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Copilot Studio: preço, créditos e o limite que desliga o agente do cliente

Copilot Studio preço em 2026: o pacote de 25 mil créditos, quanto gasta um agente de atendimento no site e a regra de 125% que desativa o agente.

Resposta rápida

O Copilot Studio cobra por Copilot Credits: no Brasil, o pacote de 25 mil créditos custa R$ 1.145,10 por mês, e há a opção de pagar pelo uso via Azure. Cada evento tem peso próprio — 1 crédito por resposta clássica, 2 por resposta generativa, 5 por ação de agente e 10 por grounding no Microsoft Graph. O funcionário com licença Microsoft 365 Copilot não consome crédito; o cliente que fala com o agente no site consome em cada resposta. Se o consumo passar de 125% da capacidade pré-paga, a Microsoft desativa o agente até a capacidade ser ampliada ou renovada.

Quem pesquisa o preço do Copilot Studio quase sempre já escolheu a plataforma. A empresa usa Microsoft 365, o time de TI conhece o Power Platform e a ideia é colocar um agente para atender cliente no site ou no WhatsApp. A dúvida que sobra é quanto isso vai custar por mês — e a resposta da Microsoft vem numa unidade que ninguém usa no dia a dia: o Copilot Credit.

Este guia traduz a tabela oficial de cobrança em conta de atendimento, em real. Mostra por que o mesmo agente custa zero para o funcionário e custa a cada resposta para o cliente, onde o consumo dispara sem aviso e o que diz a regra que quase nenhum comparativo de preço menciona: a 125% da capacidade pré-paga, o agente sai do ar.

O que é o Copilot Studio e o que exatamente ele cobra?

O Copilot Studio é a plataforma da Microsoft para criar agentes de IA com pouco código: assistentes que respondem perguntas a partir de documentos, executam ações em sistemas, abrem chamados e conversam por canais como Teams, site e outros pontos de contato. Ele é acessado como portal próprio e administrado pelo Power Platform admin center.

O que ele cobra não é o acesso ao editor, e sim o uso do agente depois de publicado. Cada resposta, cada ação e cada consulta a uma base de conhecimento consome Copilot Credits. Segundo a própria documentação, o número de créditos depende do desenho do agente, da frequência com que os clientes interagem com ele e dos recursos que usam. É por isso que duas empresas com o mesmo plano pagam contas muito diferentes.

Existe ainda uma versão mais simples, o Agent Builder, que fica dentro do aplicativo Microsoft 365 Copilot e serve para agentes de uso individual ou de times pequenos. A Microsoft indica o Copilot Studio completo quando o público é um departamento inteiro, a organização ou clientes externos, como explica o comparativo oficial entre Agent Builder e Copilot Studio. Para atendimento ao cliente, portanto, a conta é a do Copilot Studio.

Quanto custa o Copilot Studio em 2026?

Na página de preços do Copilot Studio no Brasil, consultada em 22 de outubro de 2026, a Microsoft lista três formas de pagar o uso. A mais visível é o pacote de capacidade: R$ 1.145,10 por pacote de 25 mil Copilot Credits por mês. Ao lado dele aparecem o pay-as-you-go, cobrado pelo consumo ao fim de cada mês numa assinatura do Azure, e a pré-compra em unidades de compromisso, com economia anunciada de até 20%.

ModalidadeComo cobraPreço divulgado no BrasilMelhor para
Pacote de capacidade25 mil créditos por mês, compartilhados no tenantR$ 1.145,10 por pacote/mêsConsumo previsível e estável
Pay-as-you-goCréditos usados, faturados no Azure ao fim do mêsSem preço por crédito em real na páginaAgente de cliente com volume que oscila
Pré-compra (Copilot Credit Commit Units)Compra antecipada de unidades"Economize até 20%", sem tabela públicaVolume alto e já medido
Microsoft 365 CopilotLicença por usuário, paga anualmenteR$ 171,80 por usuário/mês, sem impostosAgentes internos usados por funcionário licenciado

Microsoft, Preços do Microsoft Copilot Studio (consulta em 22/10/2026). Valores podem mudar; confira antes de orçar.

