresa reconhece internamente.

Nem sempre são quatro pessoas: numa empresa pequena, o sócio responde por tudo. O que importa é que, ao final, exista um documento assinado por alguém com poder para falar pela empresa citada, e não só pelo contato do projeto. Se o case usa foto ou vídeo do depoente, a autorização de imagem da pessoa física é outro documento — os cuidados estão no nosso texto sobre o termo de uso de imagem e o que o modelo pronto não cobre.

Como funciona o fluxo de autorização do case?

A ordem importa. Quem pede a assinatura antes de ter o texto final pede uma autorização genérica, que não protege nenhum dos lados. Quem escreve o case inteiro antes de saber se o cliente aceita ser citado perde semanas. O fluxo abaixo coloca cada registro no seu lugar.

Fluxo de autorização do case de sucesso em cinco passos: o cliente topa participar, o número é conferido, o texto final é aprovado, quem responde pela empresa cliente assina e o case é publicado só onde o termo permite
Cada passo deixa um registro guardado; o passo 4 é o que o Anexo Q do CONAR exige antes de veicular.

1. O cliente topa participar

A conversa começa com o contato do projeto, mas a pergunta certa já inclui o resto: “vocês aceitam aparecer com nome e logo, ou preferem um case sem identificação?” e “quem aí precisa aprovar isso?”. A resposta por e-mail é o primeiro registro e já diz qual nível de identificação está em jogo.

2. O número é conferido antes do texto

Antes de escrever, feche o número: base, período, fonte e quem confere (veja o checklist mais abaixo). Escrever primeiro e “buscar o dado depois” é o caminho mais curto para um título que ninguém consegue sustentar.

3. O texto final é aprovado, não o rascunho

A aprovação vale para a versão que vai ao ar, com título, número, fala entre aspas e imagens. Se depois da aprovação alguém “melhora” o título ou arredonda o resultado, a aprovação deixou de valer para aquela versão. Guarde o PDF ou o link congelado do que foi aprovado.

4. Quem responde pela empresa assina

A autorização escrita é o documento que o CONAR pede antes da veiculação e que um veículo pode exigir. Ela deve nomear o case aprovado, dizer onde ele pode ser usado e por quanto tempo, e vir assinada pelo depoente e por quem responde pela empresa citada.

5. A publicação respeita o escopo

Se o termo autorizou site e propostas comerciais, impulsionar o case num anúncio pago ou levá-lo para um outdoor exige nova conversa. O escopo de uso é a parte da autorização que mais se esquece depois de seis meses.

De onde sai o número do resultado do case?

O número é o que faz o case ser lido — e o que o Anexo Q manda comprovar se alguém pedir. Um “aumentamos as vendas em 300%” sem base, sem período e sem fonte é a frase mais fácil de contestar da peça inteira. A regra prática é simples: se a empresa não consegue mostrar de onde o número saiu, ele não entra.

Checklist com as quatro perguntas que o número do case de sucesso precisa responder: qual era a base, em que período foi medido, de qual sistema saiu e quem do cliente conferiu, com as saídas quando falta alguma
Faltou uma das quatro respostas? O número vira faixa, tendência ou relato de processo — nunca é arredondado para cima.

Três cuidados completam o checklist. Primeiro, atribuição: se no mesmo período o cliente trocou o time comercial e baixou o preço, o resultado não é só do fornecedor, e o texto deve dizer isso. Segundo, percentual sobre base pequena: crescer 400% saindo de cinco contratos é verdade e engana ao mesmo tempo; mostre o número absoluto junto. Terceiro, validade: um resultado de três anos atrás pode ter se desfeito, e o case precisa trazer a data da medição.

A lógica é a mesma de qualquer promessa em peça comercial, que tratamos no texto sobre copywriting e a promessa que precisa de prova. A diferença no case é que o número pertence ao cliente — e por isso ele também precisa concordar com a forma como é exibido.

O que fazer quando o cliente não autoriza o nome?

