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Prateleiras de supermercado vazias
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Planograma: o que é, como fazer e por que a gôndola desmente o desenho

Planograma é o mapa de cada produto na gôndola. Veja como fazer, quem desenha e por que medida da embalagem e ruptura desfazem o plano na loja.

Resposta rápida

Planograma é o desenho que define onde cada produto fica na gôndola: em qual prateleira, ao lado de quem e com quantas frentes. Ele serve para organizar a categoria, facilitar a reposição e dar a cada item um espaço proporcional ao que vende. Para fazer, você parte do sortimento, das medidas das embalagens e do histórico de vendas, e desenha módulo a módulo. O desenho só vira resultado quando é conferido na loja contra a foto da gôndola real, o realograma, porque medida errada e produto em falta desfazem o plano no primeiro abastecimento.

Todo supermercado tem um planograma, mesmo quando ninguém o chama assim. Às vezes é um arquivo detalhado, desenhado em software e aprovado com o fornecedor. Às vezes é só o costume do repositor mais antigo. Nos dois casos existe uma ideia de onde cada produto deveria estar.

O problema começa entre a ideia e a prateleira. O desenho é feito com medidas de cadastro e com a premissa de que o produto vai estar lá. A loja real tem embalagem que não cabe, item que acabou e repositor que preenche o buraco com o que tem à mão. Este guia explica o que é planograma e como fazer um, e dedica a maior parte do espaço ao que costuma ficar de fora: quem desenha, de onde vêm as medidas e como conferir se o desenho virou gôndola.

O que é planograma?

Planograma é a representação visual de como os produtos devem ser expostos num móvel da loja: gôndola, ilha, ponta de gôndola, geladeira ou balcão. Ele mostra a posição de cada item, a prateleira em que fica e o número de frentes, isto é, quantas unidades lado a lado aparecem para o cliente.

Na prática, é um mapa de espaço. Uma gôndola tem um número fixo de centímetros por prateleira, e o planograma decide como esses centímetros se dividem entre marcas, tamanhos e variações. Toda decisão ali é uma troca: dar mais uma frente a um produto significa tirar espaço de outro.

O planograma pode ser um desenho feito à mão, uma planilha com a ordem dos itens ou um arquivo gerado por software especializado com imagem de cada embalagem. O formato importa menos do que a precisão das medidas e a disciplina de conferir se ele foi seguido.

Para que serve um planograma no supermercado?

Serve a três públicos ao mesmo tempo, e cada um olha para ele por um motivo diferente.

  • Para o cliente, organiza a busca. Uma categoria arrumada com lógica (por tipo, por marca ou por tamanho) é encontrada mais rápido e gera menos desistência na frente da prateleira.
  • Para a loja, distribui o espaço de acordo com o que vende e com a margem de cada item, e transforma a reposição numa tarefa repetível: o repositor sabe o que vai onde sem depender de memória.
  • Para a indústria, garante que a marca apareça como foi negociado: no ponto combinado, com o número de frentes acertado e ao lado dos itens certos.

Existe ainda um uso menos citado e muito útil: o planograma é a régua da auditoria. Sem um desenho de referência, a visita do promotor ou do supervisor vira opinião. Com ele, vira comparação objetiva entre o que foi combinado e o que está exposto.

Qual a diferença entre planograma, layout e realograma?

Os três termos aparecem juntos e costumam ser confundidos. A diferença está na escala e no momento: o layout é a loja inteira, o planograma é o móvel, e o realograma é o retrato do móvel como ele de fato está.

Layout de lojaPlanogramaRealograma
EscalaA loja inteiraUm móvel ou móduloO mesmo móvel, na loja
O que defineCorredores, setores e fluxo do clientePosição e frentes de cada produtoNada: registra o que existe
Quando é feitoNa abertura ou reforma da lojaNa revisão da categoriaNa visita de execução
Formato típicoPlanta baixaDesenho ou arquivo de softwareFoto datada da gôndola
Pergunta que respondeOnde fica cada categoria?Como a categoria deve aparecer?Como ela está aparecendo hoje?

