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Agent Builder OpenAI: o que é e o que fazer antes de 30 de novembro

O Agent Builder da OpenAI será desligado em 30/11/2026. Veja o que era a ferramenta, o que não migra sozinho e as duas rotas oficiais de saída.

Resposta rápida

O Agent Builder da OpenAI é uma tela visual para montar fluxos de agentes de IA em várias etapas, arrastando nós, sem escrever código. Em 3 de junho de 2026 a OpenAI anunciou a descontinuação da ferramenta, com desligamento marcado para 30 de novembro de 2026; o ChatKit continua disponível. A migração oficial tem duas rotas: exportar o fluxo para o Agents SDK e rodá-lo na própria aplicação, ou recriá-lo como agente de workspace do ChatGPT. Nenhuma das duas converte o grafo do fluxo automaticamente, então o trabalho precisa começar antes do prazo.

Quem pesquisa “Agent Builder OpenAI” ainda encontra, nos primeiros resultados, textos escritos na semana do lançamento: a ferramenta aparece como o futuro dos agentes sem código, com demonstrações de nós arrastáveis e convites para começar já. Nenhum deles registra o que aconteceu depois. A própria OpenAI marcou o fim do produto.

Este guia é para quem já tem um fluxo publicado no Agent Builder e para quem estava avaliando a ferramenta para um projeto novo. Ele explica o que o Agent Builder é, quais são as datas oficiais, o que acontece com o fluxo em produção, as duas rotas de migração que a OpenAI indica e, principalmente, o que a documentação diz que não migra sozinho.

O que é o Agent Builder da OpenAI?

O Agent Builder é uma tela visual para montar fluxos de agentes em várias etapas. Em vez de escrever código, a pessoa insere nós, liga um ao outro e configura o que cada etapa recebe e devolve. Um fluxo combina agentes (o modelo de linguagem com uma instrução), ferramentas (busca em arquivos, conexões com sistemas) e lógica de controle (condições, desvios, classificações).

A documentação oficial do Agent Builder descreve quatro elementos centrais. Há modelos prontos para padrões comuns de fluxo, e também a opção de começar do zero. Cada ligação entre nós vira uma conexão tipada, com entradas e saídas definidas. Há uma pré-visualização em que o fluxo roda de forma interativa, com arquivos de exemplo, e a pessoa acompanha cada nó executando.

O quarto elemento é a publicação. O Agent Builder salva sozinho enquanto se edita, e publicar cria uma versão-instantâneo do fluxo. A partir daí há duas formas de colocar o agente no ar: embutir com o ChatKit, informando o ID do workflow, ou copiar o código gerado e rodá-lo na própria infraestrutura com o Agents SDK.

A documentação oficial define o Agent Builder como uma tela visual para montar fluxos de agentes em várias etapas, com modelos prontos, nós conectados por ligações tipadas e pré-visualização com dados reais; publicar gera uma versão-instantâneo, implantada pelo ChatKit com o ID do workflow ou copiando o código.
Fonte: OpenAI, “Agent Builder” (documentação da API, 2026)

A mesma página trazia uma aba de avaliação. Nela, a pessoa seleciona execuções registradas do fluxo (os chamados traces) e aplica avaliadores personalizados para medir o desempenho. Esse recurso importa para a migração, porque depende da plataforma Evals, que também está saindo do ar.

O que a OpenAI anunciou e quais são as datas?

Em 3 de junho de 2026 a OpenAI avisou os desenvolvedores que o Agent Builder está sendo descontinuado. O registro está na página oficial de descontinuações da API, na lista de descontinuações em andamento, com a data de desligamento e o caminho de migração.

A OpenAI anunciou em 3 de junho de 2026 a descontinuação do Agent Builder, com desligamento marcado para 30 de novembro de 2026. O ChatKit continua disponível, e a migração indicada é para o Agents SDK ou para os agentes de workspace do ChatGPT.
Fonte: OpenAI, “Deprecations” (documentação da API, entrada de 3/6/2026)

No mesmo dia saiu um segundo aviso, menos comentado e com prazo mais curto: a plataforma Evals também foi descontinuada. As avaliações existentes passam a ser somente leitura em 31 de outubro de 2026, e o painel e a API do Evals são desligados em 30 de novembro de 2026. A rota indicada pela OpenAI para quem avalia agentes é o Promptfoo, ferramenta de testes de terceiros.

