Agência
Marca & CriaçãoBranding & PosicionamentoIdentidade VisualConteúdo & CopywritingProdução AudiovisualLive Experience
Performance & GrowthSocial MediaInbound & NutriçãoTráfego PagoSEO & GEOPublicidadePesquisa de Mercado com IABI & DashboardsWeb AnalyticsCRO
IA & AutomaçãoConsultoria de Adoção de IAIntegração CRM & DadosAutomação de ProcessosAgentes de IAAutomação de Marketing com IABase de Conhecimento de Marca para IA
Tecnologia & Produtos DigitaisDesenvolvimento Web & AppsDesenvolvimento de MVPTech & SecurityLGPDLow-code & No-codeDesenvolvimento Assistido por IA
Relacionamento & ReputaçãoAssessoria de ImprensaInfluência & CEO PositioningGestão de CriseComunicação InternaExperiência & Trade
PortfólioBlogContato
Pessoa desenhando um fluxograma no quadro branco
Automação

BPMN: o que é a notação e os cinco grupos que o padrão define

BPMN é a notação de processos da OMG. Veja os cinco grupos de elementos da versão 2.0.2 e o nível de detalhe que cada uso pede, do desenho à automação.

Resposta rápida

BPMN (Business Process Model and Notation) é a notação padrão para desenhar processos de negócio, mantida pela Object Management Group (OMG); a versão vigente, 2.0.2, foi publicada em janeiro de 2014. A especificação organiza os símbolos em cinco grupos: objetos de fluxo (eventos, atividades e gateways), dados, objetos de conexão, raias (pools e lanes) e artefatos. O mesmo padrão define três níveis de detalhe, Descritivo, Analítico e Executável Comum, e um formato XML que leva o modelo de uma ferramenta a outra. Para documentar, o nível descritivo basta; para rodar num motor de workflow, o processo precisa do executável.

Quem pesquisa BPMN encontra, quase sempre, um catálogo de símbolos: círculo é evento, retângulo é tarefa, losango é decisão. Está certo, mas é a metade menos útil da história. A notação foi feita para que o mesmo desenho sirva ao analista que rascunha o processo, ao desenvolvedor que o implementa e ao gestor que o acompanha.

Este guia volta à fonte, a especificação da OMG, para mostrar o que ela realmente define: os cinco grupos de elementos, os três níveis de detalhe e o formato que leva o modelo de uma ferramenta a outra. No fim, você sabe o que cada símbolo faz e quanto detalhe o seu diagrama precisa ter para documentar ou para rodar numa automação.

O que é BPMN?

BPMN é a sigla de Business Process Model and Notation, em português "modelo e notação de processos de negócio". É um padrão aberto, mantido pela Object Management Group (OMG), que define um conjunto de símbolos e regras para desenhar como um processo acontece: o que dispara o trabalho, quais atividades são feitas, quem faz, onde o caminho se divide e como termina.

A especificação declara o objetivo principal logo na abertura: ser uma notação compreensível por todos os usuários de negócio, do analista que cria o primeiro rascunho ao técnico que implementa a tecnologia que vai executar o processo. Ela se descreve como uma ponte padronizada entre o desenho do processo e a sua implementação.

Na prática, isso quer dizer que um diagrama BPMN não é só uma figura. Por trás de cada símbolo há um elemento com atributos definidos, e o conjunto pode ser salvo num arquivo XML que outra ferramenta consegue abrir. É essa camada invisível que separa o BPMN de um desenho livre feito em qualquer editor.

Quem criou o BPMN e o que é o BPMN 2.0?

A primeira versão nasceu fora da OMG: o registro da especificação 1.0 no site da organização traz copyright de 2004 da BPMI.org. A versão 1.0 formal publicada pela OMG tem data de março de 2007.

O salto veio com a família 2.0. Segundo a própria especificação, a versão 2.0.2 amplia a 1.2 em cinco frentes: formaliza a semântica de execução de todos os elementos, cria um mecanismo de extensão, refina eventos e correlação, amplia a definição de interação humana e acrescenta o modelo de coreografia. Também corrige inconsistências e ambiguidades conhecidas da 1.2.

A especificação Business Process Model and Notation (BPMN) versão 2.0.2 tem status formal na OMG e data de publicação de janeiro de 2014. Junto com o documento, a OMG publica arquivos normativos legíveis por máquina, como o esquema XML BPMN20.xsd.
Fonte: Object Management Group (OMG), About the Business Process Model and Notation Specification Version 2.0.2, 2014

Quando alguém fala em "BPMN 2.0" hoje, está falando dessa família. Nenhuma ferramenta precisa de outra referência: o PDF da especificação e os esquemas XML estão abertos no site da OMG, sem cadastro.