Comparativo elaborado pela Alliance Comunicação com base na prática de trade marketing e execução no ponto de venda.

Quem trabalha só com os dois primeiros planeja bem e não sabe o que acontece depois. O realograma é a peça que fecha o ciclo, e é dele que trata boa parte deste artigo.

Quais são os tipos de planograma?

Os tipos se definem pela lógica de organização da categoria. Nenhum é melhor em absoluto: a escolha depende de como o cliente decide a compra naquele corredor.

Vertical

Cada marca ou subcategoria ocupa uma coluna, de cima a baixo. O cliente que percorre o corredor vê todas as marcas de relance na altura dos olhos, e cada uma ganha uma faixa de exposição em todas as alturas. É comum em categorias em que a marca pesa na escolha.

Horizontal

Cada prateleira concentra um grupo: tamanhos, versões ou faixas de preço. Funciona quando o cliente decide primeiro pelo tipo e só depois pela marca, e exige cuidado porque a prateleira mais baixa tende a ficar com o que menos se vê.

Em bloco e por critério de negócio

O bloco agrupa produtos de uma mesma marca ou família numa área compacta, criando uma mancha de cor reconhecível. Há ainda planogramas organizados por margem, por giro ou por ocasião de consumo, em que a regra de posição segue um indicador de negócio em vez de uma lógica visual.

Quem faz o planograma: a indústria ou o varejo?

Depende do porte e da relação comercial, e é a pergunta que mais muda o trabalho na prática. Há três arranjos comuns.

  • A própria rede desenha. Redes maiores costumam ter área de gerenciamento de categorias que define o planograma de cada loja ou cluster de lojas, e os fornecedores negociam dentro dele.
  • A indústria propõe. Um fabricante com peso na categoria, muitas vezes chamado de capitão de categoria, desenha uma proposta para a categoria inteira, incluindo os concorrentes, e a rede aprova ou ajusta. O ganho é a análise; o risco é o viés de quem desenhou.
  • Ninguém desenha formalmente. Em lojas menores, a exposição nasce da negociação de cada promotor e do hábito da equipe. Existe um planograma de fato, só que não está escrito em lugar nenhum.

Para o trade marketing da indústria, a consequência é direta: o planograma é uma negociação, não um arquivo. Quem leva para a rede uma proposta da categoria inteira, com argumento de giro e não só de interesse próprio, tem mais chance de ver o desenho aprovado. E quem não acompanha a execução descobre tarde que o acordo valeu no papel.

Por que o desenho não cabe na prateleira?

A primeira distância entre planograma e gôndola é de medida. O desenho calcula quantas frentes cabem a partir das dimensões cadastradas de cada embalagem: altura, largura e profundidade. Se o número cadastrado não corresponde ao jeito como o produto é exposto, a conta não fecha na loja.

O padrão global de medição de embalagens da GS1 define a "frente padrão" do produto como a face de maior área que o dono da marca usa para promovê-lo ao consumidor, e avisa que essa regra existe para dar um processo de medição consistente e repetível, podendo não representar a orientação do produto como ele fica exposto na prateleira. O mesmo padrão cita a gestão de espaço de prateleira e de planogramas entre os benefícios da medição consistente.
Fonte: GS1, GS1 Package and Product Measurement Standard, Release 3.3, agosto de 2026

Em outras palavras, a medida padronizada responde à pergunta "qual é a frente da embalagem para fins de cadastro", e não necessariamente "de que lado este produto fica virado nesta gôndola". Um pacote alto e estreito pode ser exposto de pé num móvel e deitado em outro. Se indústria e varejo não combinam qual orientação vale, o planograma desenha quatro frentes onde cabem três.

No Brasil, a empresa registra os dados dos seus produtos pela GS1 Brasil, a representante local da organização. O ponto prático não é burocrático: a medida que está no cadastro é a que alimenta o software de planograma da rede. Medida errada no cadastro vira erro em todas as lojas ao mesmo tempo.

