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SEO

Backlinks: o link comprado que o Google neutraliza e o que ainda vale

Backlinks ainda contam no Google, mas o link comprado sem marcação é neutralizado sem aviso. O que a política permite e o que ainda vale buscar.

Resposta rápida

Backlinks são links de outros sites apontando para o seu, e o Google afirma que eles ainda ajudam a descobrir e classificar páginas. Mas a política de spam do Google trata como spam de links a compra e a venda de links que passam crédito de classificação, e desde dezembro de 2022 o SpamBrain detecta quem compra e quem vende e neutraliza esses links. Comprar link não é proibido quando ele vai marcado com rel="sponsored" ou rel="nofollow": aí você paga por visita e marca, não por posição. O que ainda move a busca é o link conquistado com conteúdo de referência, dado próprio e imprensa.

Quem pesquisa backlinks costuma estar a um passo de pagar por eles. Os anúncios prometem "backlinks brasileiros de alta autoridade", em pacotes de dez, cinquenta ou cem links, com preço por nota de ferramenta. A pergunta que quase ninguém faz antes do Pix é simples: o que o Google faz com esse link quando descobre que foi comprado?

A resposta está escrita, em português, na documentação do próprio Google. Este artigo junta o que ela diz: o que conta como spam de links, quando comprar link é permitido, o que o SpamBrain faz com o link pago sem marcação e quais backlinks ainda valem o esforço. No fim, há um checklist para auditar quem vende pacote e um roteiro para lidar com links comprados no passado.

Backlink é um link em outro site que aponta para o seu. Se um portal do seu setor cita um estudo publicado no seu blog e liga para ele, aquele link é um backlink da sua página. Também se diz link de entrada, link externo recebido ou inbound link: é tudo a mesma coisa.

O Google usa links de dois jeitos. O primeiro é descobrir páginas: o rastreador chega a conteúdo novo seguindo links. O segundo é avaliar relevância: uma página citada por fontes confiáveis do mesmo assunto tende a ser tratada como referência. Esse segundo uso é o que criou um mercado inteiro em torno do link.

No relatório de combate a spam de 2021, o Google afirma que os links ainda ajudam a descobrir e classificar resultados de forma significativa. No mesmo documento, conta que lançou em 2021 uma atualização de spam de links para identificar links não naturais e que o SpamBrain identificou quase seis vezes mais sites de spam em 2021 do que em 2020.
Fonte: Google Search Central Blog, Webspam Report 2021 (abril de 2022)

As duas frases andam juntas e explicam o resto deste texto: o link continua valendo, e é justamente por isso que o Google investe em descobrir o link fabricado. Se backlink não importasse mais, não haveria motivo para um sistema dedicado a ele.

A metáfora do voto nasceu do desenho original da busca do Google: em vez de olhar só o texto da página, olhar quem fala dela. Um link era uma recomendação espontânea, dada por alguém que não ganhava nada com isso. Por muitos anos, essa premissa foi razoavelmente verdadeira.

O problema é que todo voto que vale alguma coisa passa a ser comprado. Quando ficou claro que link movia posição, surgiram as redes de blogs criadas só para linkar (as PBNs), as trocas de link entre sites, os diretórios em massa, os comentários automáticos e os publieditoriais com link escondido no meio do texto. O voto espontâneo virou mercadoria.

Os guias que aparecem no topo da busca ainda repetem a metáfora do voto, mas param aí. Falta dizer o que acontece quando o voto foi pago, e isso o Google documenta com uma clareza rara.

O que a política do Google chama de spam de links?

As Políticas de spam da Pesquisa Google têm uma seção específica para links. A definição é pelo objetivo: spam de links é criar links para um site, ou a partir dele, com o propósito principal de manipular as classificações da pesquisa.