É comum, e não é o fim do case. Muitas empresas não deixam fornecedores citarem o nome por política interna, por contrato ou porque não querem mostrar ao concorrente quem as atende. Entre “case completo” e “case nenhum” existem níveis intermediários, cada um com um tipo de autorização.

Nível de identificaçãoComo apareceO que precisa estar autorizadoForça comercial
CompletoNome, logo, depoente identificado e númeroDepoente + empresa (texto, marca e número)Alta
Com nome, sem númeroNome e logo, resultado descrito em tendênciaEmpresa (texto e marca)Média-alta
Setorial“Indústria de embalagens com 400 funcionários no interior de SP”Empresa (texto e número), sem uso da marcaMédia
Anônimo agregadoResultado médio de vários clientes de um segmentoBase interna documentada; sem citação individualMédia-baixa

Classificação de trabalho da Alliance Comunicação para produção de cases B2B.

O case setorial pede um cuidado extra: a descrição não pode ser tão específica que qualquer pessoa do mercado identifique a empresa. “A maior rede de farmácias do Nordeste” não é anônimo. Se a combinação de setor, porte e região aponta para uma empresa só, trate como identificado e peça a autorização completa.

E o depoimento continua valendo a regra do Código mesmo sem nome: a fala tem de ser genuína. Inventar uma frase “representativa” e atribuí-la a “diretor de uma indústria” não deixa de ser testemunhal só porque ninguém foi nomeado.

Como pedir a autorização ao cliente?

O pedido funciona melhor quando chega pronto, curto e com o texto anexado. Ninguém assina com tranquilidade um termo genérico de “uso de informações para fins de marketing”. O que segue é um roteiro do que o pedido deve conter — não é modelo jurídico, e contratos com cláusula de confidencialidade pedem revisão do jurídico das duas partes.

  1. O que será publicado: o case final anexado (PDF ou link congelado), com título, números e falas.
  2. Quem aparece: nome da empresa, logo, nome e cargo do depoente, e se haverá foto ou vídeo.
  3. Onde será usado: site, propostas comerciais, apresentações em eventos, redes sociais orgânicas, anúncios pagos — marcando o que está liberado.
  4. Por quanto tempo: prazo de uso e o que acontece quando ele termina.
  5. Como revogar: o canal para o cliente pedir a retirada e o prazo para tirar do ar.
  6. Quem assina: o depoente e o responsável pela empresa citada, com nome, cargo e data.

Guarde o documento assinado junto com o texto aprovado e o relatório do número, numa pasta com o nome do case. É esse conjunto que responde ao item 5a do Anexo Q: se alguém pedir a comprovação, a resposta está em uma pasta, e não na memória de quem saiu da empresa.

Quais os erros mais comuns ao publicar case de sucesso?

  • Autorização só do contato do projeto, sem ninguém que responda pela empresa citada.
  • Autorização dada sobre o rascunho e não sobre a versão publicada.
  • Número arredondado ou “melhorado” depois da aprovação do cliente.
  • Percentual sem base, que transforma um resultado pequeno em manchete.
  • Fala escrita pelo marketing e “aprovada” pelo cliente sem que ele a tenha dito.
  • Funcionário ou parceiro da agência apresentado como cliente — vedado expressamente pelo item 3 do Anexo Q.
  • Case anônimo identificável, com descrição tão precisa que aponta uma empresa só.
  • Uso fora do escopo: autorizado para o site, impulsionado em anúncio pago.
  • Case eterno: cliente que já saiu da carteira continua na vitrine anos depois.

O último erro merece atenção. Um ex-cliente que vê o próprio logo na página de cases de um fornecedor com quem rompeu tem motivo para reclamar, e a reclamação chega primeiro nas redes. Revisar a página de cases a cada semestre é mais barato que responder a esse post.

Como usar case de sucesso em vendas sem perder a autorização?

O case rende mais no comercial do que no site: entra em proposta, em apresentação, em sequência de e-mail depois da primeira reunião. Cada um desses usos precisa caber no escopo assinado. Por isso vale mapear, antes de pedir a autorização, onde o time de vendas pretende usar a peça — e pedir tudo de uma vez.

