Quem procura perguntas de pesquisa de mercado normalmente está a um passo de abrir o Google Forms. Os modelos prontos que aparecem primeiro na busca resolvem metade do problema: trazem listas longas, quase sempre começando por sexo, idade, renda, bairro e cidade. A outra metade fica de fora. Nenhum deles pergunta para que serve cada dado, e nenhum lembra que existe uma lei sobre isso.
Este artigo entrega a lista organizada por objetivo, com exemplos que você pode adaptar, e acrescenta duas réguas. A primeira é a da LGPD: para cada pergunta de perfil, qual decisão ela alimenta e se dá para perguntar em faixa. A segunda é a da redação: experimentos do Pew Research Center mostram que trocar o formato ou uma frase da pergunta muda o resultado em dezenas de pontos percentuais.
Quais perguntas fazer em uma pesquisa de mercado?
A resposta curta é: as que mudam uma decisão. Antes da lista, escreva numa linha o que a pesquisa vai decidir. Lançar ou não um produto, escolher entre dois preços, entender por que o cliente some depois da primeira compra. Sem essa linha, o questionário vira um inventário de curiosidades, e quem responde percebe.
Com o objetivo definido, as perguntas se organizam em cinco blocos. Nem toda pesquisa usa todos; uma pesquisa de satisfação dispensa o bloco de conceito de produto, e uma de abertura de negócio quase não tem cliente para perguntar sobre experiência.
- Perfil: quem é a pessoa, no nível de detalhe que a análise exige — e nem um grau a mais.
- Problema e hábito: o que ela tenta resolver, como resolve hoje, com que frequência e onde compra.
- Marca e concorrência: quem ela lembra, quem já usou, o que a faria trocar.
- Produto e preço: reação a um conceito, atributos que pesam, faixa de preço aceitável.
- Experiência de cliente: satisfação, recomendação, motivo de abandono.
Os próximos tópicos trazem exemplos de perguntas para cada bloco. Antes deles, vale entender por que o bloco de perfil é o que mais pede cuidado.
Por que a LGPD entra no questionário?
Porque um questionário que identifica quem responde é tratamento de dado pessoal. A Lei Geral de Proteção de Dados define dado pessoal como informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável, e tratamento inclui a coleta, o armazenamento e a análise. Um formulário que pede e-mail ou telefone, ou que junta detalhes suficientes para apontar alguém, está dentro da lei.
Há um equívoco comum nesse ponto. A lei tem uma hipótese própria para “realização de estudos por órgão de pesquisa” (art. 7º, IV), e muita gente conclui que pesquisa de mercado está coberta por ela. Não está: a lei define órgão de pesquisa (art. 5º, XVIII) como órgão ou entidade da administração pública, ou pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos, com sede no país, que tenha a pesquisa em sua missão institucional ou objetivo social. A pesquisa que uma empresa faz para vender melhor precisa de outra base legal.
Na prática, essa base costuma ser o consentimento ou o legítimo interesse, conforme o caso. O detalhe que pesa no questionário: para dado sensível, a lei não lista o legítimo interesse entre as hipóteses do art. 11, e o consentimento precisa ser específico e destacado, para finalidade específica. Como e quando pedir esse consentimento é tema à parte, com o desenho próprio de um termo; aqui o foco é a pergunta.
A saída mais limpa, quando a análise permite, é não identificar ninguém. O art. 12 diz que dados anonimizados não são considerados dados pessoais para a lei, salvo se a anonimização puder ser revertida com esforço razoável. Um questionário sem nome, e-mail ou telefone, e sem combinação de detalhes que aponte uma pessoa, reduz muito o problema.
Quais perguntas de perfil fazer, e quais cortar?
