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Tecnologia

Base44: o que é, quanto custa e o workspace de onde o app não sai

Base44 cria apps com IA a partir de texto. Veja planos, créditos e por que o workspace onde o app nasce decide quem é o dono do sistema.

Resposta rápida

O Base44 é uma plataforma que cria aplicativos completos a partir de instruções em texto, com banco de dados, login e hospedagem já incluídos. Há um plano gratuito, e os pagos vão de US$ 16 a US$ 160 por mês na cobrança anual, cada um com uma cota mensal de créditos de mensagem e de integração. O ponto que quase ninguém explica: o app fica para sempre no workspace onde foi criado, e a documentação da Base44 diz que não há como movê-lo para outro. Por isso, quem abre o workspace, com qual e-mail e qual CPF ou CNPJ, decide de quem é o sistema.

Pedir um aplicativo em português e recebê-lo funcionando, com tela de login e banco de dados, deixou de ser promessa. O Base44 é uma das plataformas que fazem isso, e a procura por ela no Brasil cresceu rápido: muita gente chega querendo saber o que é, quanto custa e se o plano gratuito basta.

Este guia responde a essas três perguntas com os números da página oficial e da documentação. E acrescenta a que os primeiros resultados da busca não fazem: de quem é o app quando quem o construiu foi um freelancer, uma agência ou um funcionário. A resposta está numa regra de workspace que vale ler antes do primeiro prompt.

O que é o Base44?

O Base44 é um construtor de aplicativos com inteligência artificial. Você descreve o que precisa em linguagem natural, como um sistema de agendamento, um portal de clientes ou um painel interno, e a IA gera as telas, a lógica e a estrutura de dados. Depois, você ajusta conversando com ela, mensagem a mensagem.

A diferença para um construtor de sites é que o resultado é um app com backend. A documentação para desenvolvedores descreve o frontend em React, com Vite, Tailwind CSS e a biblioteca shadcn/ui, e um backend totalmente gerenciado pela própria Base44: banco de dados NoSQL, autenticação integrada e funções serverless em Deno. Ou seja, o código é seu para ler e editar, mas a infraestrutura que mantém o app vivo é da plataforma.

Esse arranjo explica o apelo e o cuidado. O apelo é a velocidade: não há servidor para contratar nem banco para configurar. O cuidado é que tudo, do saldo de créditos às faturas, se organiza em torno de uma unidade chamada workspace, e é ali que mora a pergunta sobre propriedade.

De onde vem o Base44 e quem está por trás?

A Base44 é uma empresa israelense fundada em 2024 por Maor Shlomo. Em junho de 2025, foi comprada pela Wix, dona do construtor de sites de mesmo nome, por US$ 80 milhões de pagamento inicial, mais valores condicionados a metas, segundo o jornal econômico Globes. O produto continuou com marca própria.

Para quem vai pôr um sistema da empresa em cima da plataforma, esse histórico pesa nos dois sentidos. Ter uma empresa do porte da Wix por trás reduz o risco de a ferramenta sumir de um mês para o outro. Mas significa também que preços, planos e regras de crédito mudam com a estratégia do grupo, e a própria documentação mantém uma página dedicada aos “novos planos e workspaces”.

Quanto custa o Base44 em cada plano?

A página oficial de preços, consultada em outubro de 2026, exibe os valores na cobrança anual, que segundo a própria página economiza 20%. Os números abaixo são por mês, em dólar:

PlanoPreço por mês (anual)Créditos de mensagem/mêsCréditos de integração/mêsO que destrava
FreeUS$ 025 (até 5 por dia)100Até 5 apps, só apps públicos
StarterUS$ 161002.000Apps ilimitados, edição de código, domínio próprio
BuilderUS$ 4025010.000Integração com GitHub, escolha do modelo de IA, funções de backend
ProUS$ 8050020.000Tudo do Builder e acesso antecipado a recursos beta
EliteUS$ 1601.20050.000Tudo do Pro e suporte premium

Base44, página de preços (outubro de 2026) e documentação “Novos planos e workspaces”. Valores sujeitos a mudança: confira antes de assinar.

Dois detalhes da tabela costumam passar batido. O primeiro: no plano gratuito, a documentação diz que só é possível construir apps públicos; app privado, como um sistema interno, exige plano pago. O segundo: as funções de backend, que são onde mora a lógica mais séria, aparecem a partir do Builder.

A documentação de cobrança acrescenta o que o checkout não destaca: a Base44 aceita apenas os principais cartões de crédito e débito, sem PayPal, transferência, cartão virtual ou criptomoeda, e a maioria dos clientes paga em dólar. Para uma empresa brasileira, isso significa cartão corporativo internacional e uma linha de câmbio no orçamento.

O que são créditos de mensagem e créditos de integração?