Quais são os cinco grupos de elementos do BPMN?

A especificação explica por que agrupa os símbolos: o BPMN precisava ser simples de ler e, ao mesmo tempo, dar conta da complexidade real dos processos. A solução foi organizar a notação em poucas categorias básicas, para que o leitor reconheça o tipo de cada elemento de relance, e permitir variações dentro de cada categoria sem mudar o aspecto geral do diagrama.

Diagrama com os cinco grupos de elementos do BPMN 2.0.2: objetos de fluxo, dados, objetos de conexão, raias e artefatos, com o símbolo de cada elemento
A cláusula 7.3 da especificação lista cinco categorias básicas. Os dados têm grupo próprio, separado dos artefatos.

Objetos de fluxo: eventos, atividades e gateways

São os elementos principais, os que definem o comportamento do processo. Eventos (círculos) são algo que acontece: o início, um ponto intermediário, o fim. Atividades (retângulos de cantos arredondados) são o trabalho feito, como tarefa ou subprocesso. Gateways (losangos) controlam onde os caminhos se dividem e se juntam.

Dados: objetos, entradas, saídas e repositórios

O grupo dos dados tem quatro elementos. O objeto de dados mostra a informação que uma atividade exige ou produz, como um pedido ou uma nota. Entrada e saída de dados fazem o mesmo para o processo como um todo, e o repositório de dados representa onde a informação fica guardada além da duração do processo, como um banco ou um sistema.

Objetos de conexão: os quatro tipos de linha

São quatro formas de ligar os elementos. O fluxo de sequência (linha cheia) mostra a ordem das atividades. O fluxo de mensagem (linha tracejada) mostra a troca de mensagens entre dois participantes. A associação liga anotações e artefatos aos elementos, e a associação de dados liga os dados às atividades.

Raias: pools e lanes

A pool é a representação de um participante, como uma empresa, um cliente ou um fornecedor. A lane é uma subdivisão dentro do processo, normalmente dentro de uma pool, usada para organizar e categorizar as atividades, por área ou por papel. Uma pool pode até ficar vazia por dentro, como "caixa-preta", quando importa só a conversa com ela.

Artefatos: grupo e anotação de texto

Os artefatos acrescentam informação sem alterar o fluxo. A especificação padroniza dois: o grupo, uma moldura que reúne elementos da mesma categoria sem mexer nas sequências, e a anotação de texto, um comentário ligado a um elemento por associação. O texto deixa a porta aberta para que ferramentas acrescentem outros artefatos.

Por que tantos tutoriais falam em quatro grupos?

Boa parte do material em português apresenta a notação em quatro famílias: objetos de fluxo, conexões, raias e artefatos. Nessa versão, o objeto de dados aparece encaixado entre os artefatos. A especificação BPMN 2.0.2, porém, trata os dados como categoria própria, com quatro elementos, e é ela a referência que vale.

A diferença não é preciosismo. Na versão vigente, entradas, saídas e associações de dados têm significado na execução: são o que o motor de workflow usa para levar a informação de uma tarefa à próxima. Quem aprende que "dado é só um enfeite no desenho" costuma descobrir o contrário na hora de automatizar.

Vale um cuidado oposto também: a especificação diz que o BPMN mostra o fluxo de dados e a associação de dados às atividades, mas não é uma linguagem de fluxo de dados. Modelos de dados e de informação, aliás, estão listados entre os assuntos fora do escopo do padrão.

Qual a diferença entre BPMN e fluxograma?

A própria especificação diz que o BPMN segue a tradição dos fluxogramas em legibilidade e flexibilidade. A diferença está no que vem junto: símbolos com significado único, regras de conexão e uma semântica de execução formalizada.

Fluxograma livreBPMN 2.0.2
Quem define os símbolosQuem desenha, ou o costume da equipeA especificação da OMG, igual para todos
Quem faz cada etapaÀs vezes indicado no textoPools e lanes, como elemento da notação
Troca entre empresasSem forma própriaFluxo de mensagem entre participantes
Dados do processoDesenho opcionalCategoria própria, com entradas e saídas
ArquivoImagem ou formato do editorXML com esquema público, que outra ferramenta abre
ExecuçãoNão se aplicaSemântica de execução formal e nível Executável Comum

Comparativo elaborado pela Alliance Comunicação com base na especificação BPMN 2.0.2 (OMG, 2014).

