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Instruções personalizadas do ChatGPT: o campo que vale só para você

Instruções personalizadas do ChatGPT: como configurar, limite por plano e por que o campo é pessoal e não leva a marca aos projetos do time.

Resposta rápida

Instruções personalizadas são um texto que você salva na sua conta do ChatGPT para que ele leve em conta, em todas as conversas, quem você é e como prefere as respostas. O campo aceita até 1.500 caracteres nos planos Free e Go e até 5.000 nos pagos, segundo a OpenAI. O ponto que muda a decisão numa empresa: o campo é pessoal. Ele não chega aos colegas, é substituído pelas instruções de um projeto e não é lido por projetos compartilhados. Por isso, guarde nele preferências suas, como formato, idioma e papel, e deixe tom de voz, catálogo e políticas numa base compartilhada da marca.

Quem usa o ChatGPT todo dia no trabalho cansa rápido de repetir as mesmas coisas: “responda em português”, “sem introdução”, “eu trabalho com marketing B2B”, “use tabela quando comparar”. As instruções personalizadas existem para isso. Você escreve uma vez, e o ChatGPT leva aquilo em conta em toda conversa nova, sem precisar colar de novo.

Os tutoriais mais lidos param aí: mostram onde clicar e sugerem um texto pronto. Este artigo cobre o mesmo passo a passo, com os limites de caracteres de cada plano, e acrescenta o que a documentação da OpenAI diz e quase ninguém repete: o campo pertence à sua conta, não à empresa. Ele não vale dentro de projetos que têm instruções próprias e não aparece para os colegas. Por isso, a decisão útil não é “o que escrever no campo”, e sim “o que é meu e o que é da marca”.

O que são as instruções personalizadas do ChatGPT?

Instruções personalizadas são um texto fixo, salvo na sua conta, que o ChatGPT considera em todas as conversas. É ali que você conta quem é, em que trabalha e como prefere receber as respostas: tamanho, formato, idioma, nível técnico, o que evitar.

A diferença para um prompt comum é a permanência. O prompt vale para uma conversa; a instrução personalizada vale para todas as conversas novas da conta, até você mudar o texto ou desligar o recurso. É a configuração de fundo, não o pedido do dia.

Ela também não é a mesma coisa que a memória do ChatGPT. A memória é o que o assistente guarda a partir das suas conversas; a instrução personalizada é o que você escreve de propósito, com as suas palavras, e controla por inteiro. Na prática, as duas se somam, mas só a instrução é um texto que você pode reler, revisar e copiar para outro lugar.

O detalhe que muda a leitura do recurso para quem trabalha numa empresa: tudo isso é pessoal. Cada pessoa tem o seu campo, com o seu texto, e ninguém mais enxerga ou herda o que está nele.

Como colocar instruções personalizadas no ChatGPT?

O caminho é o mesmo no navegador e no aplicativo, com pequenas diferenças de posição dos menus. A lógica é sempre: abrir as configurações da conta, entrar na área de personalização e preencher os campos de instrução.

1. Abra as configurações da conta

No computador, clique no seu nome ou na sua foto e entre em Configurações. No celular, abra o menu lateral e toque no seu perfil para chegar às mesmas opções.

2. Entre em Personalização

É nessa área que ficam as instruções personalizadas, junto de outras preferências que mudam o comportamento do assistente. Ative o recurso se ele estiver desligado.

3. Preencha os dois tipos de informação

Os campos pedem, em essência, duas coisas: o que o ChatGPT deve saber sobre você (função, área, contexto de trabalho) e como ele deve responder (formato, tamanho, tom, idioma). Escreva frases diretas, uma preferência por linha, e evite repetir a mesma ideia com palavras diferentes: o espaço é limitado.

4. Salve e teste numa conversa nova

As instruções valem para conversas iniciadas depois de salvar. Abra um chat novo e peça algo que você costuma pedir. Se a resposta ignorar uma preferência, reescreva a frase de forma mais concreta: “respostas de até 5 parágrafos” funciona melhor que “seja breve”.

Para desligar, o caminho é o mesmo: volte à personalização e desative o recurso ou apague o texto. O que estava escrito deixa de valer nas conversas seguintes.