O preço do plano compra uma cota mensal de dois tipos de crédito, e confundir os dois é a origem da maior parte das surpresas.

  • Créditos de mensagem são gastos quando você conversa com a IA para construir ou corrigir o app. Segundo a documentação, cada mensagem custa de cerca de 0,5 a 4 créditos, conforme o tamanho da mudança pedida.
  • Créditos de integração são gastos quando o app em funcionamento usa os serviços embutidos da Base44: enviar e-mail, gerar imagem, chamar um modelo de linguagem, rodar um workflow ou um agente. Eles não são gastos quando o app chama um serviço externo com a sua própria chave de API.

A distinção importa porque o primeiro tipo é consumo de quem constrói, e o segundo é consumo de quem usa. Um app com cem clientes pedindo resumo por IA gasta crédito de integração a cada pedido, inclusive de usuários que nunca viram o editor. A documentação de workspaces registra que até quem tem papel de Viewer consome créditos quando o app usa recursos pagos por crédito.

Há ainda a regra do relógio. Nos planos pagos, o saldo é renovado uma vez por mês, no dia da assinatura, e os créditos não usados expiram no reset. Não existe poupança de um mês para o outro, o que torna inútil comprar plano maior “para sobrar”.

O que acontece quando os créditos de integração acabam?

Aqui está a falha operacional que nenhum dos guias mais lidos descreve. Quando o saldo de integração zera, a ação que dependia dele falha. Quem está no editor vê um aviso claro de que os créditos acabaram. Já o usuário do app, não:

Quando os créditos de integração acabam, a ação falha e os usuários finais do app veem apenas uma mensagem de erro genérica, sem nenhuma referência a créditos; as funções pausam até o próximo reset ou até um upgrade de plano.
Fonte: Base44, documentação oficial — Créditos (2026)

Imagine o cenário numa empresa: o formulário de orçamento para de enviar e-mail numa quinta-feira à tarde. O cliente vê “erro”, liga reclamando, o comercial abre chamado com quem fez o app, que procura bug no código. Ninguém pensa em saldo, porque nada na tela fala em saldo. A operação fica parada até alguém entrar no painel certo.

O painel existe: em Settings, na área de uso de créditos, o workspace mostra o consumo do ciclo, um gráfico ao longo do tempo e os maiores consumidores. A documentação informa que owners e admins veem o workspace inteiro e editores, só o próprio uso. Ou seja, o monitoramento depende de alguém com o papel certo olhar, e esse alguém precisa estar nomeado.

Por que o workspace decide de quem é o app?

Na Base44, cada workspace tem plano, créditos e membros próprios, e os workspaces não se conectam. A documentação de planos e workspaces é direta em dois pontos: os créditos nunca são compartilhados entre workspaces, e não é possível mover apps entre workspaces — eles permanecem onde foram criados. A própria Base44 recomenda escolher o workspace certo antes de começar.

Diagrama comparando um app criado no workspace do freelancer, com dono, cartão, CPF e faturas dele, e um app criado no workspace da empresa, com o freelancer convidado como editor; no meio, o aviso de que o app não se move
A regra é uma só: o app não troca de workspace. O que muda é quem fica com a chave quando o contrato acaba.

Somem-se a isso as regras de cobrança. Segundo a documentação de cobrança e planos, o CPF ou CNPJ informado não pode ser alterado depois da compra do plano, e só os proprietários do workspace veem o histórico de cobrança e as faturas. Já a documentação de workspaces afirma que os apps e o conteúdo gerado pertencem ao usuário.

Junte as peças. Se o freelancer abriu o workspace na conta pessoal dele e pagou o plano com o CPF dele, ele é o owner, as notas estão no nome dele e o app vive no espaço dele. Quando o contrato termina, a empresa depende da boa vontade de alguém de fora para manter o sistema no ar, pagar o plano ou mexer em qualquer configuração. Não há botão de transferência descrito na documentação que resolva isso.

A saída técnica que existe é recriar. A documentação para desenvolvedores menciona a opção de gerar uma cópia local do app com um novo identificador e a sincronização do código com GitHub a partir do plano Builder. Mas cópia de código não é migração de sistema: o backend é gerenciado pela plataforma, e levar usuários, dados e integrações para outro lugar vira um projeto à parte.

Quem pode fazer o quê dentro de um workspace?

Os papéis definem quem paga, quem constrói e quem só olha. A documentação descreve quatro, e escolher o papel do fornecedor é a decisão mais barata de todo o projeto:

PapelDisponível emPodeNão pode
OwnerTodos os planosControlar faturamento, pessoas, configurações, apps e créditos—
AdminSó Business e EnterpriseTudo o que o Editor faz, mais gerenciar membros e configuraçõesVer faturamento ou trocar o plano
EditorTodos os planosCriar e editar os apps a que tem acessoVer faturamento ou gerenciar membros
ViewerTodos os planosVer os apps para os quais foi convidadoCriar ou editar apps

Base44, documentação “Novos planos e workspaces” (2026).