Há outros motivos de desencaixe que não dependem do cadastro: mudança de embalagem sem atualização do desenho, prateleira com altura diferente da prevista, cantoneira ou etiqueta de preço que come centímetros, e caixa de embarque com quantidade que não fecha com a capacidade da frente. Todos têm a mesma assinatura: o primeiro abastecimento já sai diferente do desenho.

O que a ruptura revela sobre o planograma?

A segunda distância é a falta. Um planograma perfeito, com medidas certas, ainda depende de o produto estar na loja. E a falta de produto no varejo alimentar brasileiro não é exceção.

O Índice de Ruptura da Neogrid, que mede a falta de produtos nas gôndolas dos supermercados brasileiros, registrou 10,8% em julho de 2026, o menor nível do indicador geral em 12 meses, após 11,5% em junho. Em julho, a ruptura de ovos foi de 22,4% (ante 27,8% em junho), a de papel higiênico subiu de 14,1% para 15,9%, a de leite UHT caiu de 13,8% para 11,4% e a de café em pó e em grãos, de 9,4% para 7,4%.
Fonte: Neogrid, Índice de Ruptura de julho de 2026, divulgado em 24/08/2026
Gráfico de barras com a ruptura nas gôndolas dos supermercados brasileiros em julho de 2026, segundo a Neogrid: ovos 22,4%, papel higiênico 15,9%, leite UHT 11,4%, índice geral 10,8%, arroz 9,5%, açúcar 8,5%, feijão 8,1% e café 7,4%
Mesmo no menor nível em 12 meses, cerca de um em cada dez itens monitorados estava em falta; em algumas categorias, mais de um em cada cinco.

Dois cuidados de leitura. Primeiro, o número é um índice de itens em falta, não de vendas perdidas: não dá para dizer que o varejo perde 10,8% do faturamento. Segundo, pela definição da própria Neogrid, o índice considera o estoque da loja como um todo, incluindo gôndola e depósito. Ou seja, ele não conta o caso em que o produto está no depósito e a prateleira está vazia, que é exatamente o tipo de falha que só a conferência do planograma enxerga.

Para quem desenha planograma, a lição é que o espaço vazio precisa de regra. Quando um item falta, o repositor vai preencher o buraco com alguma coisa. Se o planograma não diz com o quê, ele estica o vizinho, puxa outro sabor ou deixa o espaço aberto, e o desenho se perde até a reposição seguinte.

Como fazer um planograma de supermercado?

O passo a passo abaixo serve tanto para a rede que desenha a própria categoria quanto para a indústria que vai propor um desenho. A ordem importa: começar pelo desenho antes de ter medidas e dados é o caminho mais curto para refazer tudo.

1. Defina a categoria e o sortimento

Liste exatamente quais itens entram, por loja ou por grupo de lojas parecidas. Uma loja de bairro e um hipermercado não comportam o mesmo mix, e um planograma único para os dois acaba errado nos dois.

2. Meça o móvel e confira as medidas das embalagens

Registre largura útil, número e altura das prateleiras e profundidade do móvel real, não o do catálogo. Depois confira as dimensões de cada embalagem no cadastro e decida, item a item, qual face fica de frente na exposição. É aqui que se evita a frente que não cabe.

3. Distribua o espaço pelo desempenho

Use o histórico de vendas e o giro para definir quantas frentes cada item merece. O princípio é simples: o espaço deve ser proporcional à saída, com um mínimo que garanta a reposição entre uma visita e outra sem deixar a prateleira vazia.

4. Escolha a lógica de organização

Vertical, horizontal ou em bloco, conforme a forma como o cliente decide naquela categoria. Teste a lógica com quem conhece o corredor: o gerente da loja e o repositor costumam saber onde o cliente procura primeiro.