Qual o limite de caracteres das instruções personalizadas?

O tamanho do campo depende do plano. A central de ajuda da OpenAI, na página “ChatGPT Custom Instructions”, separa dois grupos.

Usuários dos planos Free e Go podem salvar até 1.500 caracteres nas instruções personalizadas; nos planos Plus, Pro, Enterprise, Business e Education, o limite é de até 5.000 caracteres. As instruções são aplicadas a todos os chats da conta.
Fonte: OpenAI Help Center, “ChatGPT Custom Instructions”, consultado em 26/10/2026
PlanoLimite do campoO que cabe, na prática
Free e Goaté 1.500 caracteresPapel, área de atuação e meia dúzia de preferências de formato. Um parágrafo bem escrito.
Plus e Proaté 5.000 caracteresPreferências detalhadas, exemplos curtos de formato e regras do seu trabalho individual.
Business, Enterprise e Educationaté 5.000 caracteresO mesmo que acima, mas ainda por pessoa: cada membro do workspace tem o seu próprio campo.

Limites conforme a central de ajuda da OpenAI (consultada em 26/10/2026); a coluna “o que cabe” é a leitura da Alliance.

Mil e quinhentos caracteres equivalem a mais ou menos 250 palavras. Cinco mil caracteres dão algo perto de uma página de texto. É espaço suficiente para preferências pessoais e insuficiente para um manual de marca, um catálogo de serviços ou uma política comercial. Esse é o primeiro sinal de que o campo não foi feito para guardar a empresa.

Repare também na última linha da tabela: mesmo nos planos corporativos, o limite é por pessoa. Um workspace Business não ganha um campo compartilhado de instruções; cada funcionário continua com o seu.

As instruções personalizadas valem dentro de um projeto do ChatGPT?

Não do jeito que muita gente imagina. Projetos são espaços do ChatGPT que agrupam conversas, arquivos e instruções sobre um mesmo assunto. E a documentação deixa claro que eles têm regras próprias.

As instruções de um projeto valem só dentro dele e substituem as instruções personalizadas globais. Projetos compartilhados não têm acesso ao contexto, às instruções personalizadas nem às memórias individuais dos membros fora do projeto.
Fonte: OpenAI Help Center, “Projects in ChatGPT”, consultado em 26/10/2026

Leia de novo com olhos de empresa. Se você escreveu o tom de voz da marca nas suas instruções pessoais e depois abre o projeto “Campanha de lançamento”, que tem instruções próprias, o que vale ali é o texto do projeto, não o seu. E quando o projeto é compartilhado com o time, ninguém dentro dele enxerga o que está na sua conta.

Diagrama comparando a conta pessoal, onde as instruções personalizadas valem para os chats da pessoa, com o projeto compartilhado, onde valem as instruções do projeto e os membros não enxergam as instruções pessoais uns dos outros
Fora do projeto, vale o seu campo. Dentro de um projeto com instruções próprias, valem as dele, e o projeto compartilhado não lê as instruções pessoais de ninguém.

O efeito prático é que existem duas camadas, com donos diferentes. A camada pessoal é sua e viaja com você para todo chat fora de projetos. A camada do projeto é do projeto, e é ela que o time inteiro compartilha. Tudo que precisa chegar a mais de uma pessoa tem de estar na segunda, ou numa fonte que alimente a segunda.

A equipe inteira vê as minhas instruções personalizadas?

Não. As instruções personalizadas ficam na sua conta e só afetam as suas conversas. Um colega no mesmo workspace não as vê, não as herda e não recebe respostas moldadas por elas.

A OpenAI também informa, na mesma página de ajuda, que as instruções não aparecem para quem abre um link de conversa compartilhada. Ou seja: se você mandar ao colega o link de uma conversa que saiu ótima, ele vê o resultado, mas não o texto que orientou o resultado. Se ele continuar a partir dali, as instruções que valem são as dele.

É aqui que o problema aparece nas empresas. Uma pessoa do marketing cola no próprio campo o resumo do guia da marca, as respostas do ChatGPT dela passam a sair no tom certo, e o resto do time acha que “o ChatGPT já conhece a marca”. Não conhece. Conhece a conta de uma pessoa.