A documentação também informa que dá para convidar quantos membros quiser em qualquer plano, sem que eles paguem assinatura própria: usam o plano e os créditos do workspace onde atuam. Na prática, não há razão de custo para o fornecedor construir na conta dele. Ele pode ser Editor no workspace da empresa e entregar o mesmo trabalho.

Como montar o workspace certo antes do primeiro prompt

1. Abra o workspace com um e-mail da empresa

Use um endereço corporativo que sobreviva a trocas de equipe, como ti@ ou sistemas@, e não o e-mail pessoal de quem está empolgado com o projeto. É esse login que será o owner. A documentação permite estar em até três workspaces ao mesmo tempo, então o fornecedor não perde o próprio espaço por entrar no seu.

2. Confira o CPF ou CNPJ antes de pagar

Como o documento fiscal não pode ser alterado depois da compra, o primeiro pagamento precisa sair com o CNPJ da empresa e o cartão corporativo. Vale combinar com o financeiro antes: só cartão é aceito, e a fatura vem, na maioria dos casos, em dólar.

3. Convide o fornecedor como Editor

Freelancer, agência ou desenvolvedor interno entram como Editor. Constroem e editam tudo o que precisam, sem acesso a faturamento nem a membros. Quando o contrato termina, basta remover o acesso: o app, o plano e o histórico continuam onde estavam.

4. Nomeie um responsável pelo saldo

Alguém com papel de owner, ou admin nos planos que têm esse papel, precisa olhar o uso de créditos com frequência combinada, semanal em apps com uso real. Esse responsável também decide quando fazer upgrade, que na Base44 entra em vigor na hora e cobra o cartão salvo, sem página de checkout.

5. Ensine o suporte a ler o erro genérico

Inclua no roteiro de atendimento: “erro sem explicação em função que usa e-mail, imagem ou IA? Verificar saldo de integração antes de abrir chamado técnico.” Uma linha no procedimento evita horas procurando bug que não existe.

Base44 ou Lovable: qual escolher?

É a comparação mais buscada, e a resposta honesta é que a escolha de ferramenta pesa menos do que as regras de conta que vêm com ela. As duas geram apps a partir de texto e cobram por créditos; a diferença que importa para a empresa está em como cada uma separa o consumo de quem constrói do consumo de quem usa, e em quem controla a conta.

No caso do Lovable, tratamos esse ponto em como o saldo do app no ar se mistura ao do editor. No Base44, como visto acima, os créditos são separados por tipo, mas presos ao workspace. Antes de decidir, faça as mesmas três perguntas às duas: onde o app fica, quem paga e o que o usuário vê quando o saldo acaba.

Se a dúvida for mais ampla, entre construir com IA, usar uma plataforma visual ou contratar desenvolvimento, o texto sobre onde o vibe coding cabe e onde não cabe ajuda a separar o protótipo do sistema que vai sustentar a operação.

Quais são os erros mais comuns de quem assina o Base44?

  • Deixar o fornecedor construir na conta dele. É o erro mais caro e o mais fácil de evitar, porque o app não sai do workspace onde nasceu.
  • Pagar com CPF pessoal “só para testar”. O documento da compra não muda depois, e o teste costuma virar produção.
  • Dimensionar o plano pelos créditos de mensagem. Quem vai ao ar com usuários reais precisa estimar o consumo de integração, que cresce com o uso, não com a construção.
  • Contar com sobra de um mês para o outro. Crédito não usado expira no reset; não existe acúmulo.
  • Tratar erro genérico como bug. Sem saber que saldo zerado aparece como erro sem explicação, o time perde horas no lugar errado.
  • Pôr sistema interno no plano gratuito. No Free só se constroem apps públicos, e o limite é de cinco apps.

Como cancelar ou rebaixar o plano do Base44?

O cancelamento é feito pelo owner, dentro do próprio workspace. Pela documentação de cobrança, o caminho é:

  1. Clicar no nome do workspace, no canto inferior esquerdo, e entrar em Settings.
  2. Em General, abrir Plan & Subscriptions.
  3. Na tabela de assinaturas, abrir o menu de mais ações na linha do plano e escolher Cancel plan.
  4. Seguir as instruções para confirmar.

O cancelamento interrompe as renovações, mas não devolve o valor do período em curso: o acesso completo continua até o fim do ciclo, e então o workspace volta ao plano gratuito. Se ele tiver mais de cinco apps, será preciso escolher quais cinco continuam publicados. O rebaixamento para um plano menor segue a mesma lógica e vale no fim do período.

Repare na consequência para a empresa: se o owner é o fornecedor, é ele quem cancela. Um contrato encerrado com desentendimento pode terminar com o plano rebaixado e apps tirados do ar por quem não responde pelo sistema.