Dois detalhes mudam a leitura da tabela. Primeiro, o pacote é mensal e do tenant inteiro: todos os agentes da empresa bebem da mesma piscina, a menos que o administrador reserve capacidade por ambiente. Segundo, a documentação de administração cita, como vantagem do pay-as-you-go, o fim da capacidade não usada que expira no fim do mês — ou seja, crédito de pacote que sobra não vai para o mês seguinte.

O que é um Copilot Credit e quanto vale cada ação?

O Copilot Credit é a unidade que mede o uso do agente. Ele não corresponde a uma conversa nem a uma mensagem: uma única pergunta do cliente pode consumir vários créditos, porque cada recurso acionado naquela resposta tem tarifa própria. A tabela vale para todos os modelos de linguagem que o Copilot Studio oferece; modelos próprios trazidos do Azure são cobrados à parte.

Gráfico de barras com a tabela de créditos do Copilot Studio: resposta clássica 1, resposta generativa 2, ação de agente 5, grounding no tenant 10 e modelo de raciocínio a 10 créditos por mil tokens
A mesma pergunta pode custar 1 ou 12 créditos — depende de como o agente foi montado, não do que o cliente perguntou.

A resposta clássica é o texto que alguém escreveu e o agente apenas devolve: 1 crédito. A resposta generativa é redigida pela IA a partir das fontes de conhecimento: 2 créditos. A ação de agente inclui gatilhos, transições de tópico e raciocínio profundo que aparecem no mapa de atividade: 5 créditos. O grounding no Microsoft Graph do tenant, que busca em todo o acervo interno da empresa, custa 10 créditos por mensagem.

A própria Microsoft dá o exemplo da soma: um agente com grounding no tenant pode usar 12 créditos para responder a uma única pergunta complexa — 10 do grounding e 2 da resposta generativa. Há ainda tarifas para fluxos de agente (13 créditos a cada 100 ações), ferramentas de prompt, processamento de documentos (8 créditos por página) e voz, que vai de 10 a 75 créditos por minuto conforme o nível.

Qual a diferença entre o agente do funcionário e o agente do cliente?

Aqui está a diferença que mais pesa no orçamento e que a maioria dos comparativos trata de passagem. Na coluna da tabela oficial dedicada a quem tem licença Microsoft 365 Copilot, todas as linhas dizem a mesma coisa: sem cobrança. O uso por funcionário licenciado, autenticado com a própria identidade, está incluído na licença, dentro de limites de uso justo que a Microsoft pode rever.

Diagrama comparando o funcionário com licença Microsoft 365 Copilot, que não consome créditos, e o cliente no site, que consome créditos a cada resposta e enche o medidor até o limite de 125%
O agente interno e o agente do site podem ser o mesmo produto — e gerar duas contas completamente diferentes.

O cliente que entra no site não tem licença nenhuma. Muitas vezes nem faz login: nos relatórios do Power Platform, o uso de sessões sem autenticação aparece sob um identificador zerado, sem nome de usuário. Para esse público, cada resposta debita créditos — do pacote do tenant ou da assinatura do Azure.

A consequência prática é que o piloto interno engana. A empresa testa o agente com o time comercial, todos licenciados, vê o consumo próximo de zero e conclui que o custo é baixo. No dia em que o mesmo agente vai para o site, a conta começa a correr de verdade. Há ainda uma exceção dentro da exceção: o uso de agentes que operam o computador (Computer-Using Agents) não entra na inclusão da licença.

Quanto gasta um agente de atendimento no site?