Linha do tempo do Agent Builder da OpenAI: lançamento em outubro de 2025, anúncio da descontinuação em 3 de junho de 2026, Evals somente leitura em 31 de outubro e desligamento em 30 de novembro de 2026
Quem usava o Agent Builder com avaliações tem duas datas a cumprir: o Evals congela um mês antes do desligamento da ferramenta.
DataO que aconteceO que fazer até lá
3/6/2026OpenAI anuncia a descontinuação do Agent Builder e do EvalsInventariar os fluxos publicados e quem depende deles
31/10/2026Avaliações existentes do Evals viram somente leituraExportar critérios, casos de teste e resultados que servem de referência
30/11/2026Agent Builder desligado; painel e API do Evals desligadosTer o agente rodando no Agents SDK ou como agente de workspace, já testado
DepoisChatKit continua disponívelConfirmar como a interface embutida vai apontar para o agente migrado

OpenAI, página de Deprecations da API, entradas de 3/6/2026 (Agent Builder e Evals platform), consultada em 26/10/2026.

O que acontece com o fluxo publicado depois de 30 de novembro?

A página de descontinuações fala em desligamento do produto, e a documentação do Agent Builder diz que os usuários atuais podem continuar usando a ferramenta durante uma janela de transição. Na prática, o raciocínio seguro para quem tem um fluxo em produção é este: tudo o que depende do Agent Builder para existir precisa ter outra casa até 30 de novembro.

Isso inclui o fluxo em si, as versões publicadas e o ID do workflow que a aplicação usa. A OpenAI afirma que o ChatKit continua disponível, mas a documentação não detalha o que acontece com uma integração do ChatKit que hoje aponta para o ID de um workflow do Agent Builder. Trate esse ponto como risco aberto: se o seu site ou aplicativo usa o ChatKit dessa forma, a conexão precisa ser refeita e testada contra o agente migrado.

Há também o efeito sobre as avaliações. Quem usava a aba de avaliação para medir o fluxo perde a capacidade de criar avaliações novas antes mesmo do desligamento, em 31 de outubro. Se os casos de teste e os critérios estão só dentro do Evals, eles precisam ser copiados enquanto ainda são legíveis.

O que é o AgentKit e o que sobrevive dele?

O Agent Builder foi apresentado como parte de um conjunto maior, o AgentKit, lançado no evento de desenvolvedores da OpenAI em outubro de 2025. A proposta era oferecer peças para cada etapa da vida de um agente: montar, colocar na frente do usuário, conectar a sistemas e avaliar.

Com os avisos de junho, esse conjunto se divide em duas partes. Saem a tela visual (Agent Builder) e a plataforma de avaliações (Evals). Ficam o ChatKit, que é a interface de conversa que se embute em sites e aplicativos, e o Agents SDK, a biblioteca de código para construir agentes, que é justamente o destino indicado da migração.

A leitura para quem decide é simples. O que a OpenAI manteve são as peças que vivem dentro do código e da aplicação do cliente. O que ela desligou são as camadas visuais e hospedadas, em que o fluxo só existia dentro da ferramenta.

Quais são as duas rotas oficiais de migração?

O guia oficial de migração descreve duas saídas, e as duas começam pelo mesmo passo: exportar o fluxo como código do Agents SDK. A diferença está no que se faz com essa exportação.

Rota 1: Agents SDK, para quem quer o agente como código

O código exportado vai para a aplicação da empresa. A equipe instala e configura o Agents SDK na linguagem escolhida, testa o fluxo no próprio ambiente e valida configuração e comportamento antes de publicar. É a rota que dá mais controle: as etapas, as condições e as integrações passam a ser código versionado, que roda onde a empresa decidir.

O custo é que ela pede gente técnica e infraestrutura. Alguém precisa hospedar, monitorar e manter o agente, e responder quando ele falhar de madrugada.