Se o objetivo é só explicar a ideia de um processo numa reunião, um fluxograma resolve. Quando o desenho vai circular entre áreas, virar documentação oficial ou alimentar uma automação, a padronização do BPMN começa a pagar o esforço.

Qual a diferença entre BPMN, BPM e BPMS?

As três siglas aparecem juntas e são coisas distintas. BPM (Business Process Management) é a disciplina de gestão: identificar, desenhar, executar, medir e melhorar processos. BPMN é a notação, a linguagem visual usada na etapa de desenho. BPMS é o sistema, o software que executa e monitora os processos.

Uma comparação ajuda: BPM é a prática da gestão, BPMN é a planta do processo e o BPMS é a obra funcionando. A especificação deixa claro que simulação, monitoramento e implantação ficam fora do seu escopo. O BPMN descreve o processo e quem roda é o software.

Para quem está começando, a ordem costuma ser esta: primeiro mapear o processo como ele acontece, depois escolher a notação e só então decidir o sistema. Comprar o BPMS antes de ter o mapa é o caminho mais caro.

Como funciona um diagrama BPMN por dentro?

Para explicar o comportamento do processo, a especificação usa a ideia de token, uma ficha imaginária que percorre os fluxos de sequência. O evento de início gera o token, que passa pelas atividades e gateways até ser consumido num evento de fim. Se você consegue seguir a ficha do começo ao fim, o diagrama está coerente.

O token só anda pelo fluxo de sequência. Entre duas pools, o que circula é uma mensagem, pelo fluxo de mensagem, e é por isso que, pela especificação, o fluxo de sequência não pode cruzar a fronteira de uma pool. Essa regra resolve um erro clássico: desenhar a empresa e o cliente como se fossem uma única sequência de tarefas.

Os gateways definem o que acontece com o token nas bifurcações. A especificação define cinco tipos: exclusivo (só um caminho segue), inclusivo (um ou mais caminhos), paralelo (todos os caminhos ao mesmo tempo), baseado em evento (segue o caminho do evento que acontecer primeiro, como a chegada de uma mensagem) e complexo, para sincronizações que os outros não cobrem, como seguir adiante quando três de cinco caminhos chegarem.

As tarefas também têm tipo. A tarefa de serviço chama um serviço automatizado, a de usuário vai para uma pessoa num sistema, a de envio e a de recebimento trocam mensagens, a de script roda um script e a de regra de negócio chama uma regra. A tarefa manual e a tarefa sem tipo, diz a especificação, são só conceituais e nunca são executadas por um sistema.

Que nível de detalhe o seu diagrama precisa ter?

Este é o ponto que os catálogos de símbolos costumam pular. A especificação não exige que toda ferramenta ou todo modelo use o padrão inteiro: como alternativa à conformidade completa de modelagem, ela define três subclasses, cada uma com uma lista fechada de elementos e atributos.

A especificação BPMN 2.0.2 define três subclasses de conformidade de modelagem: Descritiva, voltada a elementos visíveis de alto nível e confortável para quem já usou fluxograma; Analítica, que contém a Descritiva e cerca de metade dos construtos da classe completa; e Executável Comum, focada no necessário para modelos de processo executáveis.
Fonte: OMG, Business Process Model and Notation (BPMN) Version 2.0.2, cláusula 2.2, 2014
Escada com os três níveis de conformidade de modelagem do BPMN 2.0.2: Descritivo, Analítico e Executável Comum, com os elementos e o público de cada um
Cada nível contém o anterior. O Executável Comum exige dados tipados em XML Schema, serviços em WSDL e acesso a dados em XPath.

O Descritivo já inclui bastante coisa: pools e lanes, tarefas simples, de usuário e de serviço, subprocessos, gateways exclusivo e paralelo, objetos de dados, anotações e eventos de início e fim, incluindo os de mensagem e o início por tempo. O Analítico acrescenta fluxos condicionais e padrão, tarefas de envio e recebimento, laços, multi-instância e os gateways inclusivo e baseado em evento.

O Executável Comum é outra conversa. Ele foi pensado para ferramentas que emitem modelos executáveis e fixa as linguagens: tipos de dados em XML Schema, interfaces de serviço em WSDL e acesso a dados em XPath. É aqui que o desenho deixa de ser figura e vira instrução para uma máquina.