A política de spam do Google lista como exemplos de spam de links: comprar ou vender links ou postagens com links; trocar bens ou serviços por links; trocas excessivas de links; programas automatizados para criar links; publieditoriais com links que passam crédito de classificação; e links em rodapés ou modelos distribuídos em vários sites. A mesma página afirma que comprar e vender links é prática econômica normal na web e não viola as políticas quando os links são qualificados com rel="nofollow" ou rel="sponsored".
Fonte: Google Search Central, Políticas de spam da Pesquisa Google, seção Spam de links (página atualizada em 16/09/2026)

Repare em três itens dessa lista, porque são exatamente os produtos mais vendidos no mercado brasileiro de backlinks:

  • Compra de postagem com link: o famoso "artigo patrocinado em portal" vendido como guest post, sem marcação no link.
  • Troca de bens ou serviços por link: mandar produto para um blog em troca de resenha com link que passa crédito.
  • Link em rodapé ou modelo de vários sites: o "desenvolvido por" no rodapé de dezenas de sites de clientes, com palavra-chave na âncora.

Nada disso é crime e nenhum desses formatos é proibido em si. O que a política mira é a combinação de pagamento (em dinheiro, produto ou troca) com um link que transmite crédito de classificação. Tire o crédito, marcando o link, e o mesmo negócio vira mídia comum.

Não. Essa é a parte que quase nenhum guia de backlinks explica. A política diz, com todas as letras, que comprar e vender links é prática econômica normal. A condição é uma só: o link pago precisa ir marcado com rel="sponsored" (o preferido) ou rel="nofollow".

Na prática, isso separa dois produtos que o mercado vende com o mesmo nome. Um é mídia: você paga para aparecer num site que tem leitores, o link vai marcado e o retorno vem em visita, lead e lembrança de marca. O outro é manipulação: você paga para que o link finja ser uma recomendação espontânea e empurre sua posição. O primeiro é permitido. O segundo é o que o Google chama de spam.

Diagrama com três colunas: o link comprado para ranquear e sem marcação é spam de links e acaba neutralizado; o link pago marcado com sponsored ou nofollow é permitido e compra visita e marca; o link conquistado por conteúdo, dado próprio e imprensa é o que conta para a busca
O mesmo dinheiro pode comprar mídia legítima ou um link que o Google descarta. O que muda é a marcação e o motivo da compra.
Comprado para ranquearPago e marcadoConquistado
Como o link vaiSem marcação, se passando por recomendaçãoCom rel="sponsored" ou rel="nofollow"Sem marcação, porque ninguém pagou
O que diz a políticaSpam de linksPermitido, prática econômica normalÉ o link que a busca quer contar
O que o Google fazTende a neutralizar, sem avisoTrata a marcação como dica e não passa créditoConsidera como sinal de relevância
O que o dinheiro compraNada, quando neutralizadoVisita, lead e marcaNão se compra: custa conteúdo e relacionamento
Como medirPosição, que não deve mudar por causa deleTráfego de referência e conversãoPosição, menções e tráfego orgânico

Comparativo da Alliance Comunicação com base nas Políticas de spam da Pesquisa Google e na documentação de qualificação de links de saída.

SpamBrain é o sistema de prevenção de spam do Google baseado em inteligência artificial. Ele não é um robô que aplica multa: é um classificador que identifica padrões de spam em escala. Em dezembro de 2022, o Google anunciou que passaria a usá-lo especificamente contra links.

Em 14 de dezembro de 2022, o Google anunciou a atualização de spam de links que usa o SpamBrain para neutralizar o impacto de links não naturais nos resultados. Segundo o anúncio, o sistema passou a detectar tanto sites que compram links quanto sites usados para passar links de saída.
Fonte: Google Search Central Blog, December 2022 link spam update (14/12/2022)

A palavra que importa é neutralizar. O link comprado não precisa derrubar o seu site para dar prejuízo: basta deixar de contar. E isso acontece em silêncio. Não chega e-mail, não aparece alerta e o link continua lá, visível na página do vendedor e nas ferramentas de SEO, com a mesma nota de autoridade de antes.

É aqui que o pacote de backlinks vira dinheiro jogado fora. O vendedor entrega o relatório com os links publicados, as ferramentas de terceiros mostram os links novos, e nada disso prova que o Google está contando algum deles. Como o sistema detecta também o site que vende, um portal que comercializa links em série tende a ter todos os seus links de saída descontados, inclusive o seu.

O link comprado não precisa derrubar o seu site para dar prejuízo. Basta deixar de contar, e isso não gera aviso nenhum.