Rota 2: agente de workspace, para quem quer o agente dentro do ChatGPT

Na segunda rota, a pessoa cria um agente de workspace no ChatGPT, cola o código exportado na conversa e pede ajuda para convertê-lo. O criador sinaliza o que precisa mudar, e a pessoa revisa as instruções geradas, configura aplicativos, ferramentas e permissões, testa no Preview e só então cria o agente.

É a rota de menos código, mas tem duas condições. A primeira é de plano: os agentes de workspace exigem ChatGPT Business, Enterprise ou Edu. A segunda é de natureza do fluxo, e é o alerta mais importante do guia.

Quadro comparando as duas rotas oficiais de saída do Agent Builder: Agents SDK, em que o agente vira código da empresa, e agente de workspace no ChatGPT, com o que nenhuma das duas converte sozinha
As duas rotas partem da mesma exportação de código, mas levam o agente para lugares diferentes: a aplicação da empresa ou o ChatGPT.

O que não migra automaticamente?

Aqui está o ponto que os textos de lançamento não podiam prever. O guia de migração é direto: exportar o fluxo como código não converte o grafo do workflow e não garante que todo comportamento seja transferido sem mudança.

O guia oficial de migração diz que exportar o fluxo como código do Agents SDK não converte o grafo do workflow nem garante que todo comportamento seja transferido sem mudança, e alerta que fluxos com forte determinismo podem não migrar fielmente para um agente de workspace; os agentes de workspace exigem ChatGPT Business, Enterprise ou Edu.
Fonte: OpenAI, “Migrate from Agent Builder” (documentação da API, 2026)

Na leitura do guia, há quatro áreas que exigem trabalho manual ou revisão separada:

  • O grafo do fluxo: o desenho visual, com nós e ligações, não é convertido. O que vem é código, e quem for manter precisa entendê-lo sem a tela.
  • Lógica de controle e gatilhos: condições, desvios e o que dispara cada etapa precisam ser revisados e testados; o guia não descreve uma conversão automática.
  • Ferramentas conectadas: cada integração precisa ser configurada de novo no destino.
  • Permissões, autenticação e publicação: no caminho do ChatGPT, esses itens pedem revisão própria, separada do fluxo.

O alerta sobre determinismo merece atenção especial. Um fluxo determinístico é aquele em que a mesma entrada precisa gerar sempre o mesmo caminho: classificar um pedido, consultar um sistema, aplicar uma regra fixa, devolver um formato fixo. Um agente de workspace funciona a partir de instruções em linguagem natural, e o guia avisa que esse tipo de fluxo pode não sobreviver fiel à conversão. Para ele, a rota do Agents SDK tende a ser a mais segura.

Como migrar na prática, passo a passo?

A sequência abaixo junta os passos do guia oficial com o que costuma faltar em projetos reais: inventário, critério de aceite e responsável.

1. Faça o inventário dos fluxos

Liste cada fluxo publicado, o que ele faz, quem usa, onde está embutido e quem é o dono. Fluxo sem dono é o que quebra em 1º de dezembro sem ninguém perceber.

2. Exporte o código de cada um

Abra o fluxo, clique em Code, escolha Agents SDK, selecione TypeScript ou Python e copie a exportação completa. Guarde num repositório com controle de versão, não numa pasta pessoal.

3. Salve os casos de teste antes de 31 de outubro

Se havia avaliações no Evals, copie os critérios, os exemplos de entrada e as respostas esperadas. Eles viram a régua para comparar o agente migrado com o original, seja no Promptfoo, seja numa planilha simples de casos.

4. Escolha a rota por tipo de fluxo

Fluxo rígido, integrado a sistemas e exposto a cliente vai para o Agents SDK. Assistente interno de equipe, mais conversacional, em empresa que já tem ChatGPT Business ou Enterprise, pode ir para agente de workspace.

5. Reconfigure ferramentas e permissões

Refaça cada conexão, com o menor acesso possível. Migração é a hora certa para revisar o que o agente realmente precisa ler e escrever.