A documentação de cobrança traz um exemplo que serve de régua para quem atende cliente. Vale ler o número com atenção, porque ele é diário:

Um agente de suporte no site, com 4 respostas clássicas e 2 respostas generativas por atendimento e média de 900 clientes por dia, consome 7.200 Copilot Credits por dia, pela conta [(4×1)+(2×2)] × 900.
Fonte: Microsoft Learn, “Billing rates and management — Microsoft Copilot Studio” (Microsoft, 2026, atualizado em 15/10/2026)

Levado para o mês e para o real, com 30 dias e o preço de pacote divulgado no Brasil, o exemplo fica assim:

  1. Por atendimento: 8 créditos. A R$ 1.145,10 por 25 mil créditos, cada crédito sai por cerca de R$ 0,046, e o atendimento por cerca de R$ 0,37.
  2. Por mês: 7.200 × 30 = 216 mil créditos, ou 8,64 pacotes. Na prática, 9 pacotes: R$ 10.305,90 por mês.
  3. Com um pacote só: os 25 mil créditos acabam em menos de 4 dias, e os 31.250 que correspondem a 125% são atingidos no quinto dia.

Agora acrescente uma única ação de agente por atendimento — abrir um chamado no sistema, por exemplo. O custo sobe para 13 créditos, 11.700 por dia e 351 mil por mês: mais de 14 pacotes. Nenhuma pergunta do cliente mudou; mudou o que o agente faz com ela.

Esse cálculo é específico do Copilot Studio. Para a conta geral de um agente de IA, que inclui implantação, integração e manutenção além do consumo, veja o guia sobre quanto custa um agente de IA.

O que acontece quando os créditos do Copilot Studio acabam?

A Microsoft tolera algum consumo acima da capacidade, como um período de carência, para não travar processos de negócio. Mas a tolerância tem teto, e ele está escrito na seção de aplicação de excedente da documentação:

Quando o tenant chega a 125% da capacidade pré-paga, os agentes personalizados são desativados. A conversa em andamento termina, mas todas as tentativas seguintes são recusadas — com mensagens como “There is a billing issue” ou “This agent is currently unavailable. It has reached its usage limit” — até a capacidade ser ampliada ou renovada.
Fonte: Microsoft Learn, “Billing rates and management”, seção Overage enforcement (Microsoft, 2026)

O administrador recebe um e-mail e um aviso no Power Platform admin center. O cliente, não: ele recebe a mensagem acima, em inglês, no meio da jornada de compra ou de suporte. Para quem colocou o agente como primeiro ponto de atendimento, isso equivale a um SAC fora do ar — com o agravante de que a regra afeta todos os agentes personalizados que consomem do mesmo pool.

Há três saídas oficiais: realocar capacidade de outro ambiente, comprar mais créditos ou ligar o pay-as-you-go. Com o pay-as-you-go vinculado a uma assinatura do Azure, o excedente é cobrado em vez de bloqueado. Os fluxos de agente têm regra própria: quando a capacidade pré-paga acaba, novas execuções de fluxo são bloqueadas, mas o agente segue respondendo no resto.

No pacote pré-pago, o limite de crédito não é só um teto de gasto: é o interruptor do atendimento.

Onde a conta do Copilot Studio dispara sem ninguém perceber?

O consumo raramente explode por causa do volume de clientes, que a empresa conhece. Ele explode por decisões de configuração tomadas no editor, muitas vezes por quem não vê a fatura.

Grounding no tenant ligado por padrão de projeto

O grounding no Microsoft Graph melhora a resposta porque busca em todo o acervo interno, mas custa 10 créditos por mensagem — cinco vezes uma resposta generativa. É opcional e se liga por agente. Para atendimento externo, quase sempre basta uma fonte de conhecimento específica, como o manual do produto e a política de trocas.

Modelo de raciocínio cobrado em cima da tarifa

Quando o agente usa um modelo com raciocínio, a Microsoft cobra duas coisas: a tarifa normal do evento e mais 10 créditos a cada mil tokens processados pelo modelo. Numa hipótese ilustrativa, se cada uma das duas respostas generativas do exemplo consumir 1.500 tokens faturados, o atendimento sai de 8 para 38 créditos. O relatório de consumo permite isolar essa linha e ver quais agentes e modelos mais gastaram.

Ações, fluxos e voz que se somam por atendimento

Cada ação de agente custa 5 créditos, e um agente autônomo que dispara quatro ações por pedido gasta 20 créditos por pedido, como mostra outro exemplo oficial. Fluxos chamados pelo agente e atendimento por voz entram na mesma piscina, com tarifas próprias. É a soma dessas camadas que transforma uma estimativa de R$ 1 mil em uma fatura de R$ 10 mil.