5. Escreva as regras de exceção

Diga o que fazer quando um item faltar, quando chegar embalagem nova e quando houver ação promocional. Uma linha por situação resolve: qual item ocupa o espaço vazio, quem atualiza o desenho e por quanto tempo vale a exceção.

6. Publique e marque a data de conferência

O planograma só existe se chegar a quem abastece: impresso no corredor, no aplicativo do promotor ou no sistema da loja. Junto com a publicação, defina quando será a primeira conferência. Desenho sem data de auditoria tende a ficar velho sem que ninguém perceba.

Como conferir se o planograma foi executado?

A conferência compara o desenho com o realograma, a foto datada da gôndola como ela está. É o momento em que as duas distâncias aparecem juntas: a medida que não fechou e a falta que ninguém cobriu.

Diagrama comparando o planograma, com três prateleiras completas, ao realograma da mesma gôndola na loja, que mostra um espaço vazio por ruptura, uma embalagem exposta de lado com uma frente a menos e um item fora da posição planejada
As três divergências mais comuns entre o desenho e a foto da gôndola têm causas diferentes e, por isso, donos diferentes.
  1. Fotografe sempre do mesmo jeito. Mesmo ângulo, módulo inteiro no quadro e data registrada. Foto torta ou parcial não permite comparação.
  2. Compare item a item. Para cada posição do desenho, marque se o produto está presente, na posição certa e com as frentes previstas.
  3. Classifique cada divergência pela causa. Falta de produto é abastecimento; frente a menos é medida ou orientação; item trocado é execução. Cada causa tem um dono diferente.
  4. Calcule a aderência. Divida as posições corretas pelo total de posições do desenho. É um indicador simples, comparável entre lojas e entre visitas.
  5. Feche o ciclo. Divergência que se repete em várias lojas não é falha de repositor: é sinal de que o desenho precisa mudar.

A conferência também é a melhor fonte de argumento para a próxima negociação com a rede. Uma série de fotos mostrando que a embalagem não cabe nas frentes previstas convence mais do que qualquer apresentação, e é o tipo de prova que o relatório de sell-out comparado ao varejo precisa para separar falha de execução de falha de campanha.

Quais os erros mais comuns no planograma?

  • Desenhar com a medida do catálogo. Móvel e embalagem precisam ser medidos como estão na loja, com a orientação de exposição combinada.
  • Um planograma para todas as lojas. Lojas com perfil e tamanho diferentes pedem sortimentos diferentes; o desenho único sobra numa e falta noutra.
  • Ignorar o espaço vazio. Sem regra para a ruptura, o repositor improvisa e o desenho se desfaz até a próxima visita.
  • Não atualizar na troca de embalagem. Um centímetro a mais na largura muda o número de frentes de toda a prateleira.
  • Auditar sem foto. "Estava ok" não é medição. Sem realograma, não há como comparar lojas nem visitas.
  • Tratar o planograma como arquivo, e não como acordo. Se a loja não participou do desenho, ela não se sente obrigada a segui-lo.

O que muda no planograma por tipo de loja?

A lógica é a mesma em qualquer varejo, mas o que pesa no desenho muda bastante de um formato para outro.

FormatoO que mais pesa no desenhoCuidado específico
SupermercadoGiro por item e espaço proporcional à vendaRegra clara para ruptura em categorias de abastecimento instável
FarmáciaSeparação entre área de livre acesso e área restrita aos funcionáriosA exposição de medicamentos segue regra sanitária da Anvisa; confira a norma vigente antes de desenhar
AtacarejoVolume, palete e embalagem de fardoMedidas da caixa de embarque, não só da unidade
Loja de conveniênciaPoucas frentes e alta rotaçãoReposição frequente; uma frente vazia é uma marca ausente
Ponta de gôndola e ilhaAção promocional com prazoData de início e de fim no desenho e retorno ao planograma da categoria

Elaborado pela Alliance Comunicação com base na prática de execução no ponto de venda. Farmácia: Anvisa, RDC 44/2009 e alterações.