6. Compare com o original e só então publique

Rode as mesmas entradas no fluxo antigo e no novo, compare as saídas e registre as diferenças. O guia oficial pede exatamente isso: criar o agente só depois de validado. Deixe uma margem de semanas antes de 30 de novembro para corrigir o que aparecer.

O Agent Builder é gratuito e quanto custava?

A página do Agent Builder não traz preço próprio. A ferramenta faz parte da plataforma de API da OpenAI, e o que um fluxo consome ao rodar, como as chamadas a modelos, segue a cobrança da plataforma. Em outras palavras, a tela de montagem não era o custo; o custo vinha do uso.

Para a migração, isso tem uma consequência prática. Na rota do Agents SDK, o consumo de modelos continua sendo cobrado, e soma-se o custo de hospedar e manter a aplicação. Na rota do agente de workspace, entra o custo do plano do ChatGPT exigido. Para estimar o total de um projeto, vale ler o nosso texto sobre quanto custa um agente de IA, que separa construção, uso e manutenção.

Agent Builder, n8n ou Copilot Studio: qual alternativa escolher?

Boa parte das buscas por Agent Builder compara a ferramenta com o n8n e com o Copilot Studio, da Microsoft. Com o desligamento marcado, a pergunta muda: não é mais qual escolher, e sim para onde ir. A tabela resume as opções que aparecem nessas buscas.

OpçãoComo se monta o agenteOnde o fluxo ficaQuando faz sentido
Agents SDK (OpenAI)Código, em TypeScript ou PythonNa aplicação da empresaFluxo exposto a cliente, integrado a sistemas e com regra fixa
Agente de workspace (ChatGPT)Linguagem natural, no criador de agentesNo workspace do ChatGPTAssistente interno, em empresa com ChatGPT Business, Enterprise ou Edu
n8nFluxo visual de automação com etapas de IANa nuvem do fornecedor ou em servidor próprioAutomação entre sistemas em que a IA é uma etapa, não o centro
Copilot Studio (Microsoft)Criador visual e de linguagem naturalNo ambiente Microsoft 365 e Power PlatformEmpresa que já vive no ecossistema Microsoft

Rotas da OpenAI: guia Migrate from Agent Builder. Demais linhas: resumo editorial da Alliance; confira condições e preços na página de cada fornecedor.

Nenhuma dessas opções elimina o risco que o Agent Builder expôs; elas só o distribuem de outra forma. Os detalhes de regra e cobrança estão nos nossos guias sobre o que é o n8n e as regras do plano gratuito e sobre o preço do Copilot Studio e o crédito que desliga o agente.

Quais erros evitar na migração?

  • Esperar novembro. O Evals congela em 31 de outubro, e qualquer teste depois disso já não conta com a ferramenta original.
  • Confiar na exportação como se fosse cópia. O próprio guia diz que o comportamento pode mudar; sem comparar entradas e saídas, a mudança só aparece no atendimento.
  • Levar fluxo determinístico para agente de workspace por comodidade. É exatamente o caso que o guia aponta como de risco.
  • Esquecer a interface. Se o agente aparece num site pelo ChatKit, a conexão com o agente novo precisa ser refeita e testada.
  • Repetir o desenho. Migrar o fluxo para outra ferramenta visual, sem documentação fora dela, só adia o mesmo problema.

O que a descontinuação ensina a quem contrata um agente?

O Agent Builder durou pouco mais de um ano entre a estreia e a data de desligamento. Isso não é uma crítica à OpenAI em particular: plataformas de IA mudam rápido, e fornecedores ajustam a linha de produtos conforme o uso real. O ponto é que o risco de dependência de fornecedor, citado em tese nos textos de lançamento, virou um caso concreto com data marcada.

Um agente que só existe dentro de uma tela visual de terceiros não é um ativo da empresa; é um aluguel com prazo que outra pessoa define.

A lição prática é que o fluxo precisa existir fora da ferramenta. Isso significa ter, para cada agente em produção, uma descrição escrita do que ele faz, das regras que segue, das integrações que usa e dos casos de teste que provam que funciona. Com isso em mãos, trocar de plataforma vira um projeto de semanas, não uma emergência.