Como evitar que o agente do Copilot Studio saia do ar?

Não existe configuração que torne o crédito infinito, mas existe ordem certa para que o limite não pegue a empresa de surpresa. O caminho que a documentação de administração descreve tem cinco passos:

1. Estime antes de publicar

A Microsoft disponibiliza um estimador de uso de agentes, em que se escolhem tipo de agente, tráfego, orquestração, fontes de conhecimento e ferramentas. Use o volume real de atendimentos do seu SAC, não o do piloto interno.

2. Separe a capacidade por ambiente

Reserve créditos para o ambiente do agente de cliente. Pela regra oficial, um ambiente com alocação própria continua funcionando enquanto tiver saldo, mesmo que o resto do tenant já tenha passado de 125%.

3. Ponha limite mensal por agente, com folga

No gerenciamento de créditos do Power Platform admin center, a tela de agentes permite definir um limite mensal para cada um, com alerta ao se aproximar e desligamento automático ao atingir o teto. Atenção ao efeito: o limite protege o orçamento, mas também desliga o agente. E a própria Microsoft avisa que ele não é aplicado na hora — o agente pode responder por algum tempo depois de atingir o teto, então deixe margem.

4. Ligue o pay-as-you-go no agente que atende cliente

Para o agente que não pode cair, a opção de excedente é cobrar no plano pay-as-you-go em vez de puxar só da capacidade do tenant. O custo continua existindo, mas vira fatura no Azure, não mensagem de indisponível para o cliente.

5. Leia o relatório toda semana no primeiro mês

Os relatórios por ambiente, agente e usuário mostram recurso, canal, modelo e fonte de conhecimento de cada crédito consumido. Eles não mostram a conversa individual, mas bastam para achar o que causou um pico.

Pacote, pay-as-you-go ou pré-compra: qual escolher?

A escolha depende menos do tamanho da empresa e mais de quem fala com o agente e de quão previsível é esse volume.

CenárioQuem consome créditoModalidade que costuma servirCuidado principal
Agente interno de RH ou TI, time licenciadoQuase ninguém, se todos tiverem licença Microsoft 365 CopilotLicença por usuário; pacote pequeno para quem não temUsuários sem licença e fluxos com outros gatilhos consomem
Agente de suporte no site, volume estávelTodo cliente, a cada respostaPacote dimensionado + pay-as-you-go no excedenteNunca rodar só com pacote no limite
Campanha ou lançamento com picoCliente, com volume que oscilaPay-as-you-goLimite mensal por agente para conter o pico
Operação grande e já medidaCliente e processos autônomosPré-compra de unidadesTer seis meses de relatório antes de comprometer

Elaborado pela Alliance Comunicação a partir das regras de cobrança e administração publicadas pela Microsoft.

Se o projeto inclui atendimento em canal de mensagem, vale também conferir as obrigações do atendimento automatizado: o artigo sobre o que o decreto do SAC exige do atendimento com IA mostra o que precisa estar no fluxo além do custo.

Quais os erros mais comuns ao orçar o Copilot Studio?

  • Orçar pelo piloto interno. Funcionário licenciado não consome crédito; cliente consome. O piloto mede a qualidade, não o custo.
  • Contar mensagens em vez de eventos. Uma pergunta pode gerar resposta generativa, grounding e ação ao mesmo tempo.
  • Deixar o agente de cliente no pool geral. Qualquer outro agente que estoure a capacidade arrasta o atendimento junto.
  • Usar o limite por agente como plano de continuidade. Ele evita gasto, mas desliga o agente do mesmo jeito.
  • Ignorar o modelo de raciocínio. A tarifa por token vem em cima do evento e não aparece no exemplo de preço.
  • Comprar pacote para o pico. Crédito de pacote que sobra no mês não é acumulado.

Os mesmos tropeços aparecem em outros produtos da Microsoft cobrados por capacidade — o caso do Copilot no Power BI e a capacidade que a licença não cobre segue a mesma lógica.