O guia da marca colado nas instruções de um funcionário não chega ao colega nem ao projeto do time.

E quando essa pessoa sai da empresa, troca de área ou simplesmente apaga o campo para testar outra coisa, a única cópia que fazia o ChatGPT soar como a marca vai junto.

Qual a diferença entre instruções personalizadas, projeto e GPT personalizado?

São três lugares onde se escreve instrução para o ChatGPT, e cada um tem um alcance. Confundir os três é a origem da maior parte dos ruídos de uso em equipe.

Instruções personalizadasProjetoGPT personalizado
De quem éDa conta de uma pessoaDo projeto (pode ser compartilhado)De quem criou, com acesso conforme o compartilhamento
Onde valeEm todos os chats da contaSó nos chats dentro do projetoSó nas conversas com aquele GPT
Aceita arquivosNão, só textoSim, arquivos do projetoSim, arquivos de conhecimento
Outros membros veemNãoSim, quando o projeto é compartilhadoQuem tem acesso usa o GPT, mas não edita sem permissão
Bom paraPreferências individuais de formato e papelTrabalho de um time sobre um assuntoTarefa repetida com roteiro fixo

Alcance das instruções conforme as páginas de ajuda da OpenAI sobre instruções personalizadas e projetos; comparação e linha “bom para” da Alliance.

O GPT personalizado merece um aviso à parte: a OpenAI anunciou a aposentadoria desse formato, e quem guardou a marca dentro de um GPT terá de mudar de lugar de novo. Tratamos isso em detalhe no artigo sobre a base da marca que envelhece dentro de um GPT personalizado. A lição vale para os três: nenhuma dessas caixas deveria ser a versão oficial da marca. Elas são cópias de trabalho.

O que colocar nas instruções personalizadas (e o que deixar fora)?

A regra mais simples: no campo pessoal entra o que é verdade sobre você e só sobre você. Se a informação é igual para todo mundo que fala em nome da empresa, ela pertence à base da marca.

Quadro dividido em duas colunas: à esquerda o que cabe no campo pessoal, como idioma, formato e papel; à direita o que precisa morar na base compartilhada da marca, como tom de voz, catálogo, preços e políticas
O critério é quem precisa da informação: se é só você, campo pessoal; se é todo mundo que fala pela marca, base compartilhada.

Cabe no campo pessoal:

  • Seu papel e o tipo de tarefa que mais faz (“sou analista de mídia, monto relatórios semanais para a diretoria”).
  • Idioma e registro (“português do Brasil, linguagem direta, sem jargão de agência”).
  • Formato preferido (“comece pela resposta; use tabela para comparações; no máximo 5 parágrafos”).
  • Nível de detalhe (“explique termos de estatística; pule o básico de Excel”).
  • O que você quer que ele faça quando não souber (“diga que não sabe em vez de supor”).

Precisa morar na base da marca:

  • Tom de voz, vocabulário próprio e palavras proibidas.
  • Descrição oficial de serviços, produtos e diferenciais.
  • Preços, prazos, condições comerciais e políticas (troca, garantia, atendimento).
  • Respostas oficiais para perguntas frequentes e para temas sensíveis.
  • Provas: casos, números autorizados, depoimentos aprovados.

O segundo grupo muda ao longo do ano, tem dono em cada área e precisa chegar igual a todo mundo. Nada disso combina com um campo de 1.500 ou 5.000 caracteres que só uma pessoa vê. Se o problema é fazer a IA escrever como a empresa, o caminho é o tom de voz escrito para a IA, guardado num lugar que o time inteiro alcança.

Quais são bons exemplos de instruções personalizadas por função?

Os exemplos abaixo mostram o formato que funciona: curto, concreto e só com o que é individual. Adapte ao seu caso; o ganho vem de trocar adjetivos vagos por regras verificáveis.

Para quem trabalha com marketing e conteúdo

“Trabalho com conteúdo para empresas B2B. Responda em português do Brasil, comece pela resposta e só depois explique. Quando eu pedir título, traga 5 opções com até 60 caracteres. Não use emojis. Se faltar contexto, faça uma pergunta antes de escrever.”