Uso do diagramaNível que bastaO que não pode faltar
Explicar o processo a um cliente ou à diretoriaDescritivoInício, fim, tarefas com nome claro e quem faz cada uma
Manual de procedimento e treinamentoDescritivoLanes por área e decisões nomeadas
Encontrar gargalo, retrabalho e exceçãoAnalíticoCondições nos caminhos, laços e eventos intermediários
Integração com parceiro ou fornecedorAnalíticoPools separadas e fluxo de mensagem
Rodar num motor de workflowExecutável ComumDados tipados, serviços definidos e tarefas com tipo

Elaborado pela Alliance Comunicação a partir das subclasses de conformidade da cláusula 2.2 da especificação BPMN 2.0.2.

A regra prática: desenhe no nível mais baixo que resolve o uso. Um diagrama executável apresentado à diretoria afoga a mensagem em detalhe técnico; um descritivo entregue à TI como "especificação" vai voltar com perguntas.

Como fazer um diagrama BPMN na prática?

O caminho abaixo vale para qualquer ferramenta. Ele parte do processo real e acrescenta detalhe só quando o uso pede.

1. Defina o começo, o fim e o dono

Escreva em uma frase o que dispara o processo e qual resultado o encerra, por exemplo "pedido recebido" e "pedido entregue". Esses são o evento de início e o de fim. Diga também quem responde pelo processo, porque é essa pessoa que vai validar o desenho.

2. Separe os participantes e as áreas

Cada empresa ou parte externa vira uma pool; cada área ou papel interno vira uma lane. Se o cliente participa, ele ganha a pool dele, e a conversa entre vocês passa a ser fluxo de mensagem, não sequência.

3. Desenhe o caminho feliz primeiro

Coloque em sequência as atividades do caso que dá certo, com nomes no formato verbo mais objeto: "aprovar orçamento", "emitir nota". Só depois de esse caminho estar validado é que entram as exceções.

4. Acrescente decisões, exceções e dados

Cada "depende" vira um gateway com a condição escrita em cada saída. Prazos viram eventos de tempo, mensagens esperadas viram eventos de mensagem. Onde uma tarefa precisa de um documento ou gera um registro, desenhe o objeto ou o repositório de dados.

5. Siga o token e valide com quem executa

Percorra o diagrama como se fosse a ficha da especificação: todo caminho chega a um fim? Algum gateway paralelo abre caminhos que nunca se juntam? Depois, mostre a quem faz o trabalho no dia a dia. É quem executa que aponta a etapa que o desenho esqueceu.

Quais os erros mais comuns ao modelar em BPMN?

  • Usar fluxo de sequência entre pools. Entre participantes diferentes, o que passa é mensagem.
  • Gateway sem condição escrita. Um losango com três saídas sem rótulo obriga o leitor a adivinhar a regra.
  • Desenhar o organograma em vez do processo. Lanes organizam atividades; modelos organizacionais estão fora do escopo do BPMN, segundo a própria especificação.
  • Colocar regra de negócio inteira dentro do diagrama. Uma cascata de gateways para calcular desconto ou crédito vira um labirinto; modelos de regras de negócio também ficam fora do escopo do padrão, e a tarefa de regra de negócio existe justamente para chamar a regra de fora.
  • Misturar níveis de detalhe. Metade do diagrama com tarefas genéricas e metade com atributos técnicos não serve nem à diretoria nem à TI.
  • Modelar o processo ideal e não o real. O diagrama bonito que ninguém segue não ajuda a melhorar nem a automatizar.

Como escolher uma ferramenta BPMN?

Não existe "a melhor ferramenta BPMN" em abstrato; existe a que serve ao nível de detalhe que você precisa. Para documentar e treinar, qualquer editor que respeite os símbolos padronizados resolve. Para automatizar, a pergunta muda: a ferramenta precisa gerar ou importar um modelo que um motor consiga executar.

O critério mais importante é a portabilidade. A especificação define um formato de intercâmbio para levar definições de processo, o modelo e o desenho, de uma ferramenta a outra, e a OMG publica o esquema XML correspondente. Antes de adotar um editor, teste exportar um diagrama em XML BPMN e abrir em outro programa. Se o arquivo só abre onde nasceu, o seu mapa fica preso ao fornecedor.

Do lado da execução, plataformas de automação já aceitam BPMN diretamente. Na documentação do plano Community da UiPath, por exemplo, o Maestro, módulo de orquestração, suporta Flow, BPMN e Case Management, com limite mensal de execuções. É o tipo de ambiente em que o nível Executável Comum deixa de ser teoria.