  • Proposta comercial: o uso mais comum e o que mais clientes aceitam, porque o case circula para poucos.
  • Apresentação em evento: o público é maior e pode incluir concorrentes do cliente; pergunte explicitamente.
  • Anúncio pago: é veiculação no sentido mais estrito, e é onde o veículo pode pedir a autorização.
  • Versão curta para redes: uma frase tirada do case muda de contexto; confirme que o cliente aprovou o recorte.

Uma boa prática é produzir, junto com o case, as versões derivadas (o card, o recorte de vídeo, o parágrafo para proposta) e mandar tudo no mesmo pedido de aprovação. O cliente aprova uma vez, o comercial ganha um kit, e ninguém precisa improvisar uma frase às vésperas de uma reunião.

Por onde começar hoje

Comece pelo inventário: liste os cases publicados, e para cada um anote se existe autorização escrita, quem assinou, qual o escopo e de onde saiu o número. O que estiver sem documento, peça agora ao cliente, com o texto atual anexado — ou tire do ar até ter. Depois, adote o fluxo de cinco passos para os próximos: é ele que transforma o case em peça que se sustenta.

Se você quer entender onde o conteúdo comercial da sua empresa está mais frágil, o diagnóstico de marketing gratuito da Alliance avalia posicionamento, conteúdo e reputação em uma só leitura. E quando o plano pedir cases produzidos do pedido de autorização à versão final, é o trabalho da nossa área de Conteúdo e Copywriting.

Case de sucessoConteúdoCONARTestemunhalMarketing B2B

Perguntas frequentes

O que quer dizer case de sucesso?+

Case de sucesso é a história de um cliente que resolveu um problema com o produto ou serviço de uma empresa, contada com a situação inicial, o que foi feito e o resultado. A expressão vem do inglês case study. No B2B, funciona como uma recomendação documentada para quem ainda está avaliando o fornecedor.

Case de sucesso ou caso de sucesso: qual o certo?+

As duas formas são usadas e significam a mesma coisa. Caso de sucesso é a forma em português; case de sucesso é o anglicismo consagrado no mercado e o termo mais buscado. Escolha uma e mantenha em todo o site para não dividir a busca.

Como fazer um case de sucesso?+

Escolha um cliente com resultado mensurável, confirme se ele aceita ser identificado e quem precisa aprovar, feche o número com base, período e fonte, entreviste o cliente e escreva a história de problema, solução e resultado. Antes de publicar, colha a autorização escrita sobre o texto final, assinada pelo depoente e por quem responde pela empresa.

Como escrever um case de sucesso?+

Use a estrutura situação inicial, desafio, solução e resultado, com a fala do cliente nas palavras dele. Coloque o número com contexto: de quanto partiu, em quanto tempo e medido por qual sistema. Evite atribuir ao fornecedor um resultado que teve outras causas no mesmo período.

Como montar um case de sucesso sem expor dados do cliente?+

Use um nível de identificação menor: case com nome mas sem número, case setorial sem marca ou resultado agregado de vários clientes. Mesmo sem nome, a fala precisa ser genuína e a descrição não pode ser tão específica que aponte uma empresa só.

Como apresentar um case de sucesso?+

Comece pelo resultado, não pela história da empresa fornecedora, e mostre a situação inicial em números ou fatos verificáveis. Em apresentação ao vivo, confirme antes que o escopo da autorização inclui eventos, porque o público pode incluir concorrentes do cliente.

Existe modelo pronto de case de sucesso?+

Existem modelos de estrutura, e eles ajudam a não esquecer partes da história. O que não existe pronto é a autorização: ela precisa nomear o case aprovado, o escopo de uso, o prazo e quem assina pela empresa citada. Contrato com cláusula de confidencialidade pede revisão do jurídico.

Como usar case de sucesso em vendas?+

Use o case em propostas, apresentações e na sequência de contato depois da primeira reunião, escolhendo o case do mesmo segmento e porte do prospect. Antes, confira se o termo assinado libera aquele uso, e prepare as versões curtas junto com o case para o cliente aprovar tudo de uma vez.

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