Para quem trabalha no comercial

“Sou vendedor consultivo. Prefiro respostas em tópicos curtos que eu possa adaptar a um e-mail. Quando eu colar uma objeção do cliente, devolva três abordagens diferentes. Não invente preço, prazo ou condição: se precisar, deixe um espaço marcado para eu completar.”

Note a última frase: o preço não está no campo. Ele vem da tabela oficial, que muda e tem dono. O campo só garante que o assistente não invente.

Para advogados e áreas jurídicas

“Atuo em direito empresarial. Use linguagem técnica, mas organize em seções com títulos. Sempre diferencie o que é regra geral do que depende do caso concreto e indique quando a resposta exige conferência no texto legal vigente. Não presuma fatos que eu não informei.”

Para áreas que lidam com informação sigilosa, vale uma regra de uso, não de instrução: o campo não é lugar para dado de cliente, nome de processo ou estratégia confidencial. Ele orienta o estilo da resposta; o conteúdo sensível segue as regras da empresa sobre o que pode ou não ser enviado a uma ferramenta de IA.

Para gestores

“Lidero uma equipe de 8 pessoas. Quando eu pedir análise, traga primeiro a recomendação em uma frase, depois os prós e contras em tabela e por último os riscos. Seja direto sobre o que você não sabe.”

Quais os erros mais comuns ao usar o campo no trabalho?

  1. Colar o manual da marca no campo pessoal. Não cabe, não chega ao colega e some quando a pessoa sai.
  2. Escrever preço, prazo ou política. O campo envelhece em silêncio: a regra mudou, o texto não, e a IA continua repetindo a versão antiga com segurança.
  3. Achar que o projeto do time herda o seu campo. Projetos compartilhados não enxergam as instruções pessoais, e as instruções do projeto substituem as suas lá dentro.
  4. Usar adjetivos em vez de regras. “Seja profissional” não muda nada; “sem gírias, sem emojis, frases de até 25 palavras” muda.
  5. Repetir a mesma preferência em várias frases. Gasta caracteres e não reforça nada.
  6. Nunca revisar. O seu trabalho muda; o texto escrito há um ano provavelmente descreve outra função.
  7. Colocar informação confidencial. O campo é texto que vai junto em toda conversa e, conforme as configurações da conta, pode ser usado para melhorar o modelo.

O que a OpenAI faz com o que você escreve no campo?

É uma pergunta que os tutoriais costumam pular, e que importa para quem usa o ChatGPT com informação da empresa.

Dados do uso das instruções personalizadas também são usados para melhorar o desempenho do modelo, salvo se o usuário optar por não permitir. As instruções não aparecem para quem abre um link de conversa compartilhada.
Fonte: OpenAI Help Center, “ChatGPT Custom Instructions”, consultado em 26/10/2026

Duas consequências. A primeira: se você usa uma conta pessoal para trabalho, vale conferir a configuração de controle de dados e decidir de forma consciente se permite esse uso. A segunda: o fato de as instruções não aparecerem em conversas compartilhadas reforça o ponto deste artigo. O texto que orienta a resposta é invisível para quem recebe a conversa, e a empresa não tem como auditar o que cada pessoa escreveu no próprio campo.

Planos corporativos têm regras próprias de dados e administração do workspace. Se a empresa avalia migrar do uso individual para um plano de equipe, o artigo sobre o que muda do ChatGPT Business para a conta pessoal compara os dois cenários.

Como separar o que é seu do que é da marca?

A separação funciona melhor quando vira regra combinada, não escolha de cada um. Um desenho simples, que serve para empresa pequena e para equipe grande:

CamadaOnde moraQuem mantémQuando muda
Preferências pessoaisInstruções personalizadas de cada contaCada pessoaQuando a função ou o jeito de trabalhar muda
Contexto do trabalho do timeInstruções e arquivos do projeto compartilhadoO responsável pelo projetoA cada nova campanha, cliente ou fase
Versão oficial da marcaBase de conhecimento fora da ferramenta, com dono e data de revisãoQuem responde pela marca, com cada área cuidando do seu assuntoSempre que preço, portfólio ou política mudam, primeiro aqui

Modelo de organização recomendado pela Alliance.