Existe um segundo caminho, mais raro e mais grave: a ação manual. Nela, uma pessoa da equipe do Google revisa o site e aplica uma medida, e aí sim há registro no Search Console, no relatório de ações manuais. A neutralização automática é o cenário mais comum; a ação manual costuma aparecer quando o padrão de links artificiais é grande e evidente.

Qual a diferença entre dofollow, nofollow, sponsored e ugc?

"Dofollow" não existe como atributo. É o apelido do mercado para o link comum, sem marcação nenhuma, que pode passar crédito. Os atributos reais são três, colocados dentro da tag do link, no campo rel.

Em 10 de setembro de 2019, o Google criou os atributos rel="sponsored", para links de publicidade ou patrocínio, e rel="ugc", para conteúdo gerado pelo usuário, e passou a tratar sponsored, ugc e nofollow como dicas (hints) sobre quais links considerar ou excluir na Pesquisa.
Fonte: Google Search Central Blog, Evolving nofollow: new ways to identify the nature of links (10/09/2019)
AtributoQuando usarO que comunica ao Google
Sem atributo (o "dofollow")Link editorial, que ninguém pagouPode ser considerado como sinal de relevância
rel="sponsored"Publicidade, patrocínio, publieditorial, afiliadoO link é pago; não deve passar crédito
rel="ugc"Comentários, fóruns, avaliações de usuáriosO link foi posto por um usuário, não pelo site
rel="nofollow"Quando os outros não se aplicam e o site não quer endossarNão associar o site ao destino nem seguir o link

Google Search Central, documentação de qualificação de links de saída (atualizada em 08/03/2026).

A documentação de qualificação de links de saída diz que sponsored é o valor preferido para link pago, que o nofollow continua sendo uma forma aceitável de sinalizar e que os valores podem ser combinados, como em rel="sponsored nofollow".

O detalhe das "dicas" tem consequência prática. Desde 2019, o Google não promete obedecer cegamente à marcação: ele usa a marcação como uma pista, junto com outros sinais. Por isso o vendedor que diz "o nosso nofollow ainda passa autoridade" está, no mínimo, vendendo uma aposta, e o que diz "o nosso dofollow é seguro porque o Google não percebe" está vendendo exatamente o que o SpamBrain foi treinado para achar.

Como auditar quem vende pacote de backlinks?

Se a sua empresa recebeu proposta de backlinks, ou já paga por um pacote, seis perguntas resolvem a maior parte da dúvida. Elas não exigem ferramenta: exigem que o fornecedor responda por escrito.

Checklist com seis perguntas ao fornecedor de backlinks e a resposta que acende o alerta: link sem sponsored, rede de sites sigilosa, sites sem audiência, primeira página garantida, preço por nota de ferramenta e ausência de contrato ou relatório
Se a resposta da direita aparecer em duas ou mais linhas, o que está à venda é posição, não mídia.

1. O link vai marcado como patrocinado?

Se o fornecedor diz que o link vai "dofollow", sem marcação, e foi pago, a própria descrição do produto bate com a definição de spam de links. Fornecedor sério de mídia não tem problema em marcar, porque o que ele vende é audiência.

2. Quais são os sites, nome por nome?

Lista fechada, "rede própria" e sigilo sobre os domínios são o perfil clássico de PBN. Peça a lista antes de pagar e abra cada site: data das últimas publicações, assuntos misturados sem lógica e textos que existem só para carregar links são sinais claros.

3. Esses sites têm leitor de verdade?

Um portal com audiência real traz visita mesmo com o link marcado. Um site que só tem nota alta em ferramenta e nenhum leitor não traz nada quando o link é descontado. Pergunte pelo tráfego e pelo público, não pela autoridade.

4. O que está prometido, exatamente?

Promessa de primeira página, de posição em prazo fechado ou de "aumento garantido de autoridade" é um alerta por si só. Ninguém controla o algoritmo do Google, e quem promete resultado de busca está prometendo o que não pode entregar.

5. Como o preço é calculado?

Tabela por DA, DR ou outra nota de ferramenta revela o que está sendo vendido: crédito de ranking. Essas notas são métricas de empresas de software de SEO, não do Google. Mídia se precifica por audiência, formato e público; link para manipular, por "autoridade".