Na farmácia, o planograma de autosserviço cobre só a área de circulação do cliente. A norma da Anvisa sobre boas práticas em farmácias e drogarias trata da organização e da exposição dos produtos, e é ela que define o que pode ficar ao alcance do consumidor. O desenho comercial começa depois dessa fronteira.

Ponta de gôndola merece atenção à parte porque mistura planograma e material de ponto de venda. Quando a ação leva cartaz com preço, valem as regras de informação de preço ao consumidor, tratadas no artigo sobre materiais de PDV e o preço que o cartaz promete.

Por onde começar?

Comece pela categoria mais importante para o seu negócio e por três lojas representativas. Confira as medidas do cadastro, fotografe as gôndolas e compare com o planograma que existe hoje, escrito ou não. A distância entre os dois mostra onde está o problema: medida, abastecimento ou execução.

Para a indústria, o passo seguinte é transformar essa conferência em rotina e em argumento de negociação com a rede. É o trabalho que a Alliance faz em Experiência & Trade, ligando o desenho da gôndola à execução em campo e à leitura de resultado. Se você quer entender onde a sua marca perde força entre o planejamento e o ponto de venda, o diagnóstico de marketing gratuito é um bom ponto de partida.

PlanogramaTrade marketingPDVVarejo

Atualizado em 12/10/2026.

Perguntas frequentes

O que é planograma de loja?+

É o desenho que define onde cada produto fica num móvel da loja: a prateleira, a posição e o número de frentes. Ele organiza a categoria para o cliente, orienta a reposição e serve de régua para conferir se a exposição combinada foi cumprida.

Como fazer um planograma de supermercado?+

Defina o sortimento por loja, meça o móvel real e confira as medidas das embalagens, distribua as frentes pelo giro de cada item e escolha a lógica de organização. Depois escreva as regras para falta de produto e troca de embalagem, publique o desenho para quem abastece e marque a data da primeira conferência.

Como o planograma deve ser montado na prateleira?+

Seguindo o desenho posição a posição, com o número de frentes previsto e a face da embalagem combinada voltada para o cliente. Se a embalagem não couber nas frentes previstas, o certo é registrar a divergência com foto e corrigir o desenho, não ajustar a prateleira por conta própria.

Como utilizar o planograma para ajudar na reposição?+

O planograma diz ao repositor o que vai em cada espaço e quantas frentes cada item ocupa, o que torna a reposição uma tarefa repetível. Ele também deve dizer o que fazer quando um item faltar, para que o espaço vazio não seja preenchido no improviso.

Qual a diferença entre planograma e layout?+

O layout organiza a loja inteira: corredores, setores e o caminho do cliente. O planograma organiza um móvel específico dentro desse layout, definindo a posição e as frentes de cada produto na gôndola.

Quais são os tipos de planograma?+

Os mais usados são o vertical, em que cada marca ocupa uma coluna de cima a baixo, e o horizontal, em que cada prateleira concentra um grupo, como tamanho ou versão. Há também o planograma em bloco e os organizados por critério de negócio, como margem ou giro.

Quem faz o planograma no trade marketing: a indústria ou o varejo?+

Depende da relação comercial. Redes maiores costumam desenhar o próprio planograma; em muitas categorias, um fabricante com peso propõe o desenho da categoria inteira e a rede aprova ou ajusta. Em lojas menores, a exposição muitas vezes nasce da negociação de cada promotor, sem desenho formal.

Existe software de planograma grátis?+

Para começar, uma planilha com a ordem dos itens, as medidas e as frentes já funciona como planograma, e há ferramentas que oferecem versões de teste. O software ajuda a desenhar com imagem e a calcular espaço, mas não substitui medidas corretas e a conferência com foto na loja.

Como fazer planograma de farmácia?+

O processo é o mesmo do supermercado, com uma etapa anterior: separar o que pode ficar na área de livre acesso do que precisa ficar em área restrita aos funcionários, conforme a norma sanitária da Anvisa vigente. O desenho comercial vale só para a área de circulação do cliente.

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