A terceira linha é a que mais falta nas empresas. Sem uma versão oficial, cada projeto e cada conta guardam uma cópia diferente, e ninguém sabe qual está certa. Com ela, o projeto do time recebe um recorte atualizado, e as instruções pessoais ficam livres para o que de fato é pessoal.

Essa base não precisa nascer grande. Um documento por assunto, com quem responde por ele e a data da última revisão, já resolve a maior parte dos ruídos. É exatamente o trabalho de montar uma base de conhecimento de marca: organizar o que a marca diz, em formato que qualquer assistente de IA consiga ler, e com rotina de atualização.

Por onde começar hoje?

  1. Abra as suas instruções personalizadas e marque cada frase: é sobre você ou é sobre a empresa?
  2. Deixe no campo só o que é pessoal: papel, idioma, formato, nível de detalhe.
  3. Junte o que é da empresa num documento único, com dono e data, mesmo que simples.
  4. Nos projetos compartilhados do time, coloque nas instruções do projeto o recorte desse documento que o trabalho exige, e registre de onde veio.
  5. Faça o teste do colega: a mesma pergunta sobre a marca, em duas contas, deve trazer a mesma resposta.
  6. Combine uma data de revisão, para que a base e as cópias não se distanciem.

Se você quer saber onde a comunicação da sua empresa está mais frágil antes de organizar essa base, o diagnóstico de marketing gratuito da Alliance avalia maturidade em marca, conteúdo, tecnologia e IA e aponta por onde começar.

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Perguntas frequentes

Como colocar instruções personalizadas no ChatGPT?+

Abra as configurações da conta, entre na área de personalização e preencha os campos de instrução com o que o ChatGPT deve saber sobre você e como deve responder. Salve e teste numa conversa nova, porque as instruções valem para os chats iniciados depois de salvar.

O que colocar nas instruções personalizadas do ChatGPT?+

Coloque o que é verdade só sobre você: sua função, o tipo de tarefa que mais faz, idioma, formato preferido e nível de detalhe. Informações que valem para toda a empresa, como tom de voz, preços e políticas, devem ficar numa base compartilhada da marca.

Quais são as melhores instruções personalizadas para o ChatGPT?+

As que trocam adjetivos por regras verificáveis. “Comece pela resposta, use tabela para comparações e escreva no máximo 5 parágrafos” funciona melhor que “seja claro e objetivo”, porque o assistente consegue cumprir e você consegue conferir.

Qual o limite de caracteres das instruções personalizadas do ChatGPT?+

Segundo a central de ajuda da OpenAI, os planos Free e Go permitem até 1.500 caracteres. Os planos Plus, Pro, Enterprise, Business e Education permitem até 5.000 caracteres, sempre por conta.

As instruções personalizadas valem dentro de um projeto do ChatGPT?+

A OpenAI informa que as instruções de um projeto valem só dentro dele e substituem as instruções personalizadas globais. Por isso, o que precisa valer no trabalho do projeto deve estar nas instruções do próprio projeto.

A equipe inteira vê as minhas instruções personalizadas?+

Não. As instruções ficam na sua conta e só afetam as suas conversas. Projetos compartilhados não têm acesso às instruções personalizadas dos membros, e as instruções também não aparecem para quem abre um link de conversa compartilhada.

Qual a diferença entre instruções personalizadas e um GPT personalizado?+

As instruções personalizadas são um texto da sua conta que vale em todos os seus chats. O GPT personalizado é uma configuração separada, com instruções e arquivos próprios, que vale só nas conversas com ele e pode ser compartilhado; a OpenAI anunciou a aposentadoria desse formato.

Instruções personalizadas do ChatGPT para advogados: o que escrever?+

Preferências de forma: linguagem técnica, respostas organizadas em seções, separação entre regra geral e caso concreto e aviso quando for preciso conferir o texto legal vigente. Dados de clientes e informações sigilosas não devem ir para o campo.

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