6. E se o link cair ou parar de contar?

Pergunte o que acontece se o post sair do ar, se o site for vendido ou se o link deixar de contar. Sem contrato, sem prazo de permanência e sem relatório de tráfego, você está pagando por algo que não consegue verificar.

Muita empresa contratou pacote de links anos atrás, às vezes sem saber o que estava comprando. A primeira reação costuma ser correr para a ferramenta de rejeição de links. Na maioria dos casos, não é o caso.

Segundo a Central de Ajuda do Search Console, na maioria dos casos o Google consegue avaliar quais links são confiáveis sem orientação adicional, e a maior parte dos sites não precisará usar a ferramenta de rejeição de links. A recomendação é usá-la só quando há um número considerável de links artificiais, de spam ou de baixa qualidade apontando para o site e esses links causaram, ou provavelmente causarão, uma ação manual; antes, tentar remover os links na própria web.
Fonte: Google, Central de Ajuda do Search Console, Rejeitar links para seu site, consultada em 01/10/2026

Traduzindo em roteiro:

  1. Pare de comprar link sem marcação. Antes de limpar o passado, feche a torneira.
  2. Confira o relatório de ações manuais no Search Console. Se não houver nada lá, o cenário mais provável é que os links comprados simplesmente não contem.
  3. Peça a marcação ou a remoção aos sites com que você tem contato, começando pelos publieditoriais que ainda estão no ar.
  4. Use a rejeição de links só se houver ação manual, ou risco concreto dela, com um volume grande de links artificiais que você não conseguiu remover.
  5. Documente tudo: lista de links, pedidos enviados e respostas. Se houver ação manual, esse histórico entra no pedido de reconsideração.

O erro mais caro aqui é o oposto do pânico: rejeitar links em massa, por nota de ferramenta, sem ação manual. Você pode acabar pedindo ao Google que ignore links bons que conquistou, justamente os que estavam sustentando a sua posição.

Se o link que conta é o que ninguém pagou, a pergunta muda de "onde compro" para "por que alguém citaria a minha página". As fontes de link que resistem a qualquer atualização de spam têm uma coisa em comum: dão ao outro site um motivo editorial para linkar.

1. Dado próprio

Pesquisa com clientes, levantamento do setor, índice de preços, base pública organizada. Jornalista e blogueiro precisam de número para sustentar texto, e quem publica o número é citado. É o formato que mais gera link espontâneo por hora investida.

2. Imprensa e porta-voz

Matéria em veículo com credibilidade costuma trazer link, menção de marca e leitor qualificado ao mesmo tempo. Um trabalho de assessoria de imprensa com pauta de verdade, e não release genérico, faz mais pelo perfil de links do que qualquer pacote.

3. Conteúdo de referência

Guia completo, glossário técnico, calculadora, modelo para download. Página que outras páginas usam como fonte acumula link ao longo dos anos, sem nenhuma prospecção ativa.

4. Parceiros, associações e fornecedores

Entidade de classe, evento que você patrocina, cliente que publica estudo de caso, fornecedor que lista integradores. Quando houver patrocínio envolvido, o link vai marcado; quando for parceria editorial legítima, não precisa. Em ambos os casos é presença de marca em lugar relevante.

5. Menção sem link

Nem toda citação vem com link, e ela tem valor mesmo assim: é reconhecimento de marca e é matéria-prima para as respostas de IA. Monitore menções e, quando fizer sentido, peça ao autor que inclua o link para a fonte.

  • Tratar nota de ferramenta como se fosse do Google. DA e DR são estimativas de terceiros, úteis para comparar, inúteis como meta.
  • Medir pacote pela quantidade de links. Cem links neutralizados valem menos que um link editorial num site lido pelo seu cliente.
  • Usar a mesma âncora com palavra-chave exata em todo lugar. Link espontâneo não sai assim, e o padrão repetido é fácil de detectar.
  • Colocar link de rodapé em todos os sites de clientes com âncora comercial. É item explícito da lista de spam de links.
  • Esquecer de marcar o próprio publieditorial quando a sua empresa é quem publica conteúdo patrocinado no seu blog.
  • Rejeitar links em massa sem ação manual, por medo, e descartar junto o que estava ajudando.