Vale a pena pagar o Base44 para uma empresa?

Vale quando o problema é bem delimitado e a velocidade compensa a dependência: um portal de cadastro, uma ferramenta interna, um MVP para validar demanda. Nesses casos, um plano de US$ 16 a US$ 40 por mês costuma custar menos do que as primeiras horas de um projeto sob medida.

Vale menos quando o app vira o coração da operação, com muitos usuários, dados sensíveis ou integrações críticas. Aí a pergunta deixa de ser o preço do plano e passa a ser o custo de sair, assunto que exploramos em a saída que ninguém desenha no low-code. Uma equipe de low-code e no-code ajuda a escolher a plataforma e a montar a governança desde o começo.

Por onde começar hoje

Checklist em três colunas antes de publicar um app no Base44: quem abre o workspace, quem paga com CNPJ e cartão corporativo, e quem monitora o saldo de créditos de integração
Seis verificações que custam menos de uma hora e definem quem manda no sistema pelos próximos anos.
  1. Descubra em qual workspace estão os apps que sua empresa já usa e quem é o owner de cada um.
  2. Se o app ainda não existe, abra o workspace com um e-mail corporativo antes do primeiro prompt.
  3. Compre o plano com o CNPJ e o cartão da empresa, já prevendo a fatura em dólar.
  4. Convide fornecedores e equipe como Editor; reserve o papel de owner para quem responde pelo sistema.
  5. Estime o consumo de integração pelo uso esperado, não pela construção, e escolha o plano a partir daí.
  6. Nomeie quem confere o saldo e inclua o erro genérico no roteiro do suporte.

Ferramentas como o Base44 encurtam o caminho entre a ideia e o sistema no ar. O que elas não fazem é decidir por você de quem é esse sistema. Se quiser enxergar onde a tecnologia entra no seu marketing e na sua operação, o diagnóstico gratuito de marketing mostra as prioridades na ordem certa.

Base44No-codeIAGovernança

Perguntas frequentes

O que é o Base44?+

É uma plataforma que cria aplicativos com inteligência artificial a partir de instruções em texto. O app sai com frontend em React e backend gerenciado pela Base44, com banco de dados, login e funções de servidor. Desde junho de 2025, a empresa pertence à Wix.

Quanto custa a assinatura do Base44?+

Na cobrança anual, a página oficial lista os planos Starter (US$ 16 por mês), Builder (US$ 40), Pro (US$ 80) e Elite (US$ 160), além do Free, sem custo. A cobrança anual economiza 20%. O pagamento é feito por cartão e, para a maioria dos clientes, em dólar.

O que é crédito de integração no Base44?+

É o crédito gasto quando o app em funcionamento usa serviços embutidos da Base44, como envio de e-mail, geração de imagem ou chamada a um modelo de IA. Ele é consumido também pelas ações de quem usa o app, não só de quem o constrói. Quando acaba, o usuário vê um erro genérico, sem menção a créditos.

Como usar o Base44 gratuito?+

Basta criar uma conta: o plano Free dá até 5 créditos de mensagem por dia, limitados a 25 por mês, e 100 créditos de integração mensais. Ele permite até cinco apps, mas só apps públicos. Para um sistema interno ou privado, é preciso um plano pago.

Como cancelar o Base44?+

O owner do workspace entra em Settings, abre Plan & Subscriptions em General e escolhe Cancel plan no menu da assinatura. O acesso continua até o fim do período pago, sem reembolso do ciclo atual, e depois o workspace volta ao plano gratuito.

Qual linguagem o Base44 usa?+

Segundo a documentação para desenvolvedores, o frontend é em React, com Vite, Tailwind CSS e shadcn/ui. O backend é gerenciado pela Base44, com banco NoSQL, autenticação integrada e funções serverless em Deno. O código pode ser lido e editado a partir do plano Starter.

Qual é melhor, Base44 ou Lovable?+

Depende menos da ferramenta e mais das regras de conta. As duas geram apps a partir de texto e cobram por créditos. Antes de escolher, verifique em cada uma onde o app fica, quem paga e o que o usuário final vê quando o saldo acaba.

Vale a pena pagar o Base44?+

Vale para problemas bem delimitados, como ferramentas internas, portais simples e MVPs, em que a velocidade compensa a dependência da plataforma. Para sistemas centrais da operação, pese também o custo de sair, já que o backend fica na Base44 e o app não muda de workspace.

Como pagar o Base44?+

Somente com os principais cartões de crédito e débito; a documentação exclui PayPal, transferência, cartão virtual e criptomoeda. A maioria dos clientes paga em dólar. Para empresa, use cartão corporativo e confira o CNPJ antes da compra, porque ele não pode ser alterado depois.

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