As perguntas de perfil existem para cruzar resultados: saber se a resposta muda conforme a idade, a região ou o porte da empresa. Se nenhum cruzamento está previsto, a pergunta só aumenta o formulário e o risco. A tabela abaixo aplica a régua aos itens que mais aparecem nos modelos prontos.
| Pergunta de perfil | Decisão que costuma alimentar | Formato mínimo | Atenção |
|---|---|---|---|
| Idade | Segmentar mensagem e canal por geração | Faixa etária (18–24, 25–34…) | Data de nascimento quase nunca é necessária |
| Gênero | Ajustar produto ou comunicação, se houver diferença esperada | Opções + “prefiro não responder” | Pergunte só se for cruzar; não confunda com vida sexual, que é sensível |
| Renda | Testar faixa de preço e poder de compra | Faixa de renda familiar | Valor exato afasta respostas e é excessivo |
| Cidade ou região | Planejar praça, entrega, mídia local | Estado ou região; cidade se houver ação local | CEP e endereço completo raramente se justificam |
| Ocupação ou cargo | Separar quem decide de quem usa (B2B) | Lista de níveis de cargo | Nome da empresa + cargo pode identificar a pessoa |
| Filhos, estado civil | Só se o produto depende da composição da casa | Sim/não ou faixa | Cortar quando não muda nenhuma decisão |
| Saúde, religião, raça/cor, voto | Raramente necessária em pesquisa comercial | Fora do questionário, salvo justificativa forte | Dado sensível (art. 5º, II): exige consentimento específico |
| Nome, e-mail, telefone | Contato posterior ou sorteio | Campo opcional e separado | É o que torna o questionário identificável |
Classificação de dado sensível: LGPD, art. 5º, II. Decisões e formatos: critério editorial da Alliance.
Exemplos de redação para o bloco, já no formato mínimo:
- Em qual faixa de idade você está? (18 a 24 · 25 a 34 · 35 a 44 · 45 a 54 · 55 a 64 · 65 ou mais)
- Em qual região do país você mora? (lista de regiões ou estados)
- Somando a renda de todos que moram com você, em qual faixa fica a renda mensal da casa? (faixas + prefiro não responder)
- Qual destas opções descreve melhor o seu papel na compra? (decido sozinho · decido com outras pessoas · uso, mas não decido)
- Para pesquisas B2B: quantas pessoas trabalham na sua empresa? (faixas de porte)
Duas regras ajudam no bloco inteiro. Coloque as perguntas de perfil no fim, quando a pessoa já se engajou e entende para que a pesquisa serve. E ofereça “prefiro não responder” nas mais delicadas, como renda: uma lacuna declarada vale mais do que uma resposta inventada para destravar o botão de enviar.
Que perguntas fazer sobre o problema e o hábito de compra?
É o bloco que mais rende e o que os modelos prontos mais encurtam. Ele mostra a situação que leva alguém a procurar uma solução, o que essa pessoa usa hoje e o que a incomoda. Comece por comportamento passado, não por intenção futura: o que a pessoa fez é mais confiável do que o que ela diz que faria.
- Nos últimos três meses, você comprou [categoria]? (sim · não · não lembro)
- Com que frequência você compra [categoria]? (toda semana · todo mês · a cada poucos meses · raramente)
- Onde você costuma comprar? (marque todas as opções que se aplicam)
- Pense na última vez que comprou [categoria]. O que fez você decidir naquele momento? (aberta)
- O que mais incomoda na forma como você resolve isso hoje? (aberta)
- Quanto você gastou na última compra? (faixas de valor)
- Quem mais participa da decisão de compra? (só eu · cônjuge ou família · sócio ou equipe · outro)
Repare que a quarta e a quinta perguntas são abertas. É de propósito: no bloco de problema, a lista de opções tende a ser escrita pelo dono do negócio, com as respostas que ele espera ouvir. A resposta livre revela motivos que ninguém tinha previsto, e é por ela que costuma aparecer o insumo para uma persona baseada em dado, não em suposição.
Quais perguntas usar para medir a marca e a concorrência?
Aqui a ordem é tudo. A pergunta espontânea vem antes da estimulada, senão a lista de marcas contamina a lembrança. Também convém não revelar quem patrocina a pesquisa até o fim do bloco, para não puxar a resposta a favor da sua marca.