O primeiro lugar é o relatório de Links do Search Console, que mostra os sites que mais linkam para você e as páginas mais linkadas. Ele não diz quais links o Google está contando, mas é a visão do próprio Google sobre o seu perfil, e vale mais que qualquer contagem de terceiros. Os limites dos relatórios estão explicados no nosso texto sobre o que o Google Search Console não mostra.

  1. Tráfego de referência no analytics: quantas visitas cada site que linka está mandando. Link de mídia paga se mede aqui.
  2. Posição e cliques das páginas que receberam links, comparando antes e depois, com paciência de meses, não de dias.
  3. Novos domínios que linkam por mês, separando os conquistados dos pagos.
  4. Menções de marca em imprensa e em sites do setor, com e sem link.
  5. Relatório de ações manuais vazio, conferido mensalmente.

Se um pacote pago não move nenhum desses números em alguns meses, a explicação mais simples é a que o Google documentou: os links não estão contando.

Por onde começar hoje?

Comece pelo inventário: exporte os principais sites que linkam para você no Search Console e marque, um a um, quais foram conquistados, quais foram pagos e quais você não reconhece. Esse exercício, sozinho, mostra se a sua estratégia de links é de mídia, de manipulação ou de nada.

Depois, troque a pergunta do orçamento. Em vez de "quantos backlinks dá para comprar com esse valor", pergunte "que conteúdo, dado ou pauta faria um site relevante citar a gente". É o mesmo raciocínio que sustenta o que o Google exige de SEO e GEO hoje: ser a fonte, e não fingir que é.

Se quiser um ponto de partida estruturado, o diagnóstico gratuito de marketing da Alliance avalia presença digital, conteúdo e reputação junto. E quando a decisão for montar um plano de autoridade com conteúdo, dado próprio e imprensa, o time de SEO e GEO trabalha esse perfil de links do jeito que o Google conta.

BacklinksLink buildingSEOSpam de links

Perguntas frequentes

O que são backlinks?+

Backlinks são links em outros sites que apontam para o seu. O Google os usa para descobrir páginas e como um dos sinais de relevância, e afirma que eles ainda ajudam a classificar resultados de forma significativa.

Vale a pena comprar backlinks?+

Comprar link para ranquear, sem marcação, não vale: é spam de links pela política do Google, e desde 2022 o SpamBrain neutraliza esses links sem aviso. Comprar espaço em site com audiência real, com o link marcado como sponsored, pode valer como mídia, medido por visita e conversão, não por posição.

Backlinks pagos são punidos pelo Google?+

O caminho mais comum não é punição, é neutralização: o link deixa de contar e nada aparece no Search Console. Quando o padrão de links artificiais é grande, pode haver ação manual, essa sim registrada no relatório de ações manuais. Link pago marcado com sponsored ou nofollow não viola a política.

Como consultar os backlinks de um site?+

Para o seu próprio site, use o relatório de Links do Google Search Console, que mostra os sites que mais linkam e as páginas mais linkadas. Para sites de terceiros, só ferramentas de SEO pagas ou gratuitas, que trabalham com estimativas próprias e não com os dados do Google.

Qual a diferença entre backlink dofollow e nofollow?+

Dofollow é o apelido do link comum, sem atributo, que pode passar crédito de classificação. Nofollow é um atributo que pede ao Google para não associar o site ao destino. Desde 2019 o Google trata nofollow, sponsored e ugc como dicas, e não como ordens.

O que é PBN de backlinks?+

PBN (Private Blog Network) é uma rede de sites criados ou comprados só para publicar links para outros sites. É um dos formatos mais vendidos em pacotes de backlinks e se encaixa no que a política do Google chama de spam de links, porque o objetivo é manipular a classificação.

Como conseguir backlinks de qualidade grátis?+

Dando a outros sites um motivo editorial para citar você: dado próprio, pesquisa do setor, conteúdo de referência, pauta para a imprensa e parcerias com associações e eventos. Custa tempo e consistência em vez de dinheiro, e é o tipo de link que o Google quer contar.

Qual a diferença entre backlinks e links internos?+

Backlink vem de outro domínio para o seu; link interno liga uma página do seu site a outra do mesmo site. O backlink sinaliza que alguém de fora considera a página relevante, e o link interno ajuda o Google a entender a estrutura do site e a distribuir a relevância entre as páginas.

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