Também ajuda decidir antes se a tarefa pede mesmo um agente ou um fluxo automatizado com regras fixas. Muitos fluxos montados no Agent Builder eram, no fundo, automações com uma etapa de IA. O nosso texto sobre quando usar agente de IA ou fluxo automatizado ajuda a fazer essa separação.

Por onde começar hoje?

Com o prazo de 30 de novembro próximo, a ordem que mais protege a operação é esta: inventário dos fluxos, exportação do código de cada um, cópia dos casos de teste, escolha da rota por tipo de fluxo e testes comparativos com margem antes da data.

Se a sua empresa tem agentes no Agent Builder e não tem equipe técnica para levar o fluxo ao Agents SDK, a Alliance faz esse trabalho dentro do serviço de desenvolvimento de agentes de IA: migração, documentação do fluxo fora da ferramenta e testes antes da troca. E se a dúvida é anterior, sobre onde a IA faz sentido no marketing e no atendimento, o diagnóstico de marketing gratuito mostra a maturidade de cada área e onde a automação acelera.

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Perguntas frequentes

O que é o Agent Builder da OpenAI?+

É uma tela visual da plataforma de API da OpenAI para montar fluxos de agentes de IA em várias etapas, ligando nós que combinam modelos, ferramentas e lógica de controle. A OpenAI anunciou em 3 de junho de 2026 a descontinuação da ferramenta, com desligamento marcado para 30 de novembro de 2026.

Como usar o Agent Builder da OpenAI?+

O uso era montar o fluxo a partir de um modelo pronto ou do zero, testar na pré-visualização e publicar uma versão, implantada pelo ChatKit ou por código. Como a ferramenta será desligada em 30 de novembro de 2026, não vale iniciar projeto novo nela; o uso recomendado agora é exportar os fluxos existentes para migrar.

O Agent Builder da OpenAI é gratuito?+

A documentação do Agent Builder não traz preço próprio para a tela de montagem. O que o fluxo consome ao rodar, como chamadas a modelos, segue a cobrança da plataforma de API da OpenAI.

O Agent Builder da OpenAI funciona com WhatsApp?+

A documentação não traz canal nativo de WhatsApp: a implantação descrita é pelo ChatKit, embutido em site ou aplicativo, ou pelo código exportado. Levar um agente ao WhatsApp exige integração própria com a API do WhatsApp, o que, depois do desligamento, passa a ser feito a partir do Agents SDK.

Agent Builder da OpenAI ou n8n: qual é melhor?+

Com o desligamento marcado para 30 de novembro de 2026, o Agent Builder deixou de ser opção para projeto novo. O n8n faz sentido quando a tarefa é automação entre sistemas com uma etapa de IA; quando o agente é o centro e precisa de regra fixa, o Agents SDK é a rota indicada pela própria OpenAI.

O que é o AgentKit da OpenAI?+

AgentKit é o nome do conjunto de ferramentas para agentes que a OpenAI apresentou em outubro de 2025, do qual o Agent Builder fazia parte. Com os avisos de junho de 2026, saem o Agent Builder e a plataforma Evals, e seguem o ChatKit e o Agents SDK.

O Agent Builder da OpenAI é open source?+

Não: o Agent Builder é um produto hospedado pela OpenAI, e o fluxo existe dentro da plataforma. O que se leva para fora é o código exportado do Agents SDK, que roda na infraestrutura da própria empresa.

Quais são as alternativas ao Agent Builder da OpenAI?+

As rotas oficiais são o Agents SDK, para quem quer o agente como código, e os agentes de workspace do ChatGPT, que exigem plano Business, Enterprise ou Edu. Fora da OpenAI, as comparações mais buscadas são com o n8n e o Copilot Studio, da Microsoft.

Qual a diferença entre o Agent Builder da OpenAI e o Copilot Studio?+

O Agent Builder é da OpenAI e será desligado em 30 de novembro de 2026; o Copilot Studio é da Microsoft e segue como produto ativo, ligado ao ecossistema Microsoft 365 e Power Platform. Para quem já usa as ferramentas da Microsoft, o Copilot Studio pode ser destino de um agente, mas o fluxo precisa ser refeito lá, porque o código exportado é do Agents SDK.

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