- Quando você pensa em [categoria], qual é a primeira marca que vem à cabeça? (aberta — lembrança espontânea)
- Que outras marcas de [categoria] você conhece? (aberta)
- Destas marcas, quais você já ouviu falar? (lista — lembrança estimulada)
- Destas, quais você já comprou ou usou?
- Qual você usa com mais frequência hoje?
- O que faria você trocar a marca que usa por outra? (aberta)
- Em uma palavra, como você descreveria a marca [X]? (aberta)
O par das três primeiras perguntas é o funil da marca: quem lembra sozinho, quem reconhece quando vê e quem efetivamente compra. A distância entre “conhece” e “já comprou” costuma dizer mais sobre o problema de uma marca do que qualquer nota de satisfação.
Quais perguntas fazer na pesquisa de mercado de um produto?
Para testar um produto ou uma ideia, apresente o conceito por escrito ou com imagem, em linguagem neutra, e só depois pergunte. Evite adjetivos de venda na descrição: “um aplicativo prático e inovador” já carrega a resposta.
- Depois de ler a descrição, qual a sua primeira impressão sobre este produto? (aberta)
- Quanto este produto resolve um problema que você tem? (escala de 1 a 5)
- O que você mais gostou? E o que menos gostou? (duas abertas separadas)
- Qual destes atributos pesaria mais na sua escolha? (ordene: preço, qualidade, prazo, atendimento…)
- A partir de qual preço você acharia este produto caro demais para considerar?
- A partir de qual preço você desconfiaria da qualidade, de tão barato?
- Se este produto estivesse à venda hoje, pelo preço de R$ [valor], qual a chance de você comprar? (certamente compraria · provavelmente · talvez · provavelmente não · certamente não)
Dizer “provavelmente compraria” não custa nada a quem responde, e nada garante que a pessoa compre quando o produto existir. Use a pergunta para comparar conceitos entre si ou versões de preço, e não como previsão de vendas. Para saber quantas respostas sustentam essa comparação, o cálculo está no artigo sobre quantas respostas bastam numa pesquisa de mercado.
Quais perguntas de pesquisa de mercado fazer para clientes?
Com quem já compra, a pesquisa muda de natureza. Você tem histórico, e normalmente tem também o contato da pessoa, o que torna a resposta identificável. É o caso em que o princípio da necessidade mais aparece: se o dado já está no seu cadastro, não pergunte de novo; se a análise não precisa ligar resposta e cliente, envie um link sem identificação.
- Numa escala de 0 a 10, quanto você recomendaria [empresa] a um amigo ou colega?
- Qual o principal motivo da nota que você deu? (aberta)
- Quanto você está satisfeito com [aspecto: entrega, atendimento, qualidade]? (escala de 1 a 5, uma pergunta por aspecto)
- O que poderíamos ter feito melhor na sua última compra? (aberta)
- Você considerou outra empresa antes de escolher a nossa? Qual? (aberta)
- Para quem deixou de comprar: o que fez você parar? (lista + outro motivo)
A primeira pergunta é a do NPS, e a nota sozinha diz pouco sem comparação com o próprio setor, como mostra o artigo sobre o que é um NPS bom para cada setor. A segunda pergunta, aberta, é a que transforma o número em plano de ação.
Pergunta aberta ou fechada: qual muda a resposta?
As duas mudam, em direções diferentes. A pergunta fechada é fácil de tabular, mas a lista de opções sugere o que se espera ouvir. A aberta captura o que a pessoa pensa sem ajuda, mas exige leitura e codificação depois. O experimento mais citado sobre o tema mostra o tamanho da diferença.
A lição para o questionário de mercado é direta. Quando você ainda não sabe quais são as respostas possíveis — motivos de compra, concorrentes lembrados, incômodos —, comece aberto, num piloto com poucas pessoas. Depois transforme as respostas mais frequentes em lista fechada para a rodada grande, sempre com a opção “outro: qual?”.
| Formato | Quando usar | Exemplo | Cuidado |
|---|---|---|---|
| Aberta | Explorar motivos e linguagem do cliente | O que fez você decidir pela compra? | Dá trabalho codificar; use poucas |
| Fechada, uma opção | Opções conhecidas e excludentes | Com que frequência você compra? | As opções não podem se sobrepor |
| Fechada, várias opções | Canais, marcas, hábitos que se somam | Onde você costuma comprar? | Lista longa favorece os primeiros itens |
| Escala | Intensidade de opinião ou satisfação | Quanto você está satisfeito com a entrega? | Uma ideia por pergunta; mesma escala no bloco |
| Ordenação | Prioridade entre atributos | Ordene preço, prazo e qualidade | Mais de cinco itens cansa e vira chute |
Critério editorial da Alliance, com base nas recomendações do guia de redação de perguntas do Pew Research Center.
Como a redação e a ordem induzem a resposta?
A forma de escrever pesa tanto quanto o formato. No mesmo guia, a Pew relata que, em janeiro de 2003, 68% dos americanos foram a favor de ação militar no Iraque e 25% contra. Quando a pergunta acrescentou que as forças americanas poderiam sofrer milhares de baixas, o resultado se inverteu: 43% a favor e 48% contra. Uma oração a mais mudou a maioria de lado.
A ordem também conta. Segundo o guia, em 2003, 45% foram a favor de acordos legais para casais do mesmo sexo quando a pergunta veio logo depois de uma sobre casamento, contra 37% sem essa pergunta antes. O efeito em uma pesquisa de mercado é o mesmo: perguntar sobre um defeito do produto antes da nota de satisfação puxa a nota para baixo.
Quem escreve a pergunta escolhe, sem perceber, parte da resposta.
Os erros de redação que mais aparecem nos questionários de mercado:
- Pergunta dupla: “O atendimento foi rápido e cordial?” mede duas coisas com uma resposta só. Separe em duas perguntas.
- Pergunta indutora: “Você concorda que nosso preço é justo?” convida a concordar. Prefira “Como você avalia o preço: muito caro, caro, adequado, barato?”.
- Escala desequilibrada: três opções positivas e uma negativa empurram a média para cima. A escala precisa ser simétrica.
- Opções que se sobrepõem: faixas “18 a 25” e “25 a 35” deixam quem tem 25 sem saber onde marcar.
- Jargão: “omnichannel”, “jornada”, “touchpoint” fazem sentido para o time de marketing, não para o cliente.
- Lista sempre na mesma ordem: a Pew relata que, em questionário preenchido pela própria pessoa, há tendência de escolher os itens do topo; por isso ela embaralha as listas que não têm ordem natural.
Qual questionário de pesquisa de mercado usar para abrir uma nova empresa?
Quem ainda não abriu o negócio não tem cliente para perguntar sobre experiência, então o questionário se concentra em dois blocos: problema e hábito, e reação ao conceito. O objetivo não é confirmar que a ideia é boa, e sim descobrir se o problema existe, com que frequência aparece e quanto as pessoas já gastam para resolvê-lo.
- Nos últimos seis meses, você passou por [situação que o negócio resolve]? (sim · não)
- Como você resolveu? (aberta)
- Quanto gastou para resolver? (faixas de valor)
- Ficou satisfeito com a solução que encontrou? (escala de 1 a 5)
- O que faltou? (aberta)
- Se existisse [descrição neutra do negócio] perto de você, você usaria? (certamente · provavelmente · talvez · provavelmente não · certamente não)
- Em qual faixa de idade você está? Em qual bairro ou região você mora? (só se a localização do ponto estiver em jogo)
A sétima pergunta mostra a régua funcionando. Para um negócio de bairro, a região onde a pessoa mora é central: decide onde abrir. Para uma loja on-line de alcance nacional, o estado basta, e o endereço não serve para nada. Quem responde a pesquisa de abertura é, quase sempre, um desconhecido; quanto menos dado pessoal o formulário pedir, mais fácil é ele responder.
Pesquisa primária também não precisa vir antes de tudo. Uma parte das perguntas de abertura — tamanho do público na região, renda média, concorrentes instalados — pode ser respondida com pesquisa de mercado com dados públicos, sem perguntar nada a ninguém.
Como elaborar perguntas para um questionário de pesquisa?
Com a lista e as duas réguas na mão, a montagem segue uma sequência curta.
1. Escreva a decisão antes da primeira pergunta
Uma frase: “esta pesquisa vai decidir se…”. Depois, liste as três a cinco informações que faltam para essa decisão. Cada pergunta do formulário precisa apontar para uma delas.
2. Monte os blocos e a ordem
Comece pelo filtro (quem não é público sai cedo, com educação), siga do geral para o específico, deixe espontânea antes de estimulada e o perfil no fim. Se o público pode incluir menores de idade, ponha uma pergunta de idade logo no início: a LGPD exige consentimento específico de pelo menos um dos pais ou responsável para tratar dado pessoal de criança (art. 14, § 1º).
3. Passe cada pergunta de perfil pela régua
Que decisão ela muda, se a faixa basta, se é dado sensível. Corte o que sobrar. Registre em uma planilha a finalidade de cada dado pessoal: além de organizar a análise, é o que demonstra a prestação de contas que a lei exige (art. 6º, X).
4. Revise a redação
Uma ideia por pergunta, escala simétrica, opções que não se sobrepõem, “prefiro não responder” onde couber, linguagem do cliente. Leia em voz alta: pergunta que você tropeça ao ler, o respondente tropeça ao responder.
5. Faça um piloto com poucas pessoas
Peça para cinco a dez pessoas do público responderem enquanto você observa ou depois conversa com elas. Elas vão mostrar a pergunta ambígua, a opção que falta e o ponto em que cansaram. Ajuste antes de abrir para todo mundo.
6. Diga para que serve e quando o dado será apagado
No topo do formulário, explique em duas linhas quem faz a pesquisa, para que ela serve e como entrar em contato. Se houver dado identificável, defina quando a planilha será apagada ou anonimizada: a lei prevê o fim do tratamento quando a finalidade é alcançada (art. 15, I) e a eliminação depois disso, salvo exceções (art. 16).
7. Fuja dos erros que tornam o questionário inútil ou arriscado
- Copiar um modelo pronto inteiro. O modelo foi feito para outra decisão; metade das perguntas não serve para a sua e a outra metade falta.
- Pedir tudo “porque pode ser útil depois”. É exatamente o que o princípio da necessidade proíbe, e é o que derruba a taxa de resposta.
- Tornar e-mail e telefone obrigatórios. Se o contato é para sorteio ou retorno, deixe opcional e separado das respostas.
- Pedir dado sensível sem perceber. “Você tem alguma restrição alimentar por motivo de saúde?” e “Qual a sua religião?” entram na categoria do art. 5º, II.
- Usar a pesquisa para vender. Questionário que termina em oferta comercial contamina as respostas e a confiança de quem respondeu.
- Não testar. Pergunta ambígua só aparece quando alguém de fora tenta responder.
Por onde começar hoje?
Abra o questionário que você já tem, ou o modelo que pretende copiar, e faça três passadas. Na primeira, anote a decisão ao lado de cada pergunta e corte as órfãs. Na segunda, troque dado exato por faixa onde a faixa resolve e retire o que for sensível sem justificativa. Na terceira, reescreva perguntas duplas e indutoras e transforme em aberta a primeira pergunta de cada bloco exploratório.
Quando a pesquisa sustenta uma decisão grande — um lançamento, um reposicionamento, a entrada em um mercado novo —, vale ter o questionário, a amostra e a análise desenhados por quem faz isso todo dia. É o que a Alliance entrega em Pesquisa de Mercado com IA, e o tratamento dos dados pode ser revisado junto com a área de adequação à LGPD. Se ainda não está claro o que a sua empresa precisa descobrir primeiro, o diagnóstico de marketing gratuito aponta onde estão as lacunas.