Por onde começar o orçamento do Copilot Studio hoje?

Comece pelo seu volume real: quantos atendimentos por dia o SAC recebe e quantas trocas de mensagem cada um tem. Depois desenhe o agente no papel — quantas respostas serão roteiro escrito, quantas generativas, quantas ações em sistema — e multiplique pela tabela. Esse número, em créditos por atendimento, é o que define o pacote.

Na implantação de agentes de IA da Alliance, essa conta vem antes da escolha da plataforma: às vezes o Copilot Studio é o caminho certo porque a empresa já vive no Microsoft 365; às vezes outra arquitetura atende o mesmo público por menos. Se você ainda não sabe onde a automação entra na sua operação, o diagnóstico de marketing gratuito mostra em que etapa do funil o agente traria mais retorno.

O preço do Copilot Studio não é alto nem baixo por si só. Ele é proporcional ao desenho do agente — e o que mais custa caro não é o crédito, é descobrir o limite de 125% pela reclamação do cliente.

Copilot StudioMicrosoftAgentes de IACustos

Perguntas frequentes

Quanto custa o Copilot Studio?+

No Brasil, a Microsoft divulga o pacote de 25 mil Copilot Credits por R$ 1.145,10 por mês, além do pay-as-you-go faturado no Azure e da pré-compra com desconto de até 20%. O custo final depende de quantos créditos o agente consome por atendimento. Um agente de suporte com 900 clientes por dia, no exemplo oficial, consome cerca de nove pacotes por mês.

O que são Copilot Credits?+

São a unidade que mede o uso dos agentes do Copilot Studio. Cada recurso acionado tem uma tarifa: 1 crédito por resposta clássica, 2 por resposta generativa, 5 por ação de agente e 10 por grounding no Microsoft Graph do tenant. Uma única pergunta pode consumir vários créditos ao mesmo tempo.

O Copilot Studio está incluído no Microsoft 365?+

O uso por funcionários com licença Microsoft 365 Copilot, autenticados com a própria identidade, não consome créditos, dentro de limites de uso justo. A assinatura comum do Microsoft 365 não cobre agentes para clientes externos. Quem atende o público no site paga crédito a cada resposta.

O que acontece quando os créditos do Copilot Studio acabam?+

A Microsoft tolera algum excedente, mas ao chegar a 125% da capacidade pré-paga os agentes personalizados são desativados. A conversa em curso termina e as seguintes recebem a mensagem de que o agente atingiu o limite de uso. Com pay-as-you-go ligado, o excedente é cobrado no Azure em vez de bloqueado.

Como funciona o billing do Copilot Studio?+

Os créditos comprados são compartilhados por todo o tenant e precisam ser atribuídos a ambientes. O administrador pode reservar capacidade por ambiente, ligar pay-as-you-go no excedente e definir limite mensal por agente no Power Platform admin center. Os relatórios mostram o consumo por ambiente, agente, usuário, recurso e modelo.

O que é o Copilot Studio?+

É a plataforma da Microsoft para criar agentes de IA com pouco código, que respondem perguntas a partir de documentos, executam ações em sistemas e são publicados em canais como Teams e sites. É indicada pela própria Microsoft para agentes de departamento, organização inteira ou clientes externos.

O que é o Copilot Studio Lite?+

É como muita gente chama a experiência simples de criação de agentes dentro do aplicativo Microsoft 365 Copilot, que a documentação atual chama de Agent Builder. Ela serve para agentes de uso individual ou de times pequenos, baseados em conteúdo interno. Para atender clientes externos, a Microsoft indica o Copilot Studio completo.

Como acessar o Copilot Studio?+

O Copilot Studio completo é um portal web próprio, em copilotstudio.microsoft.com, e o Agent Builder fica dentro do aplicativo Microsoft 365 Copilot. O administrador controla quem pode criar agentes pelo Power Platform admin center. Sem licença Microsoft 365 Copilot, o acesso pode ser feito com Copilot Credits ou pay-as-you-go.

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