  1. O editor usa os símbolos da especificação, sem atalhos próprios?
  2. Exporta e importa XML BPMN 2.0 sem perder lanes, dados e anotações?
  3. Diz qual subclasse de conformidade suporta: Descritiva, Analítica ou Executável Comum?
  4. Se a meta é automatizar, conversa com o motor de workflow que você pretende usar?
  5. Quem vai manter os diagramas consegue usá-lo sem depender de um especialista?

Quando vale levar o BPMN até a automação?

Nem todo processo precisa chegar ao nível executável. Vale o esforço quando o processo se repete muito, tem regras estáveis, passa por vários sistemas e hoje depende de alguém lembrar de cobrar a próxima etapa. É o caso clássico da etapa de workflow que fica esperando alguém agir.

Quando o processo muda toda semana ou depende de julgamento caso a caso, o nível descritivo, bem feito, já entrega muito: alinha a equipe, mostra o gargalo e prepara o terreno. A decisão sobre o que vale automatizar vem antes da notação, não depois.

Na Alliance, o trabalho de automação de processos começa exatamente por esse mapa: desenhar o processo real, decidir o que fica com pessoas e o que vai para o sistema, e só então construir o fluxo automatizado.

Por onde começar hoje

Escolha um processo que incomoda, com começo e fim claros, e desenhe-o no nível Descritivo: eventos de início e fim, lanes por área, tarefas com verbo e decisões com condição. Mostre a quem executa e corrija. Esse diagrama já responde à pergunta mais útil: onde o trabalho para e espera.

Se a resposta apontar gargalos que se repetem, aí sim vale subir o nível e pensar em execução. E se você quer entender onde processos e automação entram no conjunto do seu marketing e da sua operação, o diagnóstico gratuito de marketing mostra a maturidade da empresa em tecnologia e automação ao lado das outras dimensões.

BPMNProcessosAutomaçãoWorkflowModelagem

Perguntas frequentes

O que é BPMN e para que serve?+

BPMN (Business Process Model and Notation) é a notação padrão da OMG para desenhar processos de negócio. Serve para que analistas, técnicos e gestores leiam o mesmo desenho do mesmo jeito, e para que o modelo possa ser levado a ferramentas que o executam.

O que é BPMN 2.0?+

É a família de versões da especificação que formalizou a semântica de execução de todos os elementos, acrescentou extensões, coreografias e um formato de intercâmbio em XML. A versão vigente é a 2.0.2, publicada pela OMG em janeiro de 2014.

Qual a diferença entre BPMN e BPM?+

BPM é a disciplina de gestão de processos: desenhar, executar, medir e melhorar. BPMN é a notação usada para desenhar esses processos. Uma é a prática; a outra, a linguagem visual que a prática usa.

O que é BPMN e BPMS?+

BPMN é a notação que descreve o processo; BPMS é o sistema de software que executa e monitora processos. A própria especificação do BPMN deixa monitoramento e implantação fora do seu escopo, que é tarefa do sistema.

Qual a diferença entre BPMN e fluxograma?+

O fluxograma não tem regra única de símbolos e serve bem para explicar uma ideia. O BPMN padroniza os elementos, separa participantes em pools e lanes, distingue sequência de mensagem e pode ser salvo em XML para execução.

Quem criou o BPMN?+

O BPMN nasceu na BPMI.org: o registro da especificação 1.0 no site da OMG traz copyright de 2004 dessa organização. A OMG publicou a versão 1.0 formal em março de 2007 e mantém o padrão desde então.

Qual a melhor ferramenta BPMN?+

Depende do uso. Para documentar, basta um editor que respeite os símbolos padronizados; para automatizar, a ferramenta precisa exportar XML BPMN 2.0 e conversar com o motor de workflow. Teste a exportação e a importação antes de escolher.

Quais as vantagens do BPMN?+

As principais são a linguagem comum entre negócio e tecnologia, a portabilidade do modelo entre ferramentas e a possibilidade de evoluir o mesmo desenho do nível descritivo ao executável. Sem padrão, cada área desenha de um jeito e o mapa precisa ser refeito a cada troca de sistema.

Pronto para

automatizar o trabalho repetitivo?

Comece pelo diagnóstico gratuito e veja como Automação entra no seu plano de marketing — depois a Alliance ajuda a executar cada etapa.

(11) 99116-3001contato@alliancecomunicacao.com.brAv. Dr. Gastão Vidigal, 1132 — Vila Leopoldina, São Paulo · SP