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Tecnologia

Firebase Studio: o que é, o fim em março de 2027 e como tirar o app a tempo

O Firebase Studio sai do ar em 22/03/2027 e apaga o que sobrar. Veja o que é, o que continua funcionando e como migrar o app sem perder a URL.

Resposta rápida

O Firebase Studio é o ambiente de desenvolvimento do Google, no navegador, em que se cria app por prompt com o Gemini ou escrevendo código. O Google anunciou o encerramento em 19 de março de 2026: desde 22 de junho de 2026 não se cria workspace nem conta nova, e em 22 de março de 2027 o ambiente sai do ar e os dados que restarem nele são apagados sem recuperação. O app já publicado e os serviços do Firebase, como Firestore, Authentication e App Hosting, continuam funcionando. Para manter o projeto, é preciso migrá-lo antes para o Google AI Studio, o Google Antigravity ou outro host, e o caminho escolhido decide se a URL do app muda.

Quem pesquisa “Firebase Studio” hoje ainda encontra tutoriais animados: crie um app descrevendo o que quer, publique com um clique, tudo no navegador. O que esses textos não dizem é que a ferramenta tem data para acabar. O Google anunciou o encerramento em março de 2026, fechou a porta para novos usuários em junho e marcou o desligamento para 22 de março de 2027.

Este guia explica o que é o Firebase Studio, o que acontece em cada data e, principalmente, o que a empresa que já tem um app lá precisa fazer: quem pode migrar, para onde levar o projeto, o que fica para trás no caminho e como não trocar o endereço do app sem querer. Tudo a partir da documentação oficial do Firebase, conferida em 28 de outubro de 2026.

O que é o Firebase Studio?

Segundo a página oficial do produto, o Firebase Studio é um ambiente de desenvolvimento na nuvem, com agentes de IA, para criar e publicar aplicações completas: API, back-end, front-end e app móvel. Ele roda no navegador, sobre uma máquina virtual do Google Cloud, e reúne o antigo Project IDX com agentes especializados e a assistência do Gemini.

Na prática, ele atendia dois públicos com a mesma ferramenta. De um lado, quem não programa e queria sair de uma ideia para um app funcionando conversando com a IA. De outro, desenvolvedores que queriam um editor de código completo sem instalar nada na máquina, com modelos prontos para Next.js, React, Angular, Flutter, Python e outras linguagens.

Um detalhe da própria documentação ajuda a entender o encerramento: o Firebase Studio sempre esteve em Preview, sem acordo de nível de serviço nem política de descontinuação. Em outras palavras, o Google avisava desde o começo que o produto podia mudar ou sair do ar.

Como funciona o Firebase Studio por dentro?

O Firebase Studio tem dois modos de trabalho, e saber qual deles a sua equipe usou define o caminho de migração mais adiante.

1. Modo por prompt: o App Prototyping agent

O agente de prototipagem, também chamado de Prototyper, cria um app web a partir de texto, imagem ou desenho. Se o app precisa de banco de dados ou login, o agente configura sozinho o Cloud Firestore e o Firebase Authentication. Dali, o app é publicado no Firebase App Hosting, com um endereço terminado em hosted.app ou com domínio próprio.

2. Modo código: o editor completo

O segundo modo é um editor baseado no Code OSS, o mesmo projeto aberto que está na base do VS Code, com terminal, extensões, emuladores do Firebase e o Gemini ajudando a escrever, testar e corrigir código. Dá para importar um repositório, partir de um modelo pronto ou trazer um design do Figma.

Os dois modos conversam: é comum começar no prompt e depois passar para o código para ajustar uma regra de negócio. Esse vaivém é justamente o que complica a migração, porque um projeto nascido no Prototyper pode ter ganhado tanto código que já não cabe no caminho “só prompt”.

O Firebase Studio vai ser descontinuado? Quais são as datas?

Sim. O encerramento está na página oficial de encerramento e migração do Firebase Studio, e o Google justifica a decisão como uma simplificação: o que aprendeu no Firebase Studio passa para duas ferramentas principais, o Google AI Studio e o Google Antigravity.

Segundo a documentação oficial do Firebase, o encerramento do Firebase Studio foi anunciado em 19 de março de 2026; desde 22 de junho de 2026 a criação de novos workspaces e o cadastro de novos usuários estão desativados; os workspaces existentes funcionam até 22 de março de 2027 e, depois disso, todos os dados restantes serão excluídos permanentemente, sem possibilidade de recuperação. (Tradução livre do original em inglês.)
Fonte: Google, Firebase Documentation, “Firebase Studio sunset and project migration”, atualizada em 20/10/2026, consulta em 28/10/2026
Linha do tempo do encerramento do Firebase Studio: anúncio em 19 de março de 2026, bloqueio de novos workspaces e contas em 22 de junho de 2026 e desligamento com exclusão dos dados em 22 de março de 2027
Entre a segunda e a terceira data, quem já tem workspace ainda trabalha e migra normalmente. Depois da terceira, não há o que recuperar.

A palavra que pesa é permanentemente. Não existe período de carência descrito na documentação nem lixeira de onde pedir o projeto de volta. Até o desligamento, o Google diz que continua entregando correções críticas de segurança e atualizações do modelo Gemini, então os projetos atuais seguem estáveis enquanto a equipe se organiza.

O que acontece com o app publicado depois do fim do Firebase Studio?

Aqui está a boa notícia, e também a confusão mais comum. O encerramento vale para o ambiente de desenvolvimento, não para o app. A documentação diz que os apps já publicados no Firebase continuam rodando depois da data, e que bancos de dados, Cloud Firestore, Authentication e App Hosting não são afetados.

O problema é o dia seguinte. O app continua no ar, mas o lugar onde ele era editado deixa de existir. Se ninguém tiver tirado o código de lá, a empresa fica com um sistema rodando que ninguém consegue mais alterar pelo caminho de sempre: nem para corrigir um erro, nem para mudar um texto, nem para atualizar uma dependência.

Continua depois de 22/03/2027Some em 22/03/2027
App publicado no FirebaseSim, segue rodando—
Cloud Firestore e dados dos usuáriosSim, sem mudança—
Firebase AuthenticationSim, sem mudança—
Firebase App HostingSim, o back-end continua—
Workspace, código e arquivos não migrados—Apagados sem recuperação
Histórico de conversa com o agenteSó se for baixado à parteApagado junto com o workspace

Elaborado pela Alliance Comunicação a partir da documentação oficial do Firebase Studio (atualizada em 20/10/2026).

O Firebase Studio é gratuito? E o plano Blaze?

O acesso ao ambiente é gratuito. O que mudava era o número de workspaces por pessoa, conforme o perfil no Google Developer Program. Desde 22 de junho de 2026, a própria página de preços e limites do Firebase Studio avisa que essas cotas deixaram de valer para novos cadastros, porque não há mais cadastro novo.

Na página oficial de preços, cotas e limites, o Firebase Studio é gratuito com até 3 workspaces por usuário sem perfil no Google Developer Program, 10 no plano Standard e 30 no Premium (por assinatura); sem o Premium, no máximo 2 workspaces de Flutter e React Native + Expo somados. Integrações como o Firebase App Hosting exigem conta do Cloud Billing, o que passa o projeto para o plano Blaze, de pagamento por uso, e o uso da Gemini Developer API para o nível pago. (Tradução livre do original em inglês.)
Fonte: Google, Firebase Documentation, “Firebase Studio pricing, quotas, and limits”, atualizada em 20/10/2026, consulta em 28/10/2026

Para quem vai migrar, a parte que importa é a segunda. Se o app foi publicado no App Hosting, o projeto do Firebase já tem uma conta de faturamento ligada e está no Blaze. Essa conta continua cobrando o uso do app depois do fim do Firebase Studio. Antes de migrar, vale descobrir em nome de quem ela está e qual cartão paga, porque é comum o projeto ter nascido na conta pessoal de quem fez o protótipo.

Qual a alternativa ao Firebase Studio?

O próprio Google aponta dois destinos e um terceiro caminho por conta própria. A escolha depende de como o app foi feito, não de preferência de marca.

  • Google AI Studio, no navegador, recomendado para quem criou o app com o agente de prototipagem e quer continuar trabalhando por prompt. O Google diz que integrou o Cloud Firestore e o Firebase Authentication ao AI Studio.
  • Google Antigravity, um ambiente instalado na máquina, com agentes autônomos, recomendado para quem usava o modo código, partiu de um modelo ou repositório, ou começou no Prototyper e acrescentou muita coisa. Ele aceita modelos além do Gemini, como Claude e GPT-OSS, segundo a documentação. O custo do Antigravity é outro assunto, que tratamos no guia sobre quanto custa o Google Antigravity e o crédito extra.
  • Outro ambiente ou host, para quem prefere baixar o código e cuidar da publicação por conta própria, dentro ou fora do Google.
Árvore de decisão para sair do Firebase Studio: app feito por prompt vai para o Google AI Studio, app feito em código vai para o Google Antigravity e quem quer cuidar à mão baixa o zip, com a opção que mantém a URL e a que troca o endereço em cada caminho
Em todo caminho existe uma opção que preserva o endereço do app e outra que troca. A mais rápida nem sempre é a que mantém a URL.

Há ainda uma porta entre os dois destinos do Google: quem começa no AI Studio pode, depois, exportar o projeto para o Antigravity pela aba de código. Ou seja, escolher o AI Studio agora não prende o app a ele.

Como migrar do Firebase Studio para o Google AI Studio sem perder a URL?

O primeiro passo é simples. O segundo é o que decide se o cliente vai continuar encontrando o app no mesmo endereço.

1. Transferir o workspace com o Move now

No topo do workspace, o botão Move now leva a “Prepare for AI Studio” e depois a “Move to Google AI Studio”. Aceitos os termos, o código abre num workspace novo do AI Studio. A conversão pode levar alguns minutos, e o AI Studio avisa quando termina.

2. Escolher a publicação: App Hosting ou Cloud Run

Aqui está a armadilha. O botão Publish do AI Studio é o caminho de um clique, mas publica no Cloud Run, com um endereço novo terminado em run.app. Quem tem domínio próprio precisa mapeá-lo para o serviço novo, e a documentação avisa que esse mapeamento pode levar até 24 horas e deixar o app fora do ar.

Para manter o endereço hosted.app ou o domínio próprio, o caminho é continuar no App Hosting, e ele tem três etapas:

  1. Guardar a chave da Gemini API no console. No Firebase Studio, essa chave ficava no arquivo .env e era copiada sozinha para o App Hosting. No AI Studio, isso não acontece: é preciso abrir o back-end (geralmente chamado studio) no console do Firebase e cadastrar a chave como variável de ambiente.
  2. Ligar o AI Studio ao GitHub, criar o repositório e conferir que o arquivo .env não entrou na lista, para a chave não ficar exposta.
  3. Conectar esse repositório ao back-end do App Hosting, no ramo main e na pasta raiz, e salvar. Daí em diante, cada envio ao GitHub publica o app no mesmo endereço.

Um efeito colateral costuma aparecer só depois: se o app tem login com conta Google, ele para de funcionar no endereço novo até que o domínio do app no AI Studio seja incluído entre os domínios autorizados do Authentication, no console do Firebase.

Como migrar para o Antigravity ou baixar o projeto do Firebase Studio?

Para o Antigravity, a documentação pede três coisas instaladas e atualizadas na máquina: o Antigravity IDE, o Node.js na versão 20 ou superior e a Firebase CLI na versão 15.10.0 ou superior. Depois, há dois jeitos de fazer a passagem.

1. Migração com o agente

No Firebase Studio, o Move now gera um zip com o projeto. Extraído o arquivo e aberto no Antigravity, basta pedir ao agente o comando @fbs-to-agy-export, e ele conduz a conversão pedindo ajuda quando precisa. O Google sugere o modelo Gemini Flash para gastar menos tokens nessa tarefa. Para publicar, o pedido é “Publish my app”: se o app já estava no App Hosting, ele vai para o mesmo endereço.

2. Exportação manual, sem agente

Quem prefere não gastar tokens pode rodar o comando studio:export da Firebase CLI sobre a pasta extraída. A documentação avisa que ele está otimizado para projetos em Next.js, Flutter e Angular. Em outros tipos de projeto, pode deixar partes do código sem a adaptação necessária.

3. Só baixar e publicar fora

Para levar o projeto a outro ambiente, o caminho é Move now > Zip and Download, ou enviar o workspace para o GitHub. Com o código na máquina, o comando firebase init apphosting, ligado ao back-end existente chamado studio, mantém a mesma URL. Qualquer provedor de hospedagem fora do Firebase significa endereço novo.

CaminhoPara quemMantém a URL?Ponto de atenção
AI Studio + App Hosting via GitHubApp feito por promptSimCadastrar a chave da Gemini API no console
AI Studio + botão PublishApp nunca publicado, ou URL nova aceitávelNão (*.run.app)Domínio próprio pode levar até 24 h e ficar fora do ar
Antigravity com o agenteApp em código, modelo ou repositórioSim, se já estava no App HostingConsome tokens do agente
Antigravity com studio:exportQuem não quer usar o agenteSim, publicando no back-end existenteOtimizado só para Next.js, Flutter e Angular
Zip + Firebase CLIEquipe técnica que cuida à mãoSim, ligando ao back-end studioExige Node.js e a CLI instalados
Zip + host externoQuem quer sair do GoogleNãoFirestore e Authentication continuam no Firebase

Elaborado pela Alliance Comunicação a partir da documentação oficial de migração do Firebase Studio (atualizada em 20/10/2026).

Quais armadilhas a migração esconde?

A documentação responde a maioria delas na seção de perguntas frequentes, mas espalhadas. Juntas, elas mostram que a migração é menos um clique e mais uma pequena operação de inventário.

  • Só o criador do workspace usa o Move now. Quem recebeu o workspace compartilhado precisa duplicá-lo para a própria conta ou exportar o código à mão. Se o criador saiu da empresa, ou era um fornecedor, esse é o primeiro problema a resolver.
  • Workspace compartilhado leva a configuração do dono. Na exportação manual, o projeto do Firebase e as chaves de API continuam apontando para os recursos de quem criou o workspace. É preciso criar um projeto novo e trocar as variáveis de ambiente.
  • O histórico de conversa com o agente não vai no zip. Ele fica na pasta /home/user/.idx/ai do workspace e precisa ser baixado à parte. Para quem construiu o app por prompt, esse histórico é a única documentação das decisões tomadas.
  • A chave da Gemini API não acompanha o código. Ela ficava no .env, que não deve ir para o GitHub, e precisa ser recadastrada no console para o App Hosting continuar publicando.
  • Projeto pesado trava a exportação. A pasta node_modules, mídias grandes, exportações de banco e histórico extenso do git podem fazer o processo travar. A recomendação é apagá-los antes e reinstalar as dependências no destino.
  • Bloqueador de pop-up engole o download. Se o Zip and Download não faz nada, o navegador provavelmente bloqueou a janela que o processo abre.

Quem na empresa precisa agir, e até quando?

O prazo oficial é 22 de março de 2027, mas a data útil é anterior. Migrar no último mês deixa sem folga para os imprevistos que a própria documentação descreve: o agente que para no meio, o domínio que leva um dia para apontar, o login com Google que quebra no endereço novo.

  1. Inventário: listar todos os workspaces que a empresa usa, quem criou cada um e quais estão publicados.
  2. Dono: garantir que cada workspace com app no ar esteja na conta de alguém da empresa, duplicando os que estão na conta de ex-funcionário ou fornecedor.
  3. Caminho: decidir, app por app, entre AI Studio, Antigravity e saída manual, com base em como ele foi feito.
  4. Endereço: anotar se o app precisa manter a URL atual. Se precisar, descartar de saída os caminhos que trocam o endereço.
  5. Backup: baixar o zip e o histórico do agente de todos os workspaces, inclusive os que não serão migrados, antes de mexer em qualquer coisa.
  6. Teste: migrar primeiro o app menos crítico, conferir login, banco e publicação, e só então repetir nos demais.

Quem não tem certeza de que vale manter o app pode aproveitar a migração para fazer a pergunta. Um protótipo que ninguém usa não precisa ser carregado para a ferramenta nova. Basta guardar o zip e deixá-lo encerrar junto com o ambiente.

O que o fim do Firebase Studio ensina sobre criar app com IA?

O Firebase Studio não é um caso isolado. Em 2026, o Google também começou a encerrar outro produto para desenvolvedores, como mostramos no guia sobre o prazo para migrar do Gemini Code Assist. Ferramentas em Preview, gratuitas e muito rápidas de adotar são também as mais fáceis de descontinuar.

A lição prática não é evitar essas ferramentas, e sim adotar cada uma já sabendo como sair dela. É a tese que defendemos no guia sobre as saídas que ninguém desenha no low code: antes do primeiro prompt, a empresa precisa saber onde fica o código, em nome de quem está a conta e o que acontece com o endereço do app se a plataforma mudar. No caso do FlutterFlow e o código que a empresa leva, essa porta depende do plano contratado.

O Firebase Studio, nesse ponto, foi generoso: deu um ano de aviso, ferramenta de migração e caminho para manter a URL. A maioria das empresas que vai perder alguma coisa em março de 2027 vai perder por desatenção, não por falta de saída.

Por onde começar hoje

Comece pelo inventário e pelo backup, que não dependem de nenhuma decisão técnica: liste os workspaces, confirme quem é o criador de cada um e baixe o zip e o histórico do agente de todos. Isso já tira o risco de perder o trabalho na data do desligamento.

Depois, escolha o destino app por app, com a URL como critério de desempate. Se a empresa não tem equipe técnica para conduzir a passagem, ou quer aproveitar a mudança para redesenhar o app numa plataforma com saída clara, a Alliance pode ajudar pelo serviço de desenvolvimento low-code e no-code. E se a dúvida é maior do que um app, o diagnóstico de marketing gratuito mostra em que ponto a tecnologia da empresa está pesando no resultado.

Low-codeFirebaseGoogleIAMigração

Perguntas frequentes

O que é o Firebase Studio?+

É um ambiente de desenvolvimento do Google, na nuvem e no navegador, para criar e publicar aplicações completas com ajuda de agentes de IA e do Gemini. Ele permite criar app por prompt, com o App Prototyping agent, ou escrevendo código num editor baseado no Code OSS. O produto está em encerramento e sai do ar em 22 de março de 2027.

O Firebase Studio vai ser descontinuado?+

Sim. O Google anunciou o encerramento em 19 de março de 2026 e, desde 22 de junho de 2026, não é possível criar workspace nem conta nova. Os workspaces existentes funcionam até 22 de março de 2027, segundo a documentação oficial do Firebase.

Quando o Firebase Studio sai do ar?+

Em 22 de março de 2027. Nessa data o ambiente é desligado e todos os dados que restarem nele são apagados de forma permanente, sem possibilidade de recuperação. Quem quer manter um projeto precisa migrá-lo antes.

O que acontece com o app publicado depois do fim do Firebase Studio?+

O app publicado continua rodando, e o Cloud Firestore, o Authentication e o App Hosting não são afetados. O que some é o ambiente de edição: se o código não for migrado, a empresa fica com um app no ar que não consegue mais alterar pelo caminho de sempre.

O Firebase Studio é gratuito?+

O acesso é gratuito, com até 3 workspaces por usuário sem perfil no Google Developer Program, 10 no plano Standard e 30 no Premium, que é pago. Desde 22 de junho de 2026, porém, não há mais cadastro nem workspace novo, então esses limites só importam para quem já usa a ferramenta.

O Firebase Studio exige o plano Blaze?+

O ambiente em si não exige. Mas integrações como o Firebase App Hosting pedem uma conta do Cloud Billing, e ligar essa conta ao projeto o passa automaticamente para o plano Blaze, de pagamento por uso, e coloca o uso da Gemini Developer API no nível pago.

Qual a alternativa ao Firebase Studio?+

O Google indica o Google AI Studio para quem criava apps por prompt no navegador e o Google Antigravity para quem trabalhava com código e agentes. Também é possível baixar o projeto e publicar com a Firebase CLI ou em outro provedor de hospedagem, sabendo que sair do Firebase muda o endereço do app.

Como migrar do Firebase Studio para o Google AI Studio?+

No workspace, use Move now, depois Prepare for AI Studio e Move to Google AI Studio. Para manter a URL hosted.app ou o domínio próprio, cadastre a chave da Gemini API no back-end do App Hosting e publique pelo GitHub; o botão Publish do AI Studio publica no Cloud Run, com endereço novo. Só o criador do workspace consegue usar o Move now.

Como baixar o projeto do Firebase Studio?+

Clique em Move now e escolha Zip and Download, ou rode o comando Firebase Studio: Zip & Download pela paleta de comandos no modo código. O histórico de conversa com o agente não entra no zip e precisa ser baixado à parte, a partir da pasta .idx/ai